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Saiba como aproveitar o fim de ano e o recesso para pesquisar, experimentar e negociar melhor seu próximo carro na concessionária
Dezembro e fim de ano sempre foram épocas aquecidas para o mercado automotivo, quando as fabricantes e importadoras batem recorde de vendas e turbinam os números de emplacamentos de carros no ano.
É também uma época em que algumas marcas, para queimar estoques, aproveitam para promover ofertas. Ou ainda, liquidar carro prestes a trocar de motor ou outra mudança, geralmente por força de legislação – por emissões ou segurança.
Para o consumidor também há motivos: para alguns comprar um carro novo é o presente de Natal, algo que pode ter sido adiado e nessa época já está decidido a fazer.
Outros aproveitam a injeção do 13º salário ou bonificação da empresa para compor o montante que vai gastar na compra ou troca de veículo.
Sejam lá quais forem os argumentos, aqui vamos te dar sete motivos para adiar essa compra para o primeiro trimestre de 2023 e algumas dicas. Confira!
A partir de janeiro, todos os modelos passam a ser 23/23. Com a mudança de calendário, algumas surpresas podem surgir.
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No início de 2022, por exemplo, por causa da entrada em vigor de uma nova legislação de emissões veiculares, os carros produzidos a partir de 1º de janeiro precisaram atender às normas.
Com isso, diversos modelos 22/22 passaram a vir com diferentes especificações de motor e receberam novas atualizações.
Não há nenhuma nova lei para acontecer em 2023, mas nunca se sabe se na virada do ano, a marca do carro que você escolheu não tenha algo a ser renovado?
Compras feitas por impulso ou pressão dos vendedores não costumam dar certo, principalmente de um carro, algo tão caro.
Se tiver um usado para usar na troca pelo novo, tenha muita paciência para não “queimá-lo”. Antes de ouvir uma oferta, faça uma pesquisa para saber quanto ele vale. E não apenas pela tabela A ou B.
Vá aos classificados de veículos e analise os preços mínimos e máximos, para ter uma real ideia do valor. Se o lojista te oferecer algo muito fora disso, você já saberá que não vale a pena.
Aí o ideal para não perder dinheiro é tentar vendê-lo por conta própria ou buscar quem ofereça um valor próximo do que você espera.
A indústria está aos poucos voltando à normalidade com a escassez de semicondutores, mas alguns modelos zero-km ainda chegam a ter espera de seis meses.
Carros com fila tendem a ter menos flexibilidade na escolha de acessórios, cor ou até na negociação de preços. O ideal é comprar sem tanto tempo para recebê-lo. Quanto mais cheio o pátio da loja, mais chance você tem de barganhar desconto ou fazer um bom negócio.
Se você esperar janeiro e o carro que escolheu estiver no estoque, será muito mais fácil comprá-lo por um preço melhor. Isso porque a partir de 2023, os carros produzidos passam a vir como “23/23” – desde que não tenham recebido nenhum upgrade importante.
Enquanto a maioria das pessoas vai preferir levar um 23/23, os 22/23 podem ser (ou melhor, deveriam ser) ofertados com desconto.
Na prática, se as novas linhas forem idênticas, ter um carro 22 não faz diferença porque na revenda o que vale é o ano/modelo (23) e não o ano de produção (22). Vale também barganhar um abatimento ou quitação do IPVA.
Com o crédito mais restrito e juros nas alturas, espere estar com seu 13º na conta, assim como o bônus de fim de ano que muitas empresas oferecem a funcionários, para ajudar a compor o montante que precisa na compra ou troca do carro.
O mesmo vale para a venda do usado, já citado anteriormente. Quanto maior o valor que puder dar à vista, desde que não comprometa o orçamento, melhor.
O financiamento também possui um Custo Efetivo Total, que encarece mais a dívida.
Não caia na tentação de comprar por impulso. Fim de ano é sempre corrido e você pode aproveitar o período de recesso para estudar melhor o que procura, o que faz sentido para sua realidade e se encaixa nas suas necessidades.
É comum ouvir depoimentos de quem pensou em comprar, por exemplo, uma picape e depois de pesquisar, saiu da loja com um SUV. Ou o contrário.
Pior, então, decidir por um carro sem dirigi-lo. É fundamental fazer um test drive, conduzir o veículo pelo trajeto mais longo possível, e estudar tudo sobre aquele modelo.
Melhor ainda, se puder alugá-lo (por programas da marca ou locadoras) por uma semana para sentir como é a convivência com ele.
Por fim, mas não menos importante, escolha bem a loja. É um erro achar que todas as concessionárias da mesma marca são iguais — a não ser que façam parte do mesmo grupo, em geral as lojas têm seus diferenciais.
O carro novo, sim, é um produto em tese igual. Mas pesquisar e negociar em diferentes autorizadas, e não necessariamente nas mais próximas de sua casa ou trabalho, pode lhe surpreender.
E não é porque você comprou numa loja distante de onde mora que terá de voltar lá depois para a manutenção. Os serviços de revisão, por exemplo, podem ser feitos onde lhe for mais conveniente.
E por não serem iguais, sempre vale pesquisar. Se o desconto estiver apertado, negocie acessórios ou a quitação do IPVA. Barganhe o que puder.
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