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Além disso, os investidores acompanham os balanços da semana: Itaúsa e Banco do Brasil divulgam seus resultados ainda hoje

O principal índice da bolsa brasileira conseguiu se safar no último segundo do noticiário da última sexta-feira (11). A ameaça iminente da Rússia na fronteira da Ucrânia derrubou os principais índices pelo mundo e fez disparar o preço do barril de petróleo naquele mesmo dia.
O Ibovespa foi salvo pelo gongo, mas não sem ser um pouco castigado pelas informações vindas do leste europeu. O principal índice da B3 fechou em alta de 0,18%, aos 113.572 pontos, acumulando um avanço semanal de 1,18%, e o dólar à vista teve leve alta de 0,01%, a R$ 5,2424, um alívio de 1,50% no período.
A ameaça iminente de uma invasão russa permanece no radar dos investidores. Há uma expectativa de que os russos invadam a Ucrânia entre esta semana e a próxima, após o encerramento das Olimpíadas de inverno.
Por aqui, os debates envolvendo a PEC dos Combustíveis permanecem em foco. A desidratação da proposta deve ser debatida ao longo da semana, sem maiores indicadores para os próximos dias.
Os investidores ainda aguardam os balanços por aqui. Confira o calendário completo e prepare-se para a semana:
A Casa Branca permanece de olho nas movimentações de tropas da Rússia na fronteira com a Ucrânia. Um representante do Conselho de Segurança dos Estados Unidos afirmou que há informações de que o presidente russo, Vladimir Putin, ordenará uma invasão ao país antes do fim das Olimpíadas de inverno no próximo domingo (20).
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Contudo, a Otan já preparou uma represália militar ao país, sem falar em sanções econômicas à Rússia por parte dos Estados Unidos. A Ucrânia é uma importante rota de gás natural para a Europa, o que faz da pequena nação leste-europeia um ponto estratégico em caso de uma guerra.
Dando sequência à elevação dos temores no exterior, o petróleo permanece com tendência de alta nesta segunda-feira (14). O barril do Brent, utilizado como referência para a Petrobras, avança 0,08%, cotado a US$ 94,53 e o WTI sobe 0,16%, aos US$ 93,26.
Os investidores devem acompanhar os desdobramentos da crise na Ucrânia.
Enquanto isso, a agenda do dia inclui o discurso da presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde, que insiste em não elevar os juros na Europa com medo da retração econômica, mesmo que a inflação esteja nas máximas históricas.
Nesta terça-feira (15), a inflação volta à cena com a divulgação do índice de preços ao produtor (PPI, em inglês) dos Estados Unidos e do índice de preços ao consumidor (CPI) da China.
Mas o grande destaque da semana vai para quarta-feira (17), em que será divulgada a ata da última reunião do Comitê de Política Monetária dos Estados Unidos, conhecido como Fomc. A publicação deve dar maiores detalhes sobre a percepção do BC americano sobre a inflação e os próximos passos da tão aguardada — e temida — alta nos juros.
No meio de um conflito internacional e diplomático, o presidente da República, Jair Bolsonaro, deve realizar sua visita à Rússia ainda esta semana, mesmo aconselhado por especialistas norte-americanos a reconsiderar tal ato neste momento.
Mas a viagem de Bolsonaro não é o grande destaque desta semana. A PEC dos Combustíveis (chamada de PEC Kamikaze) permanece no radar dos investidores.
A renúncia fiscal em um Orçamento apertado para 2022 coloca em xeque a saúde das contas públicas. Mas de acordo com a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), o Executivo precisa apresentar uma contrapartida para abrir mão da receita dos impostos sobre combustíveis.
Entretanto, a proposta que segue para o Congresso começa a dar sinais de desidratação. Enquanto o texto original previa a isenção de impostos de combustíveis, gás de cozinha (hoje com tributação federal zerada) e energia elétrica, o ministério da Economia pretendia manter a renúncia fiscal apenas para o diesel.
Sem maiores indicadores para a semana, os investidores esperam o IGP-M na próxima quinta-feira (17). A chamada “inflação do aluguel” acelerou para a casa dos dois dígitos no ano passado e deve arrefecer a alta com o avanço dos juros locais.
Os principais índices asiáticos encerraram o primeiro pregão da semana refletindo a tensão deixada na última sexta-feira entre Rússia e Ucrânia. A ameaça de invasão piorou o sentimento dos investidores e as bolsas fecharam em queda.
Na Europa, os mesmos temores chegaram a derrubar os índices mais de 3% durante a madrugada. As principais praças do velho continente também permanecem em campo negativo pela manhã.
Por fim, os futuros de Nova York devem abrir no vermelho, acompanhando maiores desdobramentos da crise entre Rússia e Ucrânia.
Segunda-feira (14)
Terça-feira (15)
Quarta-feira (16)
Quinta-feira (17)
Sexta-feira (18)
Confira o calendário completo de balanços do quarto trimestre aqui.
Segunda-feira (14)
Após o fechamento:
Terça-feira (15)
Quarta-feira (16)
Antes da abertura:
Quinta-feira (17)
Após o fechamento:
Sexta-feira (18)
Após o fechamento:
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