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Nos últimos dias de junho, a petroleira tinha anunciado uma emissão de R$ 2,4 bilhões

Nos últimos dias de junho, a Prio (PRIO3) tinha anunciado ao mercado a 6ª emissão de debêntures simples no volume total de R$ 2,4 bilhões. Agora, a petroleira resolveu captar um pouco mais de dinheiro.
Nesta sexta-feira (4), em comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a empresa anunciou o aumento no volume da emissão para R$ 3 bilhões.
Com este novo valor, R$ 2 bilhões serão títulos de primeira série, com vencimento em cinco anos; e R$ 1 bilhão de segunda série, com prazo de sete anos.
Segundo a Prio, esse aumento da emissão vai resultar em uma redução no custo da dívida, no frigir dos ovos. O custo médio dolarizado vai de 6,62% para 6,59% ao ano, mantendo o duration aproximado de 4,4 anos.
Esta não é a primeira captação de recursos da petroleira neste ano.
Em março, a empresa aprovou um aumento de capital bilionário no valor de R$ 2,8 bilhões, para o financiamento de projetos estratégicos.
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O anúncio foi feito depois de o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) ter autorizado a Prio a perfurar depósitos de óleo e gás no campo de Wahoo, na Bacia de Campos, Espírito Santo.
A capitalização ocorreu por meio da utilização de recursos da reserva de lucros estatutária — denominada “Reserva de Investimentos” — e não envolveu a emissão de novas ações.
No final do mês passado, o Itaú BBA divulgou um relatório aumentando o preço-alvo de PRIO3, de R$ 56 para R$ 62 até o fim de 2025, mantendo a recomendação de “outperform” (equivalente a compra).
A aquisição dos 60% remanescentes do campo de Peregrino foi o principal motivador dessa revisão. Segundo o banco, esse é um negócio rentável mesmo em um cenário conservador de preço do petróleo, estimado em cerca de US$ 60 o barril.
Os analistas também destacam que, mesmo com o petróleo a esse preço, a Prio entrega um retorno de caixa para o acionista de 18% em 2026, o que “demonstra sua resiliência”.
“A Prio segue sendo nossa top pick no setor de óleo e gás. A aquisição de Peregrino pode transformar o perfil de produção e caixa da companhia. Mesmo em um ambiente de petróleo mais fraco, a empresa segue como uma geradora robusta de caixa”, afirmam os analistas no relatório.
É claro que há riscos à tese otimista do Itaú BBA. A primeira delas é a execução da integração do Peregrino, especialmente em relação à entrega das reduções de custos prometidas.
O relatório destaca que o sucesso da tese depende da redução agressiva dos custos operacionais no campo de Peregrino. Caso essas reduções não sejam entregues, o retorno projetado sobre o investimento pode ser comprometido.
Outro fator destacado pelo banco é a volatilidade no preço do petróleo, que impacta diretamente as margens e o fluxo de caixa. A Prio é uma empresa 100% exposta ao petróleo Brent, e uma queda acentuada e persistente no preço do barril comprometeria a geração de caixa e a viabilidade econômica dos projetos nos ativos.
Por fim, o BBA alerta que problemas com o licenciamento ambiental — necessários para a perfuração, reinjeção e operação das unidades — podem atrasar a produção em campos como Wahoo e Albacora.
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