O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Holding está agora atrás de empresas como a Tesla, do bilionário Elon Musk, e da Berkshire Hathaway, do megainvestidor Warren Buffett, segundo dados da Bloomberg
Quanto maior a expectativa, maior a queda. Essa é uma realidade que Mark Zuckerberg está experimentando desde que os resultados do quarto trimestre da Meta vieram abaixo do esperado pelo mercado e derrubaram as ações da dona do Facebook (FBOK4).
Dessa vez, a fatura por esse desempenho veio pesada: a Meta saiu do ranking das dez maiores empresas do mundo em valor de mercado, prejudicada pela queda de quase 40% vista em suas ações desde o começo do ano.
A empresa viu mais de US$ 500 bilhões em valor de mercado serem destruídos em relação ao pico de setembro. A ação ampliou as perdas na quinta-feira (17), na sequência de um balanço sombrio divulgado há duas semanas e que revelou uma estagnação no crescimento de usuários.
Outrora a sexta maior empresa do mundo, com valor superior a US$ 1 trilhão, a dona do Facebook terminou o dia de ontem valendo US$ 565 bilhões, o que rendeu o 11º lugar na lista das maiores companhias do mundo, ficando atrás da Tencent Holdings, segundo dados da Bloomberg.
As ações da Meta encerram a quinta-feira cotadas em US$ 207,69 na bolsa de Nova York, uma queda de 4,1% com relação ao dia anterior. Na comparação com o recorde do ano passado, os papéis da dona do Facebook já acumulam perda de 46%.
Nesta sexta-feira (18), as ações da empresa caíam 0,29%, cotadas a US$ 207,27 na Nasdaq no início da tarde. Na B3, os BDRs FBOK4 recuavam 0,99%, cotados a R$ 37,96.
Leia Também
De acordo com a Bloomberg, o montante de mais de US$ 500 bilhões eliminado pela venda das ações da Meta excede o valor de mercado de todas as empresas, exceto oito, do índice S&P 500.
Para se ter uma ideia, a Tesla - do bilionário Elon Musk - com um valor de mercado de US$ 906 bilhões, tomou o lugar da dona da Facebook como a sexta maior empresa do mundo, atrás da gigante do comércio eletrônico Amazon.
A Berkshire Hathaway, do megainvestidor Warren Buffett, está atrás da fabricante de veículos elétricos com US$ 700 bilhões, seguida pela fabricante de chips Nvidia, com US$ 613 bilhões.
Confira abaixo o ranking das empresas mais valiosas do mundo segundo dados da Bloomberg:
| Posição | Empresa | Valor de mercado |
| 1 | Apple | US$ 2,8 trilhões |
| 2 | Microsoft | US$ 2,2 trilhões |
| 3 | Aramco | US$ 2,0 trilhões |
| 4 | Alphabet | US$ 1,8 trilhão |
| 5 | Amazon | US$ 1,6 trilhão |
| 6 | Tesla | US$ 905,7 bilhões |
| 7 | Berkshire Hathaway | US$ 700,6 bilhões |
| 8 | Nvidia | US$ 613,0 bilhões |
| 9 | TSMC | US$ 600,3 bilhões |
| 10 | Tencent | US$ 589,8 bilhões |
| 11 | Meta | US$ 565,4 bilhões |
A fatura por não responder às expectativas do mercado no quatro trimestre de 2021 veio parcelada para o dono do Facebook. No início do mês, Zuckerberg saiu da lista dos dez mais ricos do mundo da Forbes.
A Meta perdeu US$ 230 bilhões em valor de mercado quase instantaneamente após a divulgação do balanço, levando junto a fortuna de Zuckerberg.
De uma hora para outra, o CEO da Meta perdeu mais de 25% do seu patrimônio, o que equivale a US$ 30 bilhões.
Na ocasião, o bilionário não ficou parado e convocou reunião com seus funcionários na qual defendeu que a empresa aumente o foco em produtos em vídeo.
Segundo a Bloomberg, ele repetiu que a Meta tem enfrentado um nível de competição muito maior com o TikTok se tornando cada vez mais relevante.
O foco do investidor continua na dívida da empresa, a reestruturação da estrutura de capital e o resultado potencial para os acionistas minoritários
BTG Trends permite operar cenários de alta ou queda em ativos e decisões de juros dentro de ambiente regulado
A empresa de saúde e diagnósticos sofre com leitura negativa do mercado após balanço do quarto trimestre de 2025; entenda os impactos do desinvestimento e as dúvidas sobre a joint venture com a Amil
Companhia destaca que qualquer decisão de investimento passa por análises técnicas e processos formais, tranquilizando investidores da bolsa
Epic Games, empresa criadora do Fortnite, faz corte brutal na equipe e coloca a culpa no principal game da casa
O balanço da companhia foi aprovado sem ressalvas pela auditoria da KPMG; no entanto, houve o registro de uma “incerteza relevante relacionada com a continuidade operacional da companhia”.
Regulador cita fragilidade financeira e irregularidades; grupo já estava no radar de investigações
Data de corte se aproxima enquanto caixa turbinado muda o jogo para quem pensa em investir na ação da farmacêutica
Projeções de proventos ganham fôlego com revisão do banco; veja o que muda para o investidor
Nova estrutura separa operações e cria uma “máquina” dedicada a um dos segmentos mais promissores do grupo; veja o que muda na prática
A JBS ainda considera que o cenário de oferta de gado nos EUA seguirá difícil em 2026, com o boi se mantendo caro para os frigoríficos devido à baixa no ciclo pecuário
No entanto, enquanto ela olhava para dentro de seu negócio, as concorrentes se movimentavam. Agora, ela precisará correr se quiser se manter como uma competidora relevante no jogo do varejo brasileiro
Em participação no Imersão Money Times, em parceria com a Global X, Caio Gomes, diretor de IA e dados do Magalu, explica quais foram as estratégias para adoção da tecnologia na varejista
Após a recuperação judicial nos Estados Unidos, quase fusão com a Azul e OPA, a companhia vai voar para longe da bolsa
Com papéis na casa dos centavos, varejista tem prazo para reagir; saída de presidente do conselho adiciona pressão
Após reduzir alavancagem, varejista busca agora melhorar a qualidade do funding; entenda
A Americanas estava em recuperação judicial desde a revelação de uma fraude bilionária em 2023, que provocou forte crise financeira e de credibilidade na companhia. Desde então, a empresa fechou lojas, reduziu custos e vendeu ativos
Companhia propõe cortar piso de distribuição para 1% do lucro e abre espaço para reter caixa; investidor pode pedir reembolso das ações
Pagamento anunciado pelo banco será realizado ainda em 2026 e entra na conta dos dividendos obrigatórios
Após tombo de mais de 90% desde o IPO, banco vê espaço adicional de queda mesmo com papel aparentemente “barato” na bolsa; entenda