O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O Cade manteve o acordo, mas aprovou por unanimidade a incorporação de imposições unilaterais que assegurem a mitigação dos riscos concorrenciais no setor de telecomunicações
Em uma sessão tumultuada, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) desconsiderou um recurso que ameaçava a venda da divisão móvel da Oi (OIBR3) para Claro, Vivo e Tim e manteve o negócio.
O Cade manteve o Acordo em Controle de Concentração (ACC), mas aprovou por unanimidade a incorporação de imposições unilaterais que assegurem a mitigação dos riscos concorrenciais no setor de telecomunicações.
Em reação, OIBR3 operava em forte alta no fim da manhã de hoje.
O recurso em questão foi apresentado na semana passada pela Associação Brasileira das Prestadoras de Serviços de Telecomunicações Competitivas (Telcomp) e questionava o acordo final entre o órgão e as empresas.
A Telcomp — cuja lista de associadas inclui Algar e Copel Telecom, duas empresas que também já recorreram da decisão — alega que o Acordo em Controle de Concentração (ACC) traria medidas diferentes das negociadas pelas companhias com o Cade.
Segundo a associação, os termos do acordo não seriam os mesmos impostos pela conselheira-relatora, Lenisa Rodrigues Prado, durante a sessão de julgamento.
Leia Também
“A partir da disponibilização do ACC, foi possível verificar, além de sua potencial incapacidade para mitigar todas as sérias e reconhecidas preocupações concorrenciais, um verdadeiro descompasso entre o voto-condutor e a certidão de julgamento”, aponta o recurso enviado ao órgão.
Vale lembrar que a aprovação da venda da Oi Móvel para as rivais foi condicionada à aplicação de remédios capazes de mitigar riscos à concorrência. Entre outros itens, as empresas se comprometeram a alugar parte do espectro da Oi e vender metade das antenas e equipamentos.
De acordo com a Telcomp, as condições também incluíam regras de precificação de determinadas ofertas de serviços no atacado que não estão no texto final do acordo.
A sessão começou com a relatora será Lenisa Rodrigues Prado, cujo voto foi decisivo para o sinal verde, rechaçando a argumentação do recurso.
Segundo ela, não havia contradição entre a decisão do Cade e o ACC. Lenisa afirmou que os "remédios" regulatórios ainda precisam ser definidos e alinhados com a Anatel, mas não haveria contradição entre a decisão e o acordo.
Luiz Augusto Azevedo de Almeida Hoffmann seguiu integralmente o voto da relatora.
Já o conselheiro Luis Henrique Bertolino Braido considerou que a falta de clareza de alguns pontos propostos pelas empresas teriam como intuito "humilhar o Cade", mostrando que elas poderiam passar por cima do órgão regulador.
Braido considerou "vazias" as medidas propostas para mitigar os riscos concorrenciais. Falando em má-fé, ele acatou os embargos de declaração apresentados no recurso e votou por incorporar na decisão a imposição unilateral das medidas.
O conselheiro Sérgio Costa Ravagnani também expressou restrições à validação do acordo tal qual aprovado em fevereiro.
Sem apresentar provas e sem deixar claro a quem se dirigia, ele chegou a contestar a "ética da administração".
Os comentários levaram a reações imediatas de Lenisa Prado. Depois de desculpar-se, o conselheiro Ravagnani votou pela nulidade parcial do acordo.
Depois de repreender os conselheiros Braido e Ravagnani, o presidente do conselho, Alexandre Cordeiro, votou integralmente com a relatora pela manutenção do acordo.
A reação do mercado à decisão foi positiva. Antes mesmo da conclusão da votação, OIBR3 já operava em forte alta. Por volta das 11h35, os papéis da empresa subiam 3,66%, cotados a R$ 0,85.
Antes mesmo da votação do recurso, a Oi vinha dando andamento às medidas necessárias para a venda do seu negócio de telefonia móvel.
A companhia concluiu no fim de fevereiro a implementação e efetivação da incorporação da Oi Móvel. O procedimento foi aprovado em assembleia de acionistas em janeiro, mas dependia do aval dos reguladores para ir adiante.
Veja como foi a sessão.
Nova atualização do Apple Podcasts integra áudio e vídeo no mesmo feed e amplia monetização com anúncios dinâmicos
Lucros vieram, mas nem todos convenceram; veja qual banco saiu mais forte do trimestre — e quem ainda precisa mostrar serviço
Os problemas na plataforma do Bradesco começaram por volta das 13h10 de hoje, segundo dados do site DownDetector
Segundo a Apple, abrir o acesso ao NFC sem critérios rigorosos poderia expor usuários a hackers e malware
Acionistas de PETR3 e PETR4 estão na lista de pagamentos; outra empresa também distribui proventos nesta semana
Montadora recalibra estratégia após freio nas vendas de elétricos e pressão da concorrência chinesa; entenda a nova cartada da Stellantis na Europa
Ambas as indicações atribuídas ao fundo da Reag constavam na ata da reunião na qual os conselheiros foram eleitos, em março de 2025
A Cosan (CSAN3) e o BTG Pactual (BPAC11), por meio de fundos, apresentaram uma proposta à Shell de reestruturação da Raízen. Já a inglesa Shell devolveu com um novo plano
Fundo Garantidor de Crédito (FGC) vai antecipar o pagamento de até R$ 1 mil a credores do will bank pelo app do banco; veja o passo a passo para resgate
LOGG3 foi promovida para “compra” com preço-alvo em R$ 34; banco cita o início do ciclo de cortes na taxa básica como um dos principais gatilhos para o papel
Para 2026, a expectativa é de 15 novas unidades Riachuelo, em postos que já estão praticamente fechados, disse Miguel Cafruni, diretor financeiro, em entrevista ao Seu Dinheiro.
Executivos destacam desempenho operacional recorde em teleconferência, apesar do prejuízo contábil no 4T25
Os papéis da companhia chegaram a subir mais de 8% nesta sexta-feira (13) com a revisão do preço-teto do leilão de reserva
Os papéis da mineradora acumulam ganho de 22% em 2026; saiba se ainda há espaço para mais ou se VALE3 chegou ao topo da valorização para o ano
Com os recentes rebaixamentos feitos por agências de classificação de risco, a produtora acredita que será mais difícil vender ativos, recuperar créditos fiscais e até pegar crédito no mercado, já que perdeu o grau de investimento
A renúncia acontece em um momento sensível para a empresa, que atravessa processo de privatização por meio de oferta de ações na Bolsa
Seis anos após crise contábil, resseguradora tenta consolidar virada enquanto enfrenta novas arbitragens de acionistas
Projeções da Bloomberg indicavam expectativas mais altas de receita e Ebitda, depois do recorde de produção e da volta ao topo do ranking global de minério
Com a Raízen afundando para a faixa de alto risco, a S&P passou a ver mais incertezas e riscos financeiros para a controladora
Antiga controladora da petroquímica teria sido responsável por evento pontual que pressionou indicador do BB, diz Money Times