O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Os presidentes de Direcional, Even e Moura Dubeux compartilharam sua visão sobre o mercado o setor na quinta edição do Fórum Brasileiro das Incorporadoras Imobiliárias
Não há expressão melhor do que “cautelosamente otimistas” para definir a postura dos presidentes de três das principais incorporadoras do segmento de baixa, média e alta renda da B3 em relação ao setor.
Os CEOs de Direcional (DIRR3), Even (EVEN3) e Moura Dubeux (MDNE3) participaram da quinta edição do Fórum Brasileiro das Incorporadoras Imobiliárias (Incorpora) nesta quinta-feira (29) e compartilharam sua visão sobre o mercado imobiliário.
Ricardo Ribeiro Gontijo, que está à frente da Direcional, destacou que as mudanças no programa Casa Verde e Amarela foram importantes para melhorar o quadro, especialmente para as incorporadoras voltadas ao público de baixa renda — como é o caso da companhia.
“Os ajustes do foram feitos de forma extremamente inteligente. Sem incremento de subsídio, foi possível recuperar a capacidade de compra de muitas famílias do programa”, afirmou Gontijo.
Com consumidores aptos a arcarem com o repasse de custos da construção, o CEO prevê que as margens do próximo ano serão mais saudáveis.

Já quem trabalha com os outros dois segmentos de renda ainda enfrenta dificuldades em incorporar a inflação sobre os insumos construtivos no preço dos empreendimentos, diz o presidente da Even, Leandro Melnick.
Leia Também
O executivo, que também é presidente do conselho de administração da incorporadora gaúcha Melnick (MELK3), explica que o empobrecimento da população é outra pedra no sapato do setor.
“A renda precisa aumentar para que o mercado imobiliário tenha condições de recompor as margens.”
Apesar disso, a Melnick espera que a relação entre custo e valor dos imóveis, que faz parte dos cálculos dos indicadores bruto e líquido, “melhore muito” em 2023.
A Moura Dubeux também sentiu a dificuldade no repasse de custos para o consumidor. Mas conforme indica o CEO, Diego Villar, encontrou na segunda residência um nicho promissor para driblar os desafios macroeconômicos.
A companhia, que é líder de mercado na região nordeste, acumula um Valor Geral de Vendas (VGV) lançado de R$ 970 milhões no segmento nos últimos dois anos.
Sob a bandeira Beach Class, a empresa lançou mais de 1,9 mil unidades, das quais 90% estão comercializadas, em empreendimentos construídos nas orlas das principais praias nordestinas.
“Nós estamos baratos demais considerando o que oferecemos”, argumentou Villar. Vale relembrar que as ações MDNE3 acumulam uma queda de 66,9% desde o IPO, em fevereiro de 2020.
Além das três companhias listadas, outras incorporadoras brasileiras também estão otimistas com as perspectivas do próximo ano.
Segundo o presidente da Associação Brasileira das Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), Luiz França, o mercado imobiliário é um “oásis de boas notícias” que não são eclipsadas nem mesmo pela corrida eleitoral.
França acredita que, qualquer que seja o vencedor das eleições, “a demanda por imóveis seguirá firme”.
A maior parte das empresas concorda com a previsão do representante do segmento e presidente da associação responsável pela organização do Incorpora 2022.
Segundo uma prévia da pesquisa setorial da Brain Inteligência Estratégica divulgada em primeira mão no evento, 62% das companhias esperam que 2023 seja melhor do que este ano para o setor.
Já 22% apostam que as condições para negócios permanecerão estáveis, enquanto apenas 13% dizem que o ambiente irá piorar. O levantamento da consultoria especializada no segmento imobiliário ouviu 356 incorporadoras e urbanizadoras brasileiras.
Com os recentes rebaixamentos feitos por agências de classificação de risco, a produtora acredita que será mais difícil vender ativos, recuperar créditos fiscais e até pegar crédito no mercado, já que perdeu o grau de investimento
A renúncia acontece em um momento sensível para a empresa, que atravessa processo de privatização por meio de oferta de ações na Bolsa
Seis anos após crise contábil, resseguradora tenta consolidar virada enquanto enfrenta novas arbitragens de acionistas
Projeções da Bloomberg indicavam expectativas mais altas de receita e Ebitda, depois do recorde de produção e da volta ao topo do ranking global de minério
Com a Raízen afundando para a faixa de alto risco, a S&P passou a ver mais incertezas e riscos financeiros para a controladora
Antiga controladora da petroquímica teria sido responsável por evento pontual que pressionou indicador do BB, diz Money Times
Mesmo com pressão sobre volumes e margens, ABEV3 avança embalada por JCP e pelo humor do mercado; bancos divergem sobre o balanço
As ações da ex-Guararapes reagem positivamente ao balanço do quarto trimestre de 2025, com o melhor ano da série histórica para a varejista de moda
A Petrobras optou por não comprar a parte da Novonor para se tornar dona sozinha da petroquímica, nem vender sua própria fatia na mesma operação
FGC impõe reforço extraordinário e eleva contribuição anual dos bancos para recompor liquidez; entenda o impacto para o BB
Administração fala em “low teens” para o ROE e prioriza ajuste da carteira antes de aumentar remuneração ao acionista
A empresa fechou os últimos três meses de 2025 com um lucro 44,3% maior em base anual; XP diz que o trimestre foi consistente
A petroleira optou por não exercer seus diretos de preferência e tag along na operação, abrindo caminho para a gestora finalizar o negócio
Essa será a primeira vez que a Havan patrocina diretamente um produto da Globo desde que Jair Bolsonaro foi eleito à presidência
Ações do Assaí (ASAI3) disparam hoje com mais um avanço do atacarejo no mundo digital, apesar de resultado fraco
Operação ainda depende de aprovações regulatórias e reforça estratégia do banco no crédito digital
Apesar de um balanço mais forte que o esperado, o mercado ainda não se deu por convencido; entenda o que continua a frear o otimismo
Com recorde de produção e volta ao topo do ranking global, mineradora chega aos resultados financeiros com expectativas mais altas de receita e Ebitda
Empresa fechou o último ano com recordes de lucro e Ebitda e surpreende o mercado com resultado acima do consenso
O esquema de pagamento antecipa caixa relevante para a companhia de galpões logísticos, mas mantém parte da exposição ao ativo por meio das cotas