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Com a compra do Grupo Acesso, também conhecido como Bankly, a empresa enfim incluirá em seu ecossistema o serviço de contas digitais
O Banco Central aprovou nesta quinta-feira (31) a transferência do controle do Grupo Acesso (ou Bankly) para a Méliuz (CASH3). O sinal verde é um dos últimos passos para a conclusão da compra da fintech especializada em soluções de pagamento e banking as a service pela empresa de cashback.
O negócio de R$ 324,5 milhões ainda precisa passar pelo crivo da assembleia de acionistas da Méliuz, mas já anima investidores e analistas desde que foi anunciado, em maio do ano passado.
Com a aquisição, o mercado vê que a empresa enfim incluirá em seu ecossistema o serviço de contas digitais — incluindo licenças, tecnologia e infraestrutura que a companhia não possuía.
A Acesso foi fundada em 2013 ofertando cartões pré-pagos, expandindo posteriormente para banco digital (Acesso Bank) e para banking as a service (Bankly). A fintech tem uma equipe 178 pessoas e movimentou R$ 1,3 bilhão de TPV (volume total de pagamentos) em março. A receita bruta em 2020 foi de R$ 53,6 milhões.
Segundo a XP, o negócio bancário é por natureza um segmento em que os usuários têm maior frequência de uso. "Se usarmos o número de solicitações de cartão de crédito Méliuz ao Pan como proxy para possíveis contas criadas no banco digital Méliuz, o banco sozinho poderia valer mais de R$ 15 bilhões (vs. R$ 4 bilhões de valor de mercado atualmente)", disse a corretora.
Para a Empiricus, a compra da fintech é relevante do ponto de vista de adição de receita, já que a adquirida representaria em 2020 um acréscimo de quase 40% no faturamento de Méliuz.
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A casa de análises lembra que o preço pago na transação implica um múltiplo de 6,1 vezes a receita 2020 da Acesso. "Como Méliuz negocia a 30,0 vezes seu faturamento de 2020, a transação também faz sentido do ponto de vista de valuation e de diluição dos acionistas atuais da companhia", disse.
Ao final da transação, os donos da Acesso ficarão com cerca de 8% do capital do Méliuz. O CEO da adquirida, Davi Holanda, será o diretor responsável pelos produtos financeiros da empresa. O restante da equipe da Acesso permanecerá essencialmente inalterado.
Com um fluxo de caixa mais estável, a empresa pode remunerar os acionistas. Se não encontrar novas oportunidades de alocação de capital, poderia distribuir R$41,5 bilhões em dividendos até 2032, 90% do valor de mercado atual, diz o BTG
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