O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A companhia ganhou destaque nacional ao paralisar todas as operações da Itapemirim Transportes Aéreos às vésperas da temporada de final de ano
A Justiça colocou um ponto final em um processo que se arrastava desde 2016: a recuperação judicial do Grupo Itapemirim. O Tribunal de Justiça de São Paulo decretou nesta quarta-feira (21) a falência da empresa de transportes que acumula mais de R$ 2,2 bilhões em débitos.
Mas o encerramento forçado da recuperação da companhia abre um novo parágrafo para os credores, que ainda tentam reaver os R$ 200 milhões devidos pela Itapemirim. Além disso, a empresa também possui um débito de R$ 2 bilhões com a União em impostos e contribuições previdenciárias.
Vale relembrar que a Itapemirim, que já foi a maior empresa de transporte rodoviário do país, ganhou destaque nacional ao paralisar todas as operações da Itapemirim Transportes Aéreos, a ITA, no dia 17 de dezembro.
A empresa chegou a firmar um acordo com o Procon-SP para reembolsar integralmente todos os consumidores que registrassem reclamação no site do órgão por conta do caos gerado com o cancelamento dos voos.
A ITA havia iniciado as operações em julho deste ano, mas, antes mesmo do voo inaugural, o empreendimento já gerava dúvida. Pesava sobre o negócio o processo de recuperação judicial pelo qual o Grupo passava e também pelo momento do setor aéreo, fortemente afetado pelas restrições impostas pela pandemia do novo coronavírus.
Além da falência, o tribunal também deu o sinal verde para a celebração de um contrato de massa falida com a Suzano, transportadora urbana que atua na região do Grande ABC paulista, por 12 meses.
Leia Também
Na prática, o acordo permitirá que a empresa utilize as linhas, guichês, marcas e parte dos imóveis da Itapemirim e Caiçara, as duas marcas do grupo.
Antes disso, a Itapemirim também era famosa por ter sido vendida por seu fundador, Camilo Cola, ex-praça da FEB (Força Expedicionária Brasileira), por R$ 1 para o empresário Sidnei Piva de Jesus.
A operação foi controversa, pois a empresa já estava processo de recuperação judicial na época, e virou alvo de uma disputa judicial.
Além disso, Piva de Jesus foi posteriormente acusado de financiar a compra de mansões e carros de luxo com o dinheiro da companhia.
O desvio de verba também foi utilizado para o bancar o lançamento da companhia aérea que durou apenas seis meses e acrescentou um novo problema à lista da Itapemirim.
Em reunião com analistas, CEO diz que transição foi planejada e que modelo atual veio para ficar; veja o que esperar do bancão agora
Liminar judicial dá 60 dias de fôlego à antiga Alliar, enquanto empresa tenta negociar dívidas e evitar um desfecho mais duro
A ação, no entanto, está em queda, com o arrefecimento da guerra no Oriente Médio, após o anúncio de Donald Trump, e a queda do petróleo tipo brent
Presidente da Amazon Brasil defende que a parceria une a tecnologia da plataforma norte-americana com o portfólio e a tradição da Casas Bahia
A CSN pretende utilizar os recursos do empréstimo para refinanciar dívidas existentes no curto e médio prazo; venda da CSN Cimentos foi dada como garantia
Operação envolve transferência de ativos e dívidas para nova empresa sob controle dos investidores; saiba o que esperar do potencial negócio
Depois que a operação for fechada, a Claro será obrigada a abrir um registro de uma oferta pública para a aquisição das ações restantes da Desktop, em função da alienação de controle da empresa
Com recuperação extrajudicial, o real problema do GPA é bem maior. Veja quais as chances de isso vir a pesar de fato para a empresa e quais são os principais entraves para a reestruturação da companhia
No acumulado de 12 meses, a carteira semanal recomendada pela Terra Investimentos subiu 68,44%, contra 36,04% do Ibovespa
Parceria de R$ 1,5 bilhão marca entrada mais firme da Helbor no MCMV, com divisão de riscos e reforço de caixa ao lado da Cyrela
A criação de uma reserva de petróleo ou de um fundo de estabilização voltam a circular; entenda o que realmente funcionaria neste momento
Os benefícios para a indústria petroquímica vieram menores que o esperado, o que pode comprometer ainda mais a recuperação da Braskem, que já vem em dificuldades com sua dívida e troca de controle
Levantamento do Ethisphere Institute reúne 138 empresas em 17 países e aponta desempenho superior e maior resiliência em momentos de crise
No cenário internacional, o barril do Brent acelerou os ganhos e passou de US$ 110 sob temores de uma crise energética global
A Alliança, ex-Alliar, pediu uma suspensão de débitos por 60 dias, alegando a necessidade de evitar uma recuperação judicial
Entre 2017 e 2026, a B3 mais que dobrou sua receita, ampliou o número de produtos disponíveis ao investidor e abriu novas frentes de negócios
Renner paga em abril, enquanto Cemig parcela até 2027; ambas definem corte em 24 de março e reforçam a volta dos proventos ao radar em meio à volatilidade do mercado
Com planos de expansão no radar, varejista pausou captação de até R$ 400 milhões diante da volatilidade global e mantém foco em execução operacional e crescimento da financeira
A saída de Leão ocorre após quatro anos no posto; executivo deixa de herança um plano para o ROE do banco chegar a 20% até 2028. Saiba também quem pode comandar a B3.
Na véspera, as ações da companhia do setor elétrico subiram 15%, embaladas pelo sucesso do certame; CEO fala em oportunidades à frente