O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Além da mudança na avaliação da B3 (B3SA3), o banco também revisou suas projeções para o setor de meios de pagamento como um todo
De olho nas expectativas de que a Selic permanecerá alta por mais tempo do que era imaginado há alguns meses — ou até mesmo que suba ainda mais —, o JP Morgan elevou sua recomendação para o papel da B3 (B3SA3) para compra, com o preço-alvo saindo de R$ 15,00 para R$ 16,00 — potencial de valorização de 32,7% se considerado o fechamento de ontem.
Embora inquestionavelmente exposta à taxa de juros e afetada pela fuga de recursos da renda variável para a renda fixa, o banco diz que a B3 é "uma peça mais agnóstica do setor".
Eles destacam o payout — a porcentagem do lucro líquido distribuído — da bolsa brasileira, que gira em torno de 80% a 100%. Além disso, elogiam o dividend yield de 7%, que justifica o valuation atual dos papéis.
A mudança também ocorre após conversas do banco com Gilson Finkelsztain, presidente da B3, que aposta em uma alta de 150% no volume de negócios da bolsa brasileira.
Mais modestos, os analistas do banco acreditam que esse número seja de 140% em 2023 e 2024.
As projeções mais otimistas se dão graças à maior penetração no varejo, aumento dos clientes institucionais e maior utilização de negociações de alta frequência na bolsa.
Leia Também
Assumindo o incremento de 150% previsto pelo CEO da bolsa, as ações da B3 estariam negociando a um múltiplo preço/lucro de 13,5 vezes para o fim do próximo ano.
Assim, a equipe do JP Morgan diz preferir, além da B3, BB Seguridade (BBSE3), Cielo (CIEL3) e Porto Seguro (PSSA3) entre as empresas financeiras não bancárias.
No mesmo relatório, os analistas também explicam por que rebaixaram a recomendação de PagSeguro (PAGS34) para venda, alterando o preço-alvo de US$ 16,00 para US$ 12,00 — potencial de alta de 10,09% se considerado o fechamento anterior.
Segundo a equipe, está difícil ter uma visão mais construtiva sobre as empresas de meios de pagamento no geral, mesmo com a indústria de cartões acrescendo acima da média neste ano.
Um dos pontos que justificam a análise mais cautelosa está na deterioração da qualidade dos ativos, algo que começou a pesar no apetite a risco dos bancos e promete reduzir o crescimento do cartão de crédito.
Os cartões de débito, por sua vez, não seriam capazes de ocupar esse lugar, já que são bastante substituídos pelo Pix. Dessa forma, o JP Morgan espera uma desaceleração do TPV — o total de pagamentos processados dentro de um determinado período por essas empresas — para o setor.
O documento aponta também que será difícil reverter essa situação em 2023.
"Sentimos que o próximo grande catalisador para as ações de pagamento serão os cortes na Selic", dizem os analistas.
Eles calculam que essas empresas poderiam se beneficiar em até R$ 200 milhões ou R$ 250 milhões para cada corte de 100bps na taxa básica de juros, por conta dos custos de financiamento, que também seriam reduzidos.
Atualmente, o JP Morgan espera um corte de 225bps na Selic até o fim de 2023.
Por volta das 10h40, as ações da B3 (B3SA3) reagiam positivamente ao relatório do JP Morgan e subiam 1,41%, cotadas a R$ 12,25. Os papéis terminaram o dia com ganho ainda maior, de 3,89%, a R$ 12,55.

No mês, a ação cai 16,56%, enquanto no ano há uma valorização de 14,11%.
De acordo com dados compilados pela plataforma TradeMap, das 13 recomendações existentes para o ativo, nove são de compra e quatro são de manutenção.
Segundo uma carta da Squadra, o conselho de administração da empresa deve ganhar R$ 57 milhões em 2026, o que equivale a 1% do valor de mercado da empresa e coloca o time entre os mais bem pagos da bolsa
Analistas do banco apontam descolamento do minério e indicam potencial de valorização acima de 20% para ações
A a empresa quer que ao menos 45% da dívida seja revertida em ações, deixando os credores com até 70% das ações ordinárias, a R$ 0,40 por papel
Confira os problemas na operadora de saúde, segundo a gestora, e quais as propostas da Squadra para melhorar o retorno aos acionistas da Hapvida
A transação envolve toda a participação da Oi e de sua subsidiária na empresa de infraestrutura digital neutra e de fibra ótica por R$ 4,5 bilhões
O ponto central é a conversão das ações preferenciais (PN) em ordinárias (ON); em reuniões separadas, os detentores de papéis PNA1 e PNB1 deram o aval para a transformação integral dos ativos
Empresa dá novos passos na reestruturação e melhora indicadores no ano, mas não escapa de um trimestre negativo; veja os números
O anúncio da renúncia de Bruno Moretti vem acompanhado de novos impactos da guerra dos Estados Unidos e Israel contra o Irã
O preço por ação será de R$ 5,59, valor superior ao atual: as ações fecharam o pregão de terça-feira a R$ 4,44
Em entrevista exclusiva ao Seu Dinheiro, Marino Colpo detalha as dores do crescimento da Boa Safra e por que planos estratégicos devem incluir M&A nos próximos meses
Subsidiária VBM salta de 10% para 26% do Ebitda da Vale e deve ganhar ainda mais peso com preços elevados e novos projetos
Com um fluxo de caixa mais estável, a empresa pode remunerar os acionistas. Se não encontrar novas oportunidades de alocação de capital, poderia distribuir R$41,5 bilhões em dividendos até 2032, 90% do valor de mercado atual, diz o BTG
A saída de Rafael Lucchesi, alvo de críticas por possível interferência política, foi bem recebida pelo mercado e abre espaço para a escolha de um CEO com perfil técnico — em meio a desafios operacionais e à fraqueza do mercado norte-americano
Desde o início do plano de desinvestimento da subsidiária, o total das vendas alcançam cerca de US$ 241 milhões, deixando um montante de US$ 559 milhões a serem alienados
Com Ebitda positivo e alavancagem em queda, aérea tenta deixar para trás fase mais aguda da crise; confira os números do trimestre
Emissão recebeu avaliação BBB- pela Fitch Ratings; agência defende que a nota “reflete o sólido perfil de negócios da JBS”
Na visão de analistas, preço dos papéis caiu em Wall Street, mas fundamentos não. Veja o que está por trás da recomendação
A visão do BTG, J.P. Morgan e Citi sobre as mudanças é positiva, principalmente ao reforçar o compromisso da empresa de se reinventar e modernizar a governança
Companhia avança na reestruturação com novo acordo de acionistas, migração dos fundadores para conselho consultivo e a entrada da Advent International, que pretende comprar até 10% das ações no mercado
Os acionistas elegeram a nova formação do colegiado, com maioria de membros independentes, reforçando práticas de governança alinhadas ao Novo Mercado da B3