O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Apesar do tropeço em julho, o IRB ganhou fôlego por alguns meses com uma recente oferta de ações que levantou R$ 1,2 bilhão
Os investidores estão curiosos para saber como andam os negócio do IRB (IRBR3) após a resseguradora movimentar R$ 1,2 bilhão com uma oferta de ações no início do mês.
Os resultados da companhia no segundo trimestre serão apresentados apenas em novembro, mas, para a alegria dos curiosos, a prestação de contas enviada mensalmente à Superintendência de Seguros Privados (Susep) dá um vislumbre do futuro.
O formulário não é detalhado como um balanço trimestral, mas fornece pistas do que será informado mais adiante. E o prenúncio não é tão favorável: o IRB registrou um prejuízo líquido de R$ 58,9 milhões em julho.
Apesar de negativo, o resultado ainda é melhor do que o prejuízo de R$ 97,6 milhões reportado no mesmo período do ano passado. No acumulado deste ano, porém, o rombo financeiro chegou a R$ 351,7 milhões, superando o prejuízo líquido de R$ 253,7 milhões dos primeiros sete meses de 2021.
Além do resultado líquido, o IRB também detalhou números operacionais do período, quando emitiu R$ 1,3 bilhão em prêmios. Trata-se de um avanço de 15,6% em relação a julho de 2021 e, segundo informações da empresa, foi impulsionado pelo incremento de 22,1% dos prêmios no exterior.
Já no acumulado dos sete primeiros meses de 2022, o prêmio emitido caiu 4,2% na comparação com o mesmo período do ano passado, para R$ 5 bilhões.
Leia Também
As despesas com sinistro, por sua vez, foram de R$ 535,4 milhões, uma alta de 16,7% na mesma base de comparação. O índice de sinistralidade, contudo, seguiu a trajetória oposta e passou de 107,8% em julho de 2021 para 91,4% um ano depois.
Até agora, as despesas com sinistro foram reduzidas em 1,1% em 2022, em relação ao mesmo período de 2021, e ficaram em R$ 3,1 bilhões. Já o índice de sinistralidade subiu de 87,7% para 101,8%.
Apesar do tropeço em julho, o IRB ganhou fôlego por alguns meses com a recente oferta de ações. Para isso, a empresa emitiu 1,2 bilhão de novos papéis a R$ 1,00 cada - um desconto de 50,25% em relação ao fechamento da sessão anterior ao anúncio do follow-on.
Vale relembrar que a resseguradora recorreu à operação após uma sucessão de prejuízos. As perdas foram desencadeadas por um escândalo de fraude em seus balanços contábeis que fez com que a companhia ficasse abaixo do limite de enquadramento da cobertura de provisões técnicas e de liquidez regulatória para operar.
A intenção do IRB é utilizar os recursos levantados com a oferta para adequar os indicadores regulatórios às normas da Superintendência de Seguros Privados (Susep).
Cumprido o reenquadramento, caso sobre algum dinheiro, a resseguradora pretende empregar recursos excedentes da operação no “crescimento orgânico da companhia frente a oportunidades de negócios existentes”. Outra possível destinação é a quitação de passivos.
Vale lembrar que, nas últimas semanas, o IRB literalmente passou o chapéu. Além da oferta de ações a um preço bastante descontado, a companhia vendeu a própria sede - um prédio tombado pelo patrimônio histórico no centro do Rio de Janeiro.
Também chamou a atenção o acordo que pôs fim a 20 anos de disputas judiciais com as empresas controladoras do empreendimento Casashopping.
Chalco e Rio Tinto fecham acordo de R$ 4,7 bilhões com o grupo Votorantim e avaliam fechar o capital da companhia de alumínio
O anúncio do Agibank acontece no mesmo dia que o PicPay estreou na Nasdaq com uma demanda 12 vezes maior que a oferta, captando R$ 6 bilhões
Para os analistas, o valuation subiu, mas nem todos os bancos entregam rentabilidade para sustentar a alta
Operação será liderada por Cristina Junqueira e terá Roberto Campos Neto como chairman
A companhia mantém sequência histórica de ganhos e volta ao patamar de abril de 2025; ações figuram entre os destaques do Ibovespa nesta quinta-feira
A previsão é de que a companhia aérea cumpra com o cronograma que prevê a saída da recuperação judicial até o fim de fevereiro
A Meta começa a testar assinaturas nos seus principais aplicativos, mantendo o básico grátis, mas cobrando por controle e IA
Sem caixa nos anos 1990, Ravinder Sajwan bancou startups no crédito. Décadas depois, está por trás da UltraGreen, empresa de tecnologia médica que levantou US$ 400 milhões no maior IPO primário de Singapura fora do setor imobiliário em oito anos
Em evento, o CEO Glauber Mota afirmou que o país exige outro jogo e força adaptação do modelo global
A proposta, que deverá ser aprovada por assembleia geral de acionistas, prevê que o governo possa vender até a totalidade de sua participação na empresa
No ultimo ano, as ações preferenciais (ALPA4) subiram quase 120% na bolsa, enquanto as ordinárias (ALPA3) se valorizaram mais de 80%
Fintech estreia na Nasdaq no topo da faixa de preço, após demanda forte de investidores globais, e valor de mercado deve alcançar cerca de US$ 2,6 bilhões
Decisão marca o primeiro processo da Operação Compliance Zero a retornar à base judicial; STF mantém apenas relatoria por prevenção
Com o encerramento de 70 lojas nos EUA, a gigante aposta em formatos híbridos e planeja abrir mais de 100 novas unidades da Whole Foods Market, incluindo o fortalecimento da versão compacta Daily Shop
Produção de minério de ferro no quarto trimestre alcança 90,4 milhões de toneladas, alta de 6% na comparação anual; confira o que dizem os analistas sobre o relatório
Com a emissão, a companhia irá financiar a saída da recuperação judicial nos Estados Unidos (Chapter 11). Ela não informou o valor da operação.
Demanda supera oferta em seis vezes e pode levar fintech a valer US$ 2,6 bilhões na bolsa norte-americana
Mensagem enviada por engano antecipou a segunda rodada de demissões na gigante de tecnologia em menos de seis meses
Segundo informações do Estadão, o BRB teria recebido os ativos para compensar os R$ 12,2 bilhões em carteiras de crédito podre vendidas pelo Master
A carteira de encomendas da aviação comercial, a mais rentável da companhia, cresceu 42% em um ano, mas reestruturação da Azul ainda atrapalha