O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A assembleia de acionistas da Gafisa (GFSA3) convocada pela Esh Capital poderá acontecer em 2 de janeiro, contrariando o desejo da empresa
A disputa entre a Esh Capital e o empresário Nelson Tanure, controlador da Gafisa (GFSA3), segue em andamento — e, desta vez, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) interveio. Melhor para a gestora, que obteve um parecer favorável para que a assembleia de acionistas convocada para 2 de janeiro seja realizada.
A pauta da reunião tem potencial explosivo: será discutida uma possível ação de responsabilidade contra Tanure e outros administradores e membros do conselho fiscal da Gafisa, além da destituição desses integrantes e eleição de substitutos; a Esh alega que houve uma suposta quebra de deveres fiduciários.
A companhia tentou suspender a convocação original, alegando irregularidades, e chegou a marcar uma nova assembleia para o dia 9 de janeiro. O xis da questão é que, nesse meio tempo, deve ser homologado um aumento de capital de R$ 150 milhões.
E qual o problema disso? Bem, o racional da Esh parte do princípio de que o grupo ligado a Tanure poderia aumentar a sua participação no capital social da Gafisa após a operação e, com isso, chegar mais forte à assembleia. Vale lembrar que a gestora, por meio do fundo Esh Theta, elevou recentemente sua fatia na incorporadora para pouco mais de 11%.
Dito isso, a CVM colocou-se ao lado da Esh Capital nessa questão. Em voto homologado nesta terça (27), João Accioly, diretor da autarquia, disse ser "reprovável" que a Gafisa tenha omitido a questão do aumento de capital em suas manifestações, afirmando que a companhia deveria ter questionado a convocação dentro do prazo adequado.
A briga gira em torno de uma série de decisões estratégicas tomadas pela Gafisa (GFSA3) no passado recente, com destaque para o desenvolvimento de empreendimentos em Cabo Frio (RJ) e Campo Grande (MS) — a Esh diz que os terrenos comprados pela incorporadora pertencem a uma empresa de Tanure.
Leia Também
No contexto dessa operação, a Gafisa promoveu sua 17ª emissão de debêntures, levantando R$ 245,5 milhões para arcar com a aquisição e os projetos a serem tirados do papel. Segundo fontes consultadas pelo Seu Dinheiro, a gestora alega que a operação representa um “flagrante prejuízo à companhia e seus acionistas” para beneficiar Tanure.
Vale destacar que os títulos são conversíveis em ações. Considerando isso, a Esh acredita que o objetivo final da operação é diluir os acionistas e aumentar a participação do empresário na companhia — e já conseguiu uma liminar na Justiça que impede essa conversão. A Gafisa diz que a emissão atende à legislação e à regulamentação em vigor.
Ainda no âmbito de uma eventual diluição dos acionistas, a Esh tenta barrar a homologação do aumento de capital de R$ 150 milhões — esse é um dos pontos da AGE convocada para o dia 2 —, novamente temendo que o grupo ligado a Tanure obtenha uma fatia maior ao fim do processo.
O mercado parece reagir bem ao parecer favorável a CVM para a r6alização da assembleia convocada pela Esh no dia 2. As ações GFSA3 fecharam o dia em forte alta de 28,42%, a R$ 8,09, anotando o melhor desempenho de toda a bolsa nesta quarta (28). O Ibovespa teve um dia positivo e subiu 1,53%.
Apesar do desempenho positivo visto hoje, as ações da Gafisa ainda amargam perdas relevantes num horizonte mais longo: em 12 meses, os papéis amargam perdas de 53,50%.

Alta da commodity reacende questionamentos sobre defasagem nos combustíveis e coloca em dúvida a estratégia da estatal para segurar os preços no Brasil; veja o que dizem os analistas
Modelo híbrido que combina atendimento físico e banco digital para aposentados do INSS chama a atenção de analistas; descubra qual a ação
Companhia chama credores e debenturistas para discutir extensão de prazos e possível waiver de alavancagem; entenda
Mesmo após melhorar as projeções para a Telefônica Brasil, banco diz que o preço da ação já reflete boa parte do cenário positivo e revela uma alternativa mais atraente
A Ipiranga não é apenas mais uma peça no portfólio da Ultrapar; é, de longe, o ativo que mais sustenta a geração de caixa do conglomerado.
O desafio de recolocar os negócios no prumo é ainda maior diante do desaquecimento do mercado de materiais de construção e dos juros altos, que elevaram bastante as despesas com empréstimos
Com foco em desalavancagem e novos projetos, as gigantes do setor lideram a preferência dos especialistas
Estatal vai pagar R$ 8,1 bilhões aos acionistas e sinalizou que pode distribuir ainda mais dinheiro se o caixa continuar cheio
Operação encerra anos de tentativas de venda da participação da Novonor e abre caminho para nova fase de gestão e reestruturação das dívidas da companhia
Enquanto os papéis da petroleira disparam no pregão, a mineradora e os bancos perderam juntos R$ 131,4 bilhões em uma semana
Quem realmente cria valor nos bancos? Itaú e Nubank disparam na frente em novo ranking — enquanto Banco do Brasil perde terreno, diz Safra
Brasileiros agora podem pagar compras em lojas físicas argentinas usando Pix; veja o mecanismo
Com Brent acima de US$ 90 após tensão geopolítica, executivos da petroleira afirmam que foco é preservar caixa, manter investimentos e garantir resiliência
O Brent cotado acima de US$ 90 o barril ajuda no avanço dos papéis da companhia, mas o desempenho financeiro do quarto trimestre de 2025 agrada o mercado, que se debruça sobre o resultado
Bruno Ferrari renuncia ao cargo de CEO; empresa afirma que mudança abre caminho para uma nova fase de reestruturação
Venda da fatia na V.tal recebe proposta abaixo do valor mínimo e vai à análise de credores; Fitch Ratings rebaixa a Oi por atraso no pagamento de juros
Pacote envolve três companhias do grupo e conta com apoio da controladora e da BNDESPar; veja os detalhes
Pedido de registro envolve oferta secundária de ações da Compass e surge em meio à pressão financeira enfrentada pela Raízen
O consenso de mercado compilado pela Bloomberg apontava para lucro líquido de R$ 16,935 bilhões no período; já as estimativas de proventos eram de R$ 6,7 bilhões
A decisão ocorre após a empresa informar que avalia um plano de reestruturação financeira, que inclui uma injeção de R$ 4 bilhões