O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A plataforma chegou a adotar a chamada pílula de veneno para impedir que Musk aumentasse sua participação, mas acabou mudando de posição
Elon Musk conseguiu finalmente prender o passarinho azul em sua gaiola. O CEO da Tesla (TSLA34) agora também é o dono do Twitter (TWRT34). O negócio, avaliado em cerca de US$ 44 bilhões, foi anunciado oficialmente nesta segunda-feira (25) como era esperado.
O conselho do Twitter concordou nesta segunda-feira (25) em vender a empresa para Musk. Segundo a plataforma, o conselho aceitou por unanimidade a oferta de US$ 54,20 por ação — cerca de 38% acima do valor dos papéis da rede social em 1 de abril, quando o bilionário comprou uma fatia de 9%.
Assim que a notícia da aprovação saiu, os papéis do Twitter em Nova York chegaram a subir 6%. Já as BDRs avançam mais de 10% na B3 — veja os gráficos abaixo (o primeiro mostra as ações TWTR em Nova York; o segundo, os recibos de ações na bolsa brasileira):


De acordo com as informações preliminares, o acordo deve ser fechado este ano e sujeito a aprovações de acionistas e reguladores.
O Twitter ainda planeja divulgar seus resultados do primeiro trimestre na manhã de quinta-feira (28), mas a empresa não realizará uma teleconferência após a divulgação dos resultados.
Após comprar cerca de 9% da plataforma, Musk apresentou no último dia 14 uma proposta para adquirir 100% do Twitter por US$ 54,20 por ação.
Leia Também
A empresa chegou a adotar a chamada pílula de veneno (poison pill) para impedir que o bilionário aumentasse sua participação, mas mudou de posição depois que seus papéis desabaram e o dono da Tesla disse que tinha garantido US$ 46,5 bilhões em financiamento.
Desde o início, Musk disse que US$ 54,20 por ação era sua melhor proposta e também a final. Nos últimos dias, ele teria reiterado ao presidente do conselho do Twitter, Bret Taylor, que não cederia no preço ofertado e acabou levando a melhor.
Embora os detalhes do acordo ainda não tenham sido revelados, Musk garantiu US$ 25,5 bilhões em empréstimos bancários. O bilionário disse que pagaria pelo restante, segundo em um documento à SEC, com um compromisso de capital de US$ 21 bilhões.
Isso significa que o empresário deve usar parte de sua fatia na Tesla, embora ele ainda não tenha especificado seu plano de ações.
Musk tem uma fortuna avaliada em US$ 270 bilhões, segundo a Forbes, mas grande parte de seu dinheiro está atrelado aos papéis da Tesla. Ele regularmente usa sua participação na Tesla como garantia para empréstimos.
Musk é mais conhecido por ser um inovador de carros elétricos e entusiasta do espaço. Mas escreveu uma carta ao presidente do conselho do Twitter indicando quer tornar a empresa privada para liberar seu “potencial extraordinário”.
O bilionário acredita que a empresa pode ser a “plataforma de liberdade de expressão em todo o mundo”.
O Twitter, como outras grandes empresas de mídia social, vinha tentando encontrar a melhor forma de moderar o conteúdo on-line, caminhando em uma linha tênue entre proteger os usuários e promover a liberdade de expressão.
No final de março, Musk postou uma pesquisa no Twitter, perguntando se as pessoas achavam que o Twitter “adere rigorosamente” ao princípio da liberdade de expressão. Depois que a maioria dos eleitores escolheu “não”, Musk perguntou se uma nova plataforma era necessária.
Além de fechar o capital da empresa, Musk também cogita reduzir a moderação de conteúdo. Em uma palestra do site TED no último dia 13, ele disse que o Twitter é uma “praça pública de fato” e que “é muito importante que seja um local inclusivo de livre expressão.
O bilionário também já sinalizou que quer reduzir a dependência de anúncios e abrir o código-fonte do Twitter para que usuários possam recomendar melhorias. Mudanças com mais impacto para o dia a dia, como mensagens mais longas e botão de edição também foram sugeridos.
Musk é bastante conhecido por sua presença controversa no Twitter. Além de fazer pesquisas com seus mais de 83 milhões de seguidores sobre o futuro de seus negócios, ele também já questionou as vacinas contra a covid-19 e foi multado por usar a plataforma para influenciar no valor das ações da Tesla.
No início da pandemia, o bilionário bateu de frente com os reguladores da Califórnia ao reabrir desafiadoramente a fábrica de Tesla enquanto o condado ainda estava lockdown. Além disso, ele questionou a eficácia dos imunizantes contra o novo coronavírus.
Musk também teve vários desentendimentos com a Securities and Exchange Commission (SEC, a xerife do mercado dos EUA), incluindo o momento em que publicou mensagem no Twitter afirmando que tinha “financiamento garantido” para fechar o capital da Tesla .
Em 2018, ele fez um acordo com a SEC avaliado em US$ 20 milhões e concordou em deixar o cargo de presidente da empresa de carros elétricos.
Primeira parcela faz parte do pacote de R$ 4,3 bilhões aprovado pela elétrica para remunerar acionistas em 2026
Nova estratégia combina crescimento acelerado com ROE em alta, e coloca o banco em um novo patamar de cobrança; veja os detalhes
Além da Fast Shop, o Ministério Público identificou mais empresas que foram beneficiadas pelo esquema, incluindo a Ultrafarma
Com crescimento equilibrado entre móvel, fibra e digital, Telefônica Brasil entrega lucro de R$ 1,2 bilhão no 1T26; veja os destaques do resultado
O balanço do BTG trouxe lucro em expansão e rentabilidade em alta; confira os principais números do trimestre
Mercado espera crescimento da receita, Ebitda bilionário e mais uma rodada de proventos para os acionistas da estatal; confira as projeções
A semana teve mudanças relevantes em Axia Energia (AXIA3), Tenda (TEND3) e Cemig (CMIG4)
Ex-presidente da B3 e ex-diretor do Santander, Gilson Finkelzstain foi escolhido em março para substituir Mario Leão no comando do banco no Brasil
Nesta sexta-feira (8), as ações da estatal completaram cinco sessões de quedas consecutivas, acompanhando a forte desvalorização do Brent na semana
Lucro cresceu 13,2% no primeiro trimestre, e bancos seguem vendo espaço para avanço dos dividendos
Com receita mais diversificada e aposta em Wealth, banco tenta reduzir volatilidade enquanto espera queda dos juros, afirma Vinicius Carmona ao Seu Dinheiro
De acordo com a empresa, a gestão de Reynaldo Passanezi Filho, que deixa o cargo, foi marcada por um ciclo de crescimento da companhia, avanços em eficiência operacional e investimentos em níveis recordes
Fenômeno com a Carmed e cada vez mais pop nas redes, a farmacêutica viu margens pressionadas, estoques travados e queima de caixa em 2025. Agora, tenta equilibrar crescimento acelerado com disciplina financeira
A varejista teve prejuízo líquido de R$ 55,2 milhões no primeiro trimestre de 2026, revertendo o lucro de R$ 12,8 milhões registrado no mesmo período do ano passado, em meio à pressão da Selic elevada sobre as despesas financeiras
Após um 1T26 pressionado, Ricardo Moura aposta em melhora gradual da rentabilidade — sem abrir mão do conservadorismo
Petroleira pagará R$ 0,34 por ação em juros sobre capital próprio e também informou avanço nas negociações com a Brava Energia
Marcos Cruz será o novo CEO da Tenda a partir de junho de 2027. O executivo comandou a Nitro Química na última década e acumula passagens pela McKinsey e Secretaria Municipal da Fazenda de São Paulo
Mesmo com receita acima do esperado e forte aceleração das vendas, o Mercado Livre registrou queda no lucro líquido e pressão nas margens no primeiro trimestre de 2026
Lucro recorde e avanço no ROE não foram suficientes para segurar as ações nesta sessão; veja o que pressiona os papéis hoje
Ação saltou mais que o triplo do Ibovespa desde o início de 2026, mas os analistas do JP Morgan calculam que o papel ainda tem espaço para subir