O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A Unidas é quem distribuirá a maior quantia, cerca de R$ 82,6 milhões, já a Localiza pagará R$ 53 milhões aos acionistas
Após marcarem a data da aguardada fusão, Localiza (RENT3) e Unidas (LCAM3) anunciaram mais uma novidade para os acionistas nesta quinta-feira (23): o pagamento de mais de R$ 135,6 milhões em dividendos.
A Unidas é quem distribuirá a maior quantia - R$ 82,6 milhões ou cerca de R$ 0,16286964936 por ação. O pagamento está marcado para 8 de julho.
Para ter direito ao provento, que será distribuído na forma de juros sobre o capital próprio (JCP), é preciso estar na base acionária da companhia na próxima terça-feira (28).
Já a Localiza pagará R$ 53 milhões, ou R$ 0,146550048 por ação, também como JCP, para quem detiver os papéis RENT3 em 30 de junho, véspera da fusão. A empresa depositará o dinheiro na conta dos investidores em 11 de outubro.
É importante destacar que os valores informados são brutos — o JCP está sujeito à retenção de Imposto de Renda (IR) na fonte. Também vale destacar que, após as datas de cortes informadas, as ações serão negociadas "ex-direitos" e passarão por um ajuste na cotação referente aos proventos já alocados.
Ou seja, você pode optar por comprar o papel agora e ter direito ao montante ou esperar a data de corte e adquirir os ativos por um valor menor, mas sem o direito ao JCP.
Leia Também
Cerca de seis meses após receberem a aprovação do Cade, Localiza e Unidas marcaram o casamento para 1º de julho de 2022, data na qual as companhias divulgarão um comunicado ao mercado trazendo os detalhes sobre os procedimentos relacionados à combinação dos negócios.
Na última quarta-feira (22), o Cade deu aval para que 49 mil veículos fossem comprados pela gestora canadense Brookfield. O negócio foi anunciado na semana passada e faz parte das exigências do órgão para conceder a bênção da união.
A Brookfield pagou R$ 3,570 bilhões pela frota — o que dá uma média de R$ 72.857 por carro. Para quem estranhou o nome do comprador, vale destacar que a gestora é dona da locadora de veículos Ouro Verde.
A fusão entre Localiza e Unidas foi aprovada pelo Cade no fim do ano passado, mas o órgão estabeleceu algumas condições para liberar o negócio.
O objetivo do Cade foi justamente diminuir o tamanho da nova empresa para evitar uma concentração muito grande de mercado.
Desta forma, as empresas se comprometeram a vender parte dos ativos do segmento de aluguel (Rent-a-car, ou RAC, em inglês), além da própria marca Unidas.
Em teleconferência nesta sexta-feira (8), o CEO do Magazine Luiza comentou sobre o cenário macro, que segue pressionando a empresa e é um dos grandes fatores pelos quais ele não topa entrar na guerra dos preços online
A companhia chega à bolsa com uma tese que mistura ativos regulados e previsíveis, como a Comgás, com a aposta de crescimento da Edge, braço voltado ao mercado livre de gás, GNL e biometano
Para muitos, o recuo do ouro sinaliza cautela. Mas para Benjamin Mandel, o metal precioso é uma convicção de longo prazo; saiba como investir na tese de maneira descomplicada
Em teleconferência com analistas, Abhi Shah detalhou como a companhia está tentando se blindar da disparada nos preços dos combustíveis na esteira dos conflitos no Oriente Médio
A operação será 100% secundária, ou seja, os recursos irão para os acionistas vendedores, e não para o caixa da companhia
Analistas que indicaram o FII em maio ainda enxergam potencial de valorização nas cotas e geração de renda atrativa
Com minério em alta e fluxo estrangeiro, papel recupera fôlego e acumula ganhos de dois dígitos em 2026
O estilo Trump de negociar traz alguma volatilidade aos mercados. De um lado, há fortes sinais de trégua. De outro, o republicano promete a pior ofensiva que o Irã já viu. Entenda como essas forças mexem com as bolsas aqui e lá fora
Expectativa de trégua no Oriente Médio reduz prêmio de risco da commodity e pesa sobre ações de petroleiras na bolsa brasileira
Conhecida pelos celulares, a Samsung é maior fabricante mundial de chips de memória de alta performance
Apesar de o horizonte mostrar a chegada de uma tempestade, há ações que podem fazer a carteira dos investidores navegar mais tranquilamente
A gestora projeta que a retomada das vendas deve contribuir para recompor o caixa e viabilizar o retorno dos dividendos
Ações da mineradora recuaram com aversão ao risco global, enquanto minério de ferro avançou na China; bancos seguem otimistas com dividendos
Apesar das transações, a gestão do fundo imobiliário mantém o guidance de R$ 0,09 por cota no semestre
O banco elevou uma ação elétrica de neutra para compra, e citou outras duas empresas do setor que são consideradas as mais promissoras
Considerando a receita dos novos imóveis, a casa de análise enxerga potencial de geração de valor no médio prazo
O comunicado é uma resposta à notícia de que a controladora da Decolar considerava fazer uma oferta pela operadora brasileira de turismo
A operação envolve a alienação de 11 empreendimentos logísticos e reforça a estratégia de reciclagem de portfólio da companhia
A companhia anunciou que concluiu o acordo com o fundo soberano da Arábia Saudita para criação da Sadia Halal. O próximo passo é o IPO na bolsa de lá, com valor de mercado estimado ultrapassando os US$ 2 bilhões
Balanços corporativos também mexeram com índices de ações norte-americanos; petróleo caiu com possível acordo entre Irã e EUA