O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A ação da DiDi, que é dona da 99, acumula queda de mais de 80% desde seu badalado IPO, em junho do ano passado
A DiDi, dona da 99, requisitou uma carona em dezembro do ano passado. Ela pretendia ir de Wall Street de volta para sua casa, na China. Mas só agora um motorista acenou com uma previsão de quando a corrida será atendida.
E o resultado não foi nada bom para as ações da Didi. Os papéis da gigante tecnológica chinesa despencavam no pré-mercado em Nova York na manhã de hoje depois de a empresa ter reportado prejuízo e queda de 12,7% na receita do quarto trimestre.
A maior parte do declínio da receita veio da divisão China Mobility. O prejuízo no trimestre foi de cerca de US$ 27 milhões.
Mas este nem é o maior dos problemas. A DiDi anunciou que não tentará listar suas ações em em nenhum outro país até que a deslistagem dos EUA seja concluída.
Além disso, para deliberar sobre a saída do mercado norte-americano de ações, a companhia convocou para 23 de maio uma assembleia extraordinária de acionistas.
Consequentemente, as ações da Didi recuavam quase 20% no pré-mercado em Nova York. Desde o IPO, em junho do ano passado, os papéis do principal aplicativo de caronas da China já caíram mais de 80%.
Leia Também
Há menos de um ano, a DiDi protagonizou uma badalada oferta inicial de ações (IPO) em Nova York.
Em dezembro de 2021, entretanto, a empresa comunicou a seus acionistas que voltaria para casa.
A DiDi encontrava-se sob intensa pressão tanto de autoridades regulatórias dos Estados Unidos quanto da China em meio a uma disputa entre os dois países que envolve privacidade de dados e segurança nacional.
Em um comunicado divulgado no sábado, a DiDi informou que estava “cooperando plenamente com as revisões de segurança cibernética na China” e, por isso, não solicitaria listagem em nenhuma outra bolsa de valores até que a deslistagem nos EUA fosse concluída.
Anteriormente, a empresa estudava a possibilidade de listar suas ações em Hong Kong.
Nova gigante nasce com escala bilionária e mira Novo Mercado — mas o que muda para Rede D’Or, Fleury e Mater Dei?
Qualquer melhora na bolsa depende do sucesso da Qualicorp em conseguir se reerguer. “Continuamos a acreditar que a performance da ação está firmemente conectada ao sucesso do seu plano de turnaround”, escreve o BTG Pactual.
Banco separa ativos de saúde via IPO reverso da Odontoprev e aposta que mercado vai reprecificar a “joia escondida” no balanço
O catálogo da Warner Bros inclui franquias icônicas como “Harry Potter”, “Game of Thrones”, e personagens da DC Comics como Batman e Superman
Banco une operadora, hospitais, clínicas e participação no Fleury em um ecossistema de R$ 52 bilhões de receita — e já nasce mirando governança premium na bolsa
Dona da bolsa brasileira lucra R$ 1,4 bilhão no período, com crescimento em todos os segmentos
Remuneração será igual para ações ordinárias e preferenciais, com pagamento até 31 de agosto de 2026
Banco reconhece que a companhia mantém disciplina de custos e forte execução operacional, mas chama atenção para uma dinâmica perigosa para as ações
Balanço melhor que o esperado traz alívio aos investidores, mas projeções mais fracas para o início de 2026 limitam o otimismo
Com um caminhão de dívidas vencendo em 2025, o Pão de Açúcar (PCAR3) tenta alongar compromissos enquanto cortar custos. Mercado se pergunta se isso será o bastante
A empresa de saneamento possui 37% de participação de mercado no setor privado e tem como sócios a companhia Equipav, Itaúsa e o fundo soberano de Singapura
A agência de crédito elevou o rating da Azul de ‘D’ para ‘B-’, que ainda mantém a empresa em grau especulativo; entenda o que mudou
Depois de tentar deixar subsidiárias de fora da RJ da holding, pedido foi ampliado a atinge a Fictor Alimentos — movimento que expõe fragilidades operacionais e reacende dúvidas sobre a autonomia da companhia aberta
Caso não exerçam a preferência de compra das novas ações, acionistas devem sofrer diluição relevante na participação acionária no capital social total do BRB.
A queridinha do mercado no segmento de saúde teve um terceiro trimestre espetacular, o melhor desde seu IPO em dezembro de 2020, o que jogou as expectativas para cima
Após cortar payout de dividendos, banco busca alongar dívida híbrida e aliviar pressão sobre os índices até 2027
Companhia elétrica leva distribuição total de 2025 a R$ 1,37 bilhão, equivalente a 55% do lucro ajustado
Durante painel do BTG Summit 2026, os executivos dizem que a nova onda tecnológica não é opcional, e já está redesenhando modelos de negócio e geração de receita
Banco digital encerrou o quarto trimestre de 2025 com um lucro recorde de US$ 895 milhões; veja os destaques
Executivos do banco espanhol prometem recuperar rentabilidade até 2028 e reduzir índice de eficiência para competir com os novos players