O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Já o resultado ajustado, que exclui efeitos considerados "pontuais" pela Cosan, caiu 50% na comparação anual, para R$ 265,5 milhões

A Cosan (CSAN3) está no centro das atenções corporativas após anunciar a compra de uma fatia de 6,5% da Vale (VALE3) no início do mês passado. O negócio foi questionado pelo mercado, que se voltou para o balanço da empresa, divulgado nesta sexta-feira (11), para checar como estava sua saúde financeira antes da aquisição.
E o que investidores e analistas encontraram por lá foi um prejuízo líquido de R$ 201,9 milhões no terceiro trimestre, revertendo o lucro de R$ 3,2 bilhões registrado no mesmo período do ano passado. Já o resultado ajustado, que exclui efeitos considerados "pontuais" pela Cosan, caiu 50%, para R$ 265,5 milhões.
Entre os itens desconsiderados estão o resultado da aquisição do negócio de Lubrificantes da Shell pela Raízen (RAIZ4) e o ganho líquido sobre os efeitos do IPO da empresa de energia - antes uma joint venture formada por Cosan e Shell em 2011 - e da compra da Biosev, por exemplo.
O Ebitda (Lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização, da sigla em inglês), por outro lado, avançou 19,3% e ficou em R$ 4,1 bilhões. Já a receita líquida passou de R$ 31 bilhões para R$ 43,7 bilhões, uma alta de 41% na comparação anual.
A alavancagem, medida pela relação entre dívida líquida e Ebitda, terminou o trimestre em 3,1x, um crescimento de 1x ante o terceito trimestre de 2021. Segundo a Cosan, o indicador foi incrementado pela dívida da Raízen, que, por sua vez, aumentou com o consumo de caixa operacional para formação de estoques de começo de safra.
Vale destacar que, como uma holding de investimentos, a principal atividade da companhia é deter participações acionárias em outras empresas, e por isso o balanço é tão afetado pela performance da Raízen.
Leia Também
A Cosan também é dona de fatias da Rumo (RAIL3), de logística ferroviária, da Compass Gás & Energia e da Moove, referência no mercado de lubrificantes.
A Cosan (CSAN3) informou ter comprado 4,9% da Vale (VALE3) no início de outubro. O negócio é avaliado em R$ 17 bilhões e foi feito por uma subsidiária.
A transação para a compra das ações ordinárias foi realizada a partir de linhas de crédito e também derivativos. Num primeiro momento foram compradas 1,5% das ações da Vale e, depois, outros 3,4% via opções.
E a Cosan não pretende parar por aí: ela ainda quer aumentar essa participação em pelo menos 1,6% no futuro ao exercer direitos econômicos. Porém, isso depende de aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).
Segundo a companhia, a ideia é diversificar seus "investimentos em ativos irreplicáveis" e aproveitar a vantagem competitiva do Brasil no setor de mineração.
Para o UBS BB, porém, a compra da participação na Vale representou um movimento diferente dos investimentos anteriores da Cosan e também do que o mercado entende como o "DNA" da holding.
Em outras palavras, a Cosan até então tinha como prática atuar no desenvolvimento e fortalecimento das empresas nas quais investe. E agora não está claro como a companhia pretende fazer o mesmo com a Vale.
O banco refez os cálculos após a aquisição e decidiu cortar o preço-alvo das ações da Cosan de R$ 26 para R$ 23.
ALERTA VERMELHO
QUASE NINGUÉM QUIS?
ACABOU O SEGREDO
VEJA DETALHES
FIM DO MISTÉRIO?
PLANO DE EMERGÊNCIA
GIGANTE DA TECNOLOGIA
EXPANSÃO NO NORTE
ADIADO
REMÉDIO AMARGO?
DEPOIS DA TURBULÊNCIA
SOB NOVA DIREÇÃO?
APOSTA LIMITADA
NOVA APOSTA
TESTE DE FOGO
NOVA FERRARI
AÇÃO BARATA?
HORA DE COMPRAR
NOVA FAXINA NO BALANÇO
LUXO À BORDO