🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Renan Sousa

Renan Sousa

É repórter do Seu Dinheiro. Formado em jornalismo na Universidade de São Paulo (ECA-USP) e já passou pela Editora Globo e SpaceMoney.

DESTAQUES DO PREGÃO

Cogna (COGN3) dispara quase 20% após balanço surpreendente e puxa o setor de educação para o alto; Yduqs (YDUQ3) sobe 9,41%

O prejuízo ajustado da Cogna (COGN3) caiu 87,3% no trimestre, para R$ 74,9 milhões; sem ajuste, a empresa teve lucro de R$ 65 milhões

Renan Sousa
Renan Sousa
25 de março de 2022
14:51 - atualizado às 11:41
Logo da Cogna
Confira o que faz da Cogna (COGN3) um dos destaques do pregão de hoje. - Imagem: Divulgação/Flavio Fabene

A Cogna (COGN3), uma das gigantes de educação na bolsa, surpreendeu o mercado ao apresentar um balanço com inúmeros sinais positivos no quarto trimestre de 2021. E, como resultado, suas ações foram as estrelas do Ibovespa nesta sexta-feira (25), subindo forte e puxando os papéis das outras companhias do setor.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

As ações COGN3 encerraram o dia com alta de 19,48%, negociadas a R$ 2,76, liderando a ponta positiva do Ibovespa. Yduqs ON (YDUQ3) veio logo em seguida, com uma valorização de 9,41%.

Fora do Ibovespa, outras duas companhias do segmento de educação também operaram em alta, embora com uma magnitude menor. Ânima ON (ANIM3) subiu 3,15%, e Ser Educacional ON (SEER3) avançou 0,09%.

Cogna: reversão no prejuízo

O grupo, encabeçado pelas marcas Kroton e Vasta, teve lucro de R$ 65 milhões no quarto trimestre do ano passado — uma melhora e tanto em relação ao prejuízo de R$ 4 bilhões reportado nos três últimos meses de 2020.

Esse dado, no entanto, não é de grande valia, uma vez que a base de comparação está bastante distorcida: os resultados do quarto trimestre de 2020 consideravam enormes perdas contábeis no lado do valor recuperável dos ativos, um efeito que foi revertido agora.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Uma análise mais profunda

Sendo assim, é mais relevante a análise do resultado líquido ajustado, que desconsidera essas distorções. E, nessa base, a Cogna segue no vermelho, embora mostrando tendências positivas: sim, há um prejuízo de R$ 74,9 milhões, mas essa perda é 87% menor que a contabilizada há um ano.

Leia Também

De maneira semelhante, houve uma recuperação no Ebitda (lucro antes da dedução de juros, impostos, depreciação e amortização) recorrente da empresa.

A Cogna saiu de um resultado negativo em R$ 100,5 milhões nos três últimos meses de 2020 para um saldo positivo em R$ 424 milhões no quarto trimestre de 2021.

Otimização operacional e inadimplência

O crescimento da presença da Kroton no ensino à distância (EAD) auxiliou no bom desempenho dos números do último trimestre. Houve um aumento de 15,1% nessa categoria de ensino, o que reforça a presença da marca no modelo híbrido ou digital. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além disso, a adoção de medidas que aumentam o número de alunos pagantes (adimplência) também melhorou. Os mecanismos adotados pela empresa fizeram esse indicador crescer 6,2 pontos percentuais no trimestre. 

Receita e custos operacionais da Cogna

Por fim, a gestão dos contratos após o Capex — montante que a empresa separa para aquisições — também teve um salto nos últimos meses de 2021. 

Em relação ao mesmo período de 2020, houve um crescimento de 105,6%, um avanço de R$ 240 milhões para R$ 494 milhões.

Em todo 2021, a receita líquida da Cogna chegou a R$ 5,281 bilhões, uma queda de 10,5% em relação aos R$ 5,899 bilhões de todo o ano de 2020.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

JP Morgan e Credit Suisse de olho em COGN3

Apesar da alta de dois dígitos hoje, o JP Morgan e o Credit Suisse acreditam que as ações estão com desempenho abaixo do esperado — e recomendam cautela. 

Em um relatório publicado mais cedo, o banco suíço destaca a melhora na gestão de caixa em 2021, mas também leva em conta o efeito negativo da volta às aulas presenciais e a estagnação do ticket médio da empresa. 

Sendo assim, o Credit Suisse recomenda cautela com COGN3, além de não descartar que a piora geral do cenário macroeconômico possa afetar os papéis. De maneira semelhante, o JP classifica as ações da Cogna como “underweight”, o que significa uma atuação aquém da média do mercado. 

Cogna (COGN3) puxa rivais

E por que as demais ações do setor de educação também estão em alta, pegando carona na reação positiva ao balanço da Cogna (COGN3)?

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A análise isolada das empresas ajuda a explicar esse fenômeno. Veja o caso de Yduqs (YDUQ3), por exemplo: assim como a Cogna, ela também apostou num modelo de EAD com tickets mais baixos, o que se mostrou problemático com a pandemia, dada a alta evasão dos alunos — cursos baratos foram deixados de lado num contexto de dificuldade econômica.

Sendo assim, as tendências animadoras mostradas pela Cogna ajudam a renovar o otimismo em relação à tese de Yduqs — como se o desempenho operacional de uma fosse uma espécie de ‘proxy’ da outra.

Fora dos holofotes

Ânima (ANIM3) e Ser (SEER3) também sobem, mas com menor intensidade, já que as duas operam de uma maneira ligeiramente diferente: fizeram a transição para o EAD com mais tranquilidade e possuem cursos com tickets mais altos, dando grande foco às áreas de medicina e ciências biológicas.

Assim, a melhora mostrada pela Cogna não traz implicações tão diretas para as duas — no limite, mostra que o setor como um todo pode estar entrando num ciclo mais salutar. Sendo assim, os ganhos na bolsa acabam sendo mais tímidos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
REAÇÃO AO BALANÇO

O pior trimestre em 10 anos: WEG (WEGE3) decepciona no crescimento no 4T25. Ainda vale pagar caro pela excelência?

25 de fevereiro de 2026 - 12:39

Lucro vem abaixo do esperado e receita perde força, mas analistas revelam “trunfo” do balanço; veja o que esperar

VAI TER ROE DE BANCÃO?

Depois do IPO, vale investir? BB Investimentos inicia cobertura de PicPay com recomendação de compra e potencial de alta de 32%

25 de fevereiro de 2026 - 11:58

Enquanto algumas empresas no estágio de abertura de capital ainda estão queimando caixa para crescer, essa não é a história do PicPay, diz o BB Investimentos, e ROE pode chegar ao nível do de grandes bancos nos próximos anos

DEPOIS DO AVAL DA JUSTIÇA

Oi (OIBR3) põe R$ 140 milhões ‘na mesa’ em 2º leilão para pagar credores de fora da RJ, mas exige desconto de até 70%

25 de fevereiro de 2026 - 10:37

Com aval da Justiça, a Oi (OIBR3) busca quitar dívidas fora do plano da RJ, reservando R$ 140 milhões aos credores que aceitarem dar descontos de até 70% para receber antes

VEJA OS NÚMEROS DO BALANÇO

Pão de Açúcar (PCAR3): há “incerteza relevante” sobre capacidade da empresa de seguir de pé, diz auditoria; veja detalhes

25 de fevereiro de 2026 - 8:47

Com déficit de capital circulante de R$ 1,2 bilhão e R$ 1,7 bilhão em dívidas vencendo em 2026, varejista recebe ressalva da Deloitte sobre continuidade operacional, enquanto diz renegociar débitos. Grupo divulgou resultados do 4T25 ontem

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

A empresa escondida que quer fazer IPO na Nasdaq, os resultados corporativos e o que mais você precisa saber hoje

25 de fevereiro de 2026 - 8:37

Transire tem 75% do mercado de fabricação de maquininhas de pagamento e grandes sonhos para os próximos anos: conheça a história da empresa e suas aspirações de abertura de capital

'IMPÉRIO' DISCRETO

Transire: a empresa brasileira que ninguém vê, mas todo mundo usa — e que agora quer IPO na Nasdaq para bancar expansão global

25 de fevereiro de 2026 - 6:01

Com 75% do mercado brasileiro e R$ 2 bilhões em receita, a fabricante de maquininha de cartão agora aposta em ecossistema próprio. A companhia está por trás de marcas como Stone, Cielo e outras

DE MUDANÇA

Santander (SANB11) anuncia nova sede corporativa sustentável em São Paulo; projeto é desenvolvido pela GTIS Partners

24 de fevereiro de 2026 - 19:48

Campus JK reunirá três torres corporativas interligadas e seguirá padrões internacionais de eficiência energética

CORRIDA TECNOLÓGICA

Meta escolhe a AMD para turbinar data center de IA e embala Wall Street; entenda o que está por trás do acordo de US$ 100 bilhões

24 de fevereiro de 2026 - 18:09

O acordo marca um avanço importante da AMD na disputa direta com a Nvidia pelo domínio do mercado de GPUs voltadas ao boom da IA

FICOU PARA TRÁS

Comeu poeira? Ação do Nubank decepciona entre os bancos em 2026, mas analistas enxergam “oportunidade rara” antes do 4T25

24 de fevereiro de 2026 - 17:47

Enquanto os bancões brasileiros sobem mais de 20% no ano, o roxinho patina em Wall Street. Às vésperas do 4T25, analistas veem oportunidade onde o mercado vê risco; veja o que esperar

COM A PALAVRA, ACCIOLY

Quem falhou no caso Banco Master? Presidente da CVM rebate críticas e fala em “alinhamento perverso” no mercado

24 de fevereiro de 2026 - 15:53

Em audiência no Senado, João Accioly afirma que o problema não foi falta de ação da CVM, já que investigação já mirava o banco antes da crise explodir

MUDANÇA DE ROTA

Vale a pena voltar para a Azul (AZUL53)? Bradesco BBI melhora recomendação após reestruturação bilionária

24 de fevereiro de 2026 - 15:30

Banco eleva recomendação para neutra após reestruturação reduzir dívida, juros e custos de leasing; foco agora é gerar caixa e diminuir alavancagem

MUDANÇA NO CONTROLE

Quem é David Neeleman, fundador da Azul (AZUL53) que deixou de controlar a empresa e vive nova fase financeira

24 de fevereiro de 2026 - 15:27

Reestruturação da Azul dilui participação do fundador, que segue no Conselho de Administração

A MENOR MARGEM EM 10 ANOS

Gerdau (GGBR4) tem resultados estáveis, mas ações caem no Ibovespa — operação no Brasil está com margens “em crise”

24 de fevereiro de 2026 - 12:30

Enquanto a operação nos EUA se manteve forte e resiliente, o lado brasileiro foi “notavelmente fraco”, avaliam os analistas do BTG Pactual

GRANA EXTRA

Americanas (AMER3) vai vender até R$ 468 milhões em imóveis e usar parte do valor para amortizar debêntures

24 de fevereiro de 2026 - 12:03

Os debenturistas podem receber de R$ 94,9 milhões a R$ 174,2 milhões, segundo as regras, para a amortização ou resgate das debêntures

NA BERLINDA?

Minerva (BEEF3) ainda promete quase 30% de alta — mas XP decide ligar sinal amarelo antes do balanço do 4T25. Ação ainda vale o risco?

24 de fevereiro de 2026 - 10:01

Preço-alvo cai e corretora alerta para riscos crescentes no curto prazo; veja o que está em jogo no 4T25, segundo os analistas

250 MIL M²

Novo bairro, novo interessado: BTG oferece à Tecnisa (TCSA3) R$ 260 milhões por 26% da Windsor, dos Jardins das Perdizes

24 de fevereiro de 2026 - 9:33

A Tecnisa detém 52,5% do capital social da Windsor, responsável pelo novo “bairro” planejado de São Paulo

PRÉVIA DO BALANÇO

Mercado Livre (MELI34) já está afiado na arte da guerra, mas e os resultados? O que esperar do balanço do 4T25

24 de fevereiro de 2026 - 6:01

Depois de alguns trimestres lutando contra a concorrência acirrada de asiáticas e Amazon, a plataforma argentina entra em mais uma divulgação de resultados com expectativas de margens pressionadas, mas vendas fortes e México em destaque

RETORNO AO ACIONISTA

Gerdau (GGBR4) e Metalúrgica Gerdau (GOAU4) anunciam juntas mais de R$ 260 milhões em dividendos; recompra de ações entra no pacote de anúncios

23 de fevereiro de 2026 - 19:36

Além dos proventos, a companhia aprovou um programa para recomprar até 55 milhões de ações preferenciais e 1,4 bilhão de ações ordinárias

MAIS RECURSOS

Riachuelo (RIAA3) prepara follow-on para levantar até R$ 400 milhões e expandir lojas: JP Morgan diz o que fazer com as ações

23 de fevereiro de 2026 - 18:40

Empresa distribuiu os recursos provenientes da venda do shopping Midway, no valor de R$ 1,6 bilhão, aos acionistas e agora busca levantar capital para expandir lojas

VAI TROCAR DE DONO?

Grupo Ultra vai vender a joia da coroa? Ipiranga entra no radar de gigantes globais do petróleo, diz jornal

23 de fevereiro de 2026 - 17:59

Segundo coluna de O Globo, Ultrapar teria contratado o BTG Pactual para avaliar a venda da rede de postos

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar