O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Após atrasar o pagamento das parcelas de um empréstimo feito em abril de 2021, o bilionário agora deve cerca de R$ 8,2 milhões à instituição financeira
Ninguém gosta de ter que cobrar um dinheiro emprestado em atraso, nem mesmo os bancos de investimento. Depois que o bilionário Carlos Wizard, controlador de empresas como a Mundo Verde, atrasou o pagamento de duas parcelas ao Banco XP, a corretora decidiu ir à Justiça cobrar a dívida milionária.
O bilionário deve à instituição financeira cerca de R$ 8,2 milhões. O valor é decorrente de um empréstimo feito em abril de 2021.
Segundo o ranking de bilionários brasileiros da revista Forbes, Wizard — que possui fatia minoritária na escola de idiomas WiseUp e na IMC, dona da KFC e da Pizza Hut no Brasil — ocupa a 104ª posição, com uma fortuna estimada em R$ 3,4 bilhões.
No último domingo, a Justiça estipulou um prazo de três dias para o bilionário pagar o que estava devendo. Acontece que o tempo se esgotou na quarta-feira, e o banco nem mesmo viu a cor do dinheiro que deveria ter recebido.
A ação da empresa é resultado de um processo aberto pelo Banco XP por conta de um empréstimo entre a instituição financeira e a Orion, empresa em que Wizard é sócio.
O empréstimo foi feito através de uma Cédula de Crédito Bancário (CCB) em abril do ano passado, no valor de R$ 30 milhões.
Leia Também
O valor deveria ser pago em 18 parcelas, cada uma no valor de aproximadamente R$ 1,76 milhão. Porém, Wizard não depositou a parcela de setembro, vencida no dia 21, e nem mesmo a de outubro, com vencimento na mesma data.
A XP chegou a enviar dois comunicados à Orion informando sobre os atrasos de setembro e relembrando que uma nova parcela venceria em outubro.
“Lamentavelmente, no entanto, a Orion ignorou por completo a mensagem enviada pelo Banco XP e nunca a respondeu”, disse a instituição, em documento à Justiça.
Acontece que o contrato de empréstimo estipulava que, caso o bilionário não pagasse os valores no prazo estabelecido, o banco poderia solicitar o valor devido e ainda antecipar a dívida restante. E é isso que a XP fez.
Tanto a Orion quanto Carlos Wizard foram intimados a pagar o montante de R$ 8,2 milhões em, no máximo, três dias. Isso sem falar nos honorários advocatícios e nas custas do processo.
O valor da dívida já é descontado de uma garantia de R$ 15 milhões feita pela Orion na data do empréstimo — que, atualizada, passou a valer pouco mais de R$ 9,2 milhões.
“Infelizmente, as garantias oferecidas pela Orion não foram suficientes”, afirmou o banco, na petição judicial.
Se mesmo assim Carlos Wizard não efetuar o pagamento do valor que está devendo dentro do prazo de 72 horas, a XP solicita a “penhora online de quaisquer valores depositados em instituições financeiras” que estejam no nome do bilionário e da Orion.
O juiz deu ao bilionário o prazo de 15 dias para recorrer à ação e de cinco dias para indicar "quais são e onde se encontram os bens sujeitos à penhora e seus respectivos valores".
Em nota, o empresário afirmou através de sua holding Sforza que está negociando com todos os bancos nos quais ele possui dívidas para uma “reestruturação do perfil dos vencimentos no atual cenário econômico”.
Wizard disse ainda que os setores em que as empresas em que possui participações foram "severamente afetados pela pandemia de covid, especialmente no ano 2020”.
Segundo o dono da Mundo Verde, a situação "afetou a estrutura das dívidas das empresas controladas pelo grupo, levando a Sforza a contratar uma consultoria especializada para reestruturar seus compromissos de curto e médio prazos".
*Com informações de Estadão Conteúdo
Operação envolve transferência de ativos e dívidas para nova empresa sob controle dos investidores; saiba o que esperar do potencial negócio
Depois que a operação for fechada, a Claro será obrigada a abrir um registro de uma oferta pública para a aquisição das ações restantes da Desktop, em função da alienação de controle da empresa
Com recuperação extrajudicial, o real problema do GPA é bem maior. Veja quais as chances de isso vir a pesar de fato para a empresa e quais são os principais entraves para a reestruturação da companhia
No acumulado de 12 meses, a carteira semanal recomendada pela Terra Investimentos subiu 68,44%, contra 36,04% do Ibovespa
Parceria de R$ 1,5 bilhão marca entrada mais firme da Helbor no MCMV, com divisão de riscos e reforço de caixa ao lado da Cyrela
A criação de uma reserva de petróleo ou de um fundo de estabilização voltam a circular; entenda o que realmente funcionaria neste momento
Os benefícios para a indústria petroquímica vieram menores que o esperado, o que pode comprometer ainda mais a recuperação da Braskem, que já vem em dificuldades com sua dívida e troca de controle
Levantamento do Ethisphere Institute reúne 138 empresas em 17 países e aponta desempenho superior e maior resiliência em momentos de crise
No cenário internacional, o barril do Brent acelerou os ganhos e passou de US$ 110 sob temores de uma crise energética global
A Alliança, ex-Alliar, pediu uma suspensão de débitos por 60 dias, alegando a necessidade de evitar uma recuperação judicial
Entre 2017 e 2026, a B3 mais que dobrou sua receita, ampliou o número de produtos disponíveis ao investidor e abriu novas frentes de negócios
Renner paga em abril, enquanto Cemig parcela até 2027; ambas definem corte em 24 de março e reforçam a volta dos proventos ao radar em meio à volatilidade do mercado
Com planos de expansão no radar, varejista pausou captação de até R$ 400 milhões diante da volatilidade global e mantém foco em execução operacional e crescimento da financeira
A saída de Leão ocorre após quatro anos no posto; executivo deixa de herança um plano para o ROE do banco chegar a 20% até 2028. Saiba também quem pode comandar a B3.
Na véspera, as ações da companhia do setor elétrico subiram 15%, embaladas pelo sucesso do certame; CEO fala em oportunidades à frente
Ação do banco digital caiu em 2026, mas analistas enxergam descompasso entre preço e fundamentos — e oportunidade para o investidor
Apesar de lucro e receita acima do esperado na fintech, o mercado reage ao contexto geopolítico, com maior aversão ao risco no pregão
O BTG Pactual manteve recomendação neutra para MBRF (MBRF3) e Minerva Foods (BEEF3) após a divulgação dos resultados do quarto trimestre de 2025 (4T25)
Recente execução de garantias ligadas a dívida de R$ 1,2 bilhão redesenhou posição do polêmico empresário na empresa de energia
Dois meses depois do início dos ressarcimentos, o FGC já devolveu R$ 38,9 bilhões, mas parte dos investidores ainda não apareceu