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O lucro líquido nos últimos 3 meses do ano foi de R$ 610 milhões. Em 2021, a estatal reportou lucro líquido de R$ 5,714 bilhões, recuo de 11% em relação ao ano de 2020
No foco do mercado nos últimos meses por conta de seu processo de privatização, a Eletrobras (ELET6) volta ao centro do noticiário neste sábado (19) por um motivo diferente: a divulgação dos resultados do quarto trimestre.
A estatal do setor elétrico registrou lucro líquido de R$ 610 milhões, entre outubro e dezembro de 2021, queda de 52% em relação ao mesmo período do ano anterior. A receita operacional líquida subiu 27%, para R$ 11,4 bilhões, na mesma base de comparação.
Já a receita líquida chegou em R$ 11,492 bilhões no período de outubro a dezembro de 2021, aumento de 27% sobre os R$ 9,013 bilhões no mesmo intervalo do ano anterior. O Ebitda (lucro antes de juros, impostos e amortização foi de R$ 2,402 bilhões bilhões, ante ao negativo de R$ 299 milhões na mesma época de 2021.
Em 2021, a estatal reportou lucro líquido de R$ 5,714 bilhões, recuo de 11% em relação ao ano de 2020, quando esse número chegou em R$ 6,387 bilhões. A receita líquida anual foi de R$ 37,616 bilhões, aumento de 29%. O Ebitda subiu 29%, para R$ 15,129 bilhões.
A empresa está se encaminhando para a privatização, o prazo final para que a operação seja concluída está se aproximando: 13 de maio. Por enquanto, a última etapa vencida no mês passado obteve a aprovação dos acionistas da Eletrobras para a saída da União do grupo controlador da empresa e para o processo de desestatização.
A pauta da assembleia que deu o sinal verde para a privatização incluiu a aprovação da realização de uma nova oferta de ações e os poderes para que o conselho da companhia defina as regras da operação, assim como os termos e condições da oferta, cronograma, aumento de capital social e o preço de emissão dos ativos.
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A oferta de ações, se concluída, irá diluir a participação estatal da companhia de 70% do capital votante para apenas 45%. Em outras palavras, o governo deixa de ter a maioria das ações e a empresa deixa na prática de ser uma estatal.
Além disso, os acionistas também votaram os itens que estão condicionados ao processo de desestatização - como a reorganização societária de subsidiárias, o valor a ser pago para a União pela concessão dos contratos de energia dos próximos anos e programas sociais para revitalização de áreas de bacias hidrográficas.
Agora, com o aval da assembleia, o conselho definirá o modelo de capitalização e o preço-alvo das ações, e o processo volta a ser analisado pelo Tribunal de Contas da União no próximo mês.
O executivo é o único brasileiro a comandar as duas maiores empresas de energia do Brasil: Petrobras e Axia, ex-Eletrobras
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