🔴 TOUROS E URSOS: LULA 3 FAZ 3 ANOS, OS DADOS ECONÔMICOS E A POPULARIDADE DO GOVERNO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Camille Lima

Camille Lima

Repórter de bancos e empresas no Seu Dinheiro. Jornalista formada pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS), em 2025 foi eleita como uma das 50 jornalistas mais admiradas da imprensa de Economia, Negócios e Finanças do Brasil. Já passou pela redação do TradeMap.

HORA DE BRILHAR?

Auren Energia (AURE3), ex-Cesp, é a preferida do JP Morgan no setor de energia e pode subir mais de 20% neste ano

Para analistas, empresa está mal avaliada e tem potencial para crescer em 2022; porém, existem fatores que podem colocar o desempenho da companhia em risco

Camille Lima
Camille Lima
6 de abril de 2022
13:45 - atualizado às 17:55
Auren Energia (AURE3), antiga Cesp aes brasil aesb
Auren Energia (AURE3), antiga Cesp - Imagem: Divulgação/B3

A antiga Cesp passou por uma reestruturação intensa nas últimas semanas: agora, atende por Auren Energia e é negociada na bolsa com o código AURE3. As mudanças, no entanto, não ficam apenas no nome; o mercado também começa a mexer em suas projeções para a empresa, com o JP Morgan puxando a fila.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A Auren é a preferida do banco americano no setor, apesar dos riscos associados à crise hídrica e à possibilidade de queda nos preços do mercado futuro de energia. Tanto é que as ações AURE3 têm recomendação de compra e preço-alvo de R$ 19,00 ao fim do ano.

Em relação ao fechamento da última terça-feira (5), de R$ 15,63, o patamar estabelecido pelo JP Morgan representa uma alta implícita de cerca de 21%. No pregão de hoje, os papéis AURE3 fecharam em alta de 2,24%, a R$ 15,98.

Auren (AURE3) saindo das sombras

Para os analistas do JP Morgan, as ações AURE3 não estão precificadas adequadamente. 

Isso porque, mesmo com os preços de energia de longo prazo levemente mais baixos , o mercado não estaria levando em conta o valor dos ativos existentes, as sinergias a serem capturadas a partir da reestruturação — a Auren é resultado da combinação dos ativos de energia da Votorantim e do fundo canadense CCPIB —  e o crescimento da energia solar.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo a análise, o setor de energia engatou um rali nos últimos tempos, e a AURE3 é uma das poucas ações na cobertura do JP Morgan que “ainda oferece um valuation atraente”, uma vez que as ações mantiveram um retorno total superior a 20%. 

Leia Também

Apesar da potencial valorização, a projeção do JP Morgan foi cortada em relação à última análise; anteriormente, o banco tinha preço-alvo de R$ 30,00 para as antigas ações CESP6.

Análise do JP Morgan sobre a AURE3

Os analistas do JP Morgan sustentam a tese de investimento sobre a compra e preço-alvo da Auren (AURE3) por alguns pilares. 

A reestruturação da companhia é uma delas. Isso porque a reorganização criou um líder em geração de energia renovável com fortes acionistas controladores, além de gerar grandes perspectivas de crescimento. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para os analistas, as preocupações do mercado em relação aos fundos de pensões também foram exageradas, com um déficit no fim de 2021 abaixo do esperado.

Ao contrário das preocupações do mercado sobre o risco em relação aos preços de energia, o JP enxerga possibilidades para a empresa manter projetos futuros viáveis.

Segundo o relatório, o aumento da inflação, os preços das commodities e os custos de financiamento vão dar suporte para preços de energia de longo prazo, o que permite, em termos financeiros, a execução de planos futuros.  

A análise enxerga que a Auren possui um preço de venda de longo prazo acima da média do setor, que chega a R$ 150/MWh (megawatt-hora) para novos contratos de geração, tanto de energia convencional como de renovável.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Por fim, uma redução adicional das contingências, a negociação bem-sucedida com o governo para receber a indenização da usina hidrelétrica Três Irmãos e a execução de projetos ainda devem impulsionar o desempenho da Auren neste ano. 

O que pode dar errado para a Auren Energia (AURE3)?

A análise considera três fatores de risco que podem interferir negativamente na classificação e preço-alvo da Auren (AURE3).

01. Perdas com contingências e fundos de pensão

O primeiro deles seriam eventuais perdas superiores ao esperado com contingências ou com fundos de pensão.

O banco espera que exista uma redução adicional das contingências. Porém, se houver um crescimento, as contingências vão gerar provisões, e os pagamentos entrariam nas projeções do JP para o fluxo de caixa da companhia. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo o relatório, a cada aumento de R$ 500 milhões no VPL (valor presente líquido, que indica o potencial de geração de valor) nas provisões registradas implicaria numa redução de R$ 0,50 no preço-alvo das ações AURE3.

Apesar de as projeções passadas terem sido exageradas, caso houvesse um maior déficit de fundos de pensão, existiriam maiores despesas de liquidação, o que influenciaria as estimativas de dívida líquida e valor justo.

02. Piora no cenário hídrico

Caso haja uma forte piora nas projeções de balanço energético do país, um racionamento de energia ou uma perspectiva mais fraca para o cenário hídrico, a avaliação do JP Morgan também seria afetada.

03. Energia mais barata

Se os preços de energia caírem no mercado livre, o preço-alvo de AURE3 seria impactado. Segundo os cálculos do banco, a cada R$ 10/MWh em preços de venda mais baixos, a avaliação cairia em cerca de R$ 0,5 por ação.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
MORTAS VIVAS

Quase sem vida, mas ainda de pé: o que são empresas zumbis e por que o Brasil lidera esse ranking entre os emergentes

8 de janeiro de 2026 - 15:16

Estudos indicam que quase 14% das empresas abertas no Brasil funcionam sem gerar lucro suficiente para honrar suas dívidas

QUEDA LIVRE

Apertem os cintos: Azul (AZUL54) despenca quase 86% em dois dias com diluição das ações

8 de janeiro de 2026 - 14:12

O que explica esse desempenho é a emissão de ações da companhia, para trocar parte de suas dívidas por participação.

ESTRATÉGIA REDESENHADA

Sabesp (SBSP3) entra em modo expansão em 2026 — e a Copasa pode ser o próximo passo. O que diz o CFO?

8 de janeiro de 2026 - 13:42

Em entrevista ao Money Times, Daniel Szlak fala sobre aceleração de capex, revisão de política de dividendos e a nova postura da companhia para aquisições

EM BUSCA DA EFICIÊNCIA

GPA (PCAR3) contrata consultoria dos EUA para auxiliar na redução de custos e ações sobem; confira os planos da companhia

8 de janeiro de 2026 - 12:11

A contratação servirá para dar suporte ao plano aprovado pelo conselho de administração em novembro

VAI FUNCIONAR?

Inteligência Artificial passa a prescrever remédios nos Estados Unidos. Vai dar certo?

8 de janeiro de 2026 - 9:02

Estado americano começa a testar modelo em que a inteligência artificial (IA) participa legalmente da renovação de prescrições médicas

HORA DA COLHEITA

Além da JBS (JBSS32): descubra as ações do agro que podem brilhar em 2026, segundo o BofA

7 de janeiro de 2026 - 17:47

Para o banco, desempenho tímido do setor em 2025 pode se transformar em alta neste ano com ciclo de juros menores

ENTRE RUÍDOS

A quem cabe reverter (ou não) a liquidação do Banco Master? Saiba quem manda no destino da instituição agora

7 de janeiro de 2026 - 16:24

Presidente do TCU afirma que Corte de Contas não tem poder para “desliquidar” banco; veja a quem caberia a decisão

O QUE COMPRAR?

Ânima (ANIM3), Cogna (COGN3), Yduqs (YDUQ3) e outras: quem ganhou 10 na ‘prova surpresa’ do JP Morgan?

7 de janeiro de 2026 - 16:00

Mudança nos critérios de avaliação do banco sacode as ações do setor: Ânima vira top pick e dispara fora do Ibovespa, Cogna entra na lista de compras, enquanto Yduqs e Afya perdem recomendação e caem na bolsa

HORA DE COMPRAR

Ozempic não é tudo: BofA aponta outros motores de alta para a Hypera (HYPE3) e projeta ganho de 37% para a ação

7 de janeiro de 2026 - 15:31

Relatório do Bank of America aponta potencial de valorização para os papéis sustentado não só pelos genéricos de semaglutida, mas também por um pipeline amplo e avanço na geração de caixa

CASO DE POLÍCIA

Ex-CEO da Hurb volta a se enrolar na Justiça após ser detido no Ceará com documento falso; entenda a situação

7 de janeiro de 2026 - 15:01

João Ricardo Mendes, fundador do antigo Hotel Urbano, recebe novo pedido de prisão preventiva após descumprir medidas judiciais e ser detido em aeroporto

SEM PREOCUPAÇÕES?

Elon Musk descarta pressão sobre a Tesla com a nova IA para carros da Nvidia — mas o mercado parece discordar

7 de janeiro de 2026 - 13:33

O bilionário avaliou que, mesmo com a ajuda da Nvidia, levaria “vários anos” para que as fabricantes de veículos tornassem os sistemas de direção autônoma mais seguros do que um motorista humano

PATINHO FEIO

Não é o ferro: preço de minério esquecido dispara e pode impulsionar a ação da Vale (VALE3)

7 de janeiro de 2026 - 12:31

O patinho feio da mineração pode virar cisne? O movimento do níquel que ninguém esperava e que pode aumentar o valor de mercado da Vale

FIQUE ATENTO

MEI: 4 golpes comuns no início do ano e como proteger seu negócio

7 de janeiro de 2026 - 11:00

Segundo relatos reunidos pela ouvidoria do Sebrae, as fraudes mais frequentes envolvem cobranças falsas e contatos enganosos

REESTRUTURAÇÃO

Depois do tombo de 99% na B3, Sequoia (SEQL3) troca dívida por ações em novo aumento de capital

7 de janeiro de 2026 - 10:15

Empresa de logística aprovou um aumento de capital via conversão de debêntures, em mais um passo no plano de reestruturação após a derrocada pós-IPO

LUZ NO FIM DO TÚNEL?

JP Morgan corta preço-alvo de Axia (AXIA3), Copel (CPLE6) e Auren (AURE3); confira o que esperar para o setor elétrico em 2026

6 de janeiro de 2026 - 19:12

Relatório aponta impacto imediato da geração fraca em 2025, mas projeta alta de 18% nos preços neste ano

HORA DE COMPRAR?

O real efeito Ozempic: as ações que podem engordar ou emagrecer com a liberação da patente no Brasil

6 de janeiro de 2026 - 18:10

Com a abertura do mercado de semaglutida, analistas do Itaú BBA veem o GLP-1 como um divisor de águas para o varejo farmacêutico, com um mercado potencial de até R$ 50 bilhões até 2030 e que pressionar empresas de alimentos, bebidas e varejo alimentar

PÉ NO ACELERADOR

A fabricante Randon (RAPT4) disparou na bolsa depois de fechar um contrato com Arauco e Rumo (RAIL3); veja o que dizem os analistas sobre o acordo

6 de janeiro de 2026 - 14:54

Companhia fecha acordo de R$ 770 milhões para fornecimento de vagões e impulsiona desempenho de suas ações na B3

GOLE BILIONÁRIO

Dona da Ambev (ABEV3) desembolsa US$ 3 bi para reassumir controle de fábricas de latas nos EUA; veja o que está por trás da estratégia da AB InBev

6 de janeiro de 2026 - 14:11

Dona da Ambev recompra participação em sete fábricas de embalagens metálicas nos Estados Unidos, reforçando presença e mirando crescimento já no primeiro ano

LIQUIDAÇÃO ANTECIPADA

Ações da C&A (CEAB3) derretem quase 18% em dois dias. O que está acontecendo com a varejista?

6 de janeiro de 2026 - 11:59

Empresa teria divulgado números preliminares para analistas, e o fechamento de 2025 ficou aquém do esperado

FOCO NA MONETIZAÇÃO?

Shopee testa os limites de até onde pode ir na guerra do e-commerce. Mercado Livre (MELI34) e Amazon vão seguir os passos?

6 de janeiro de 2026 - 10:57

Após um ano de competição agressiva por participação de mercado, a Shopee inicia 2026 testando seu poder de precificação ao elevar taxas para vendedores individuais, em um movimento que sinaliza o início de uma fase mais cautelosa de monetização no e-commerce brasileiro, ainda distante de uma racionalização ampla do setor

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar