O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Para analistas, empresa está mal avaliada e tem potencial para crescer em 2022; porém, existem fatores que podem colocar o desempenho da companhia em risco
A antiga Cesp passou por uma reestruturação intensa nas últimas semanas: agora, atende por Auren Energia e é negociada na bolsa com o código AURE3. As mudanças, no entanto, não ficam apenas no nome; o mercado também começa a mexer em suas projeções para a empresa, com o JP Morgan puxando a fila.
A Auren é a preferida do banco americano no setor, apesar dos riscos associados à crise hídrica e à possibilidade de queda nos preços do mercado futuro de energia. Tanto é que as ações AURE3 têm recomendação de compra e preço-alvo de R$ 19,00 ao fim do ano.
Em relação ao fechamento da última terça-feira (5), de R$ 15,63, o patamar estabelecido pelo JP Morgan representa uma alta implícita de cerca de 21%. No pregão de hoje, os papéis AURE3 fecharam em alta de 2,24%, a R$ 15,98.
Para os analistas do JP Morgan, as ações AURE3 não estão precificadas adequadamente.
Isso porque, mesmo com os preços de energia de longo prazo levemente mais baixos , o mercado não estaria levando em conta o valor dos ativos existentes, as sinergias a serem capturadas a partir da reestruturação — a Auren é resultado da combinação dos ativos de energia da Votorantim e do fundo canadense CCPIB — e o crescimento da energia solar.
Segundo a análise, o setor de energia engatou um rali nos últimos tempos, e a AURE3 é uma das poucas ações na cobertura do JP Morgan que “ainda oferece um valuation atraente”, uma vez que as ações mantiveram um retorno total superior a 20%.
Leia Também
Apesar da potencial valorização, a projeção do JP Morgan foi cortada em relação à última análise; anteriormente, o banco tinha preço-alvo de R$ 30,00 para as antigas ações CESP6.
Os analistas do JP Morgan sustentam a tese de investimento sobre a compra e preço-alvo da Auren (AURE3) por alguns pilares.
A reestruturação da companhia é uma delas. Isso porque a reorganização criou um líder em geração de energia renovável com fortes acionistas controladores, além de gerar grandes perspectivas de crescimento.
Para os analistas, as preocupações do mercado em relação aos fundos de pensões também foram exageradas, com um déficit no fim de 2021 abaixo do esperado.
Ao contrário das preocupações do mercado sobre o risco em relação aos preços de energia, o JP enxerga possibilidades para a empresa manter projetos futuros viáveis.
Segundo o relatório, o aumento da inflação, os preços das commodities e os custos de financiamento vão dar suporte para preços de energia de longo prazo, o que permite, em termos financeiros, a execução de planos futuros.
A análise enxerga que a Auren possui um preço de venda de longo prazo acima da média do setor, que chega a R$ 150/MWh (megawatt-hora) para novos contratos de geração, tanto de energia convencional como de renovável.
Por fim, uma redução adicional das contingências, a negociação bem-sucedida com o governo para receber a indenização da usina hidrelétrica Três Irmãos e a execução de projetos ainda devem impulsionar o desempenho da Auren neste ano.
A análise considera três fatores de risco que podem interferir negativamente na classificação e preço-alvo da Auren (AURE3).
O primeiro deles seriam eventuais perdas superiores ao esperado com contingências ou com fundos de pensão.
O banco espera que exista uma redução adicional das contingências. Porém, se houver um crescimento, as contingências vão gerar provisões, e os pagamentos entrariam nas projeções do JP para o fluxo de caixa da companhia.
Segundo o relatório, a cada aumento de R$ 500 milhões no VPL (valor presente líquido, que indica o potencial de geração de valor) nas provisões registradas implicaria numa redução de R$ 0,50 no preço-alvo das ações AURE3.
Apesar de as projeções passadas terem sido exageradas, caso houvesse um maior déficit de fundos de pensão, existiriam maiores despesas de liquidação, o que influenciaria as estimativas de dívida líquida e valor justo.
Caso haja uma forte piora nas projeções de balanço energético do país, um racionamento de energia ou uma perspectiva mais fraca para o cenário hídrico, a avaliação do JP Morgan também seria afetada.
Se os preços de energia caírem no mercado livre, o preço-alvo de AURE3 seria impactado. Segundo os cálculos do banco, a cada R$ 10/MWh em preços de venda mais baixos, a avaliação cairia em cerca de R$ 0,5 por ação.
A a empresa quer que ao menos 45% da dívida seja revertida em ações, deixando os credores com até 70% das ações ordinárias, a R$ 0,40 por papel
Confira os problemas na operadora de saúde, segundo a gestora, e quais as propostas da Squadra para melhorar o retorno aos acionistas da Hapvida
A transação envolve toda a participação da Oi e de sua subsidiária na empresa de infraestrutura digital neutra e de fibra ótica por R$ 4,5 bilhões
O ponto central é a conversão das ações preferenciais (PN) em ordinárias (ON); em reuniões separadas, os detentores de papéis PNA1 e PNB1 deram o aval para a transformação integral dos ativos
Empresa dá novos passos na reestruturação e melhora indicadores no ano, mas não escapa de um trimestre negativo; veja os números
O anúncio da renúncia de Bruno Moretti vem acompanhado de novos impactos da guerra dos Estados Unidos e Israel contra o Irã
O preço por ação será de R$ 5,59, valor superior ao atual: as ações fecharam o pregão de terça-feira a R$ 4,44
Em entrevista exclusiva ao Seu Dinheiro, Marino Colpo detalha as dores do crescimento da Boa Safra e por que planos estratégicos devem incluir M&A nos próximos meses
Subsidiária VBM salta de 10% para 26% do Ebitda da Vale e deve ganhar ainda mais peso com preços elevados e novos projetos
Com um fluxo de caixa mais estável, a empresa pode remunerar os acionistas. Se não encontrar novas oportunidades de alocação de capital, poderia distribuir R$41,5 bilhões em dividendos até 2032, 90% do valor de mercado atual, diz o BTG
A saída de Rafael Lucchesi, alvo de críticas por possível interferência política, foi bem recebida pelo mercado e abre espaço para a escolha de um CEO com perfil técnico — em meio a desafios operacionais e à fraqueza do mercado norte-americano
Desde o início do plano de desinvestimento da subsidiária, o total das vendas alcançam cerca de US$ 241 milhões, deixando um montante de US$ 559 milhões a serem alienados
Com Ebitda positivo e alavancagem em queda, aérea tenta deixar para trás fase mais aguda da crise; confira os números do trimestre
Emissão recebeu avaliação BBB- pela Fitch Ratings; agência defende que a nota “reflete o sólido perfil de negócios da JBS”
Na visão de analistas, preço dos papéis caiu em Wall Street, mas fundamentos não. Veja o que está por trás da recomendação
A visão do BTG, J.P. Morgan e Citi sobre as mudanças é positiva, principalmente ao reforçar o compromisso da empresa de se reinventar e modernizar a governança
Companhia avança na reestruturação com novo acordo de acionistas, migração dos fundadores para conselho consultivo e a entrada da Advent International, que pretende comprar até 10% das ações no mercado
Os acionistas elegeram a nova formação do colegiado, com maioria de membros independentes, reforçando práticas de governança alinhadas ao Novo Mercado da B3
O desinvestimento no Hortifruti Natural da Terra já estava no plano de RJ e era uma das opções para levantar recursos para a Americanas. No entanto, não houve acordo sobre o preço, diz Broadcast
Bancos credores e os detentores de títulos de dívida estão entendendo que segregar os negócios de usinas e os de distribuição de combustíveis pode ter um sentido econômico relevante para todos