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Informações sobre idiomas, experiências e formação acadêmica estão entre as principais mentiras contadas em entrevistas de emprego
No dia da mentira, celebrada em 1º de abril, histórias, “causos” e “pegadinhas” inverdadeiras são contadas e aceitas. Mas e quando isso acontece em uma entrevista de emprego? As consequências de informações falsas em currículos, por exemplo, podem ser bem sérias.
Segundo uma pesquisa da empresa de recrutamento especializado Robert Half, 55% dos executivos entrevistados afirmam que mentir no currículo ou na entrevista é o principal erro que um candidato pode cometer. O relatório, divulgado em fevereiro deste ano, contou com a participação de 300 executivos brasileiros.
Além disso, 35% dos candidatos são eliminados dos processos seletivos por mentir. O segundo maior motivo é falar mal da empresa anterior (20%), de acordo com a pesquisa global, realizada com 1.500 executivos no Brasil, Bélgica, Alemanha, França e Reino Unido.
Os outros erros praticados pelo candidato são: chegar atrasado à seleção, não conhecer as informações do próprio currículo e não desligar o celular durante a entrevista.
No relatório de divulgação da pesquisa, o diretor geral da Robert Half para a América do Sul, Fernando Mantovani, comenta que já presenciou “profissionais de diferentes níveis hierárquicos perderem a vaga e a credibilidade, por tentar iludir o recrutador ou por terem uma mentira descoberta depois da contratação”.
As mentiras mais comuns contadas durante o processo seletivo são relacionadas às informações requisitadas para uma vaga, o perfil ideal.
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“Na verdade, os candidatos omitem, ou melhor, deixam de colocar informações ou as apresentam de uma maneira generalista: não coloca o ano em que trabalhou, por exemplo”, comenta Eliane Catalano, coordenadora de recrutamento e seleção da RH NOSSA, em entrevista ao Seu Dinheiro.
Segundo a pesquisa da Robert Half, as cinco maiores inverdades são sobre conhecimento de idiomas, experiência, formação acadêmica, salário anterior e o motivo de desligamento.
Falar que tem fluência em um segundo idioma é a mentira mais popular, segundo a empresa de recrutamento. Mas, essa é uma daquelas que dura pouco tempo. Essa habilidade, geralmente, é testada na conversa com o recrutador;
A supervalorização de passagens anteriores, cargos e empresas pode indicar que o candidato está mentindo sobre as experiências profissionais. Nesse caso, é comum o recrutador questionar sobre projetos ou entrar em contato com ex-colegas de trabalho do candidato
Mentir sobre a formação acadêmica pode causar demissão, quando ela é descoberta após a contratação. Um exemplo disso foi o caso do (quase) ministro da Educação, Carlos Alberto Decotelli – o terceiro indicado a comandar a pasta no governo Bolsonaro - em junho de 2020. Por conta da inverdade, ele nem chegou a tomar posse no Ministério da Educação (MEC)
Assim como supervalorizar as experiências, os salários anteriores entram no ranking de mentiras mais contadas pelos candidatos. Tentar conseguir maior remuneração por meio de inverdades sobre o anterior pode prejudicar e muito. Isso porque essa informação pode ser facilmente consultada pelo registro na carteira de trabalho.
O candidato não deve falar mal da empresa anterior. No momento da entrevista, é mais interessante falar sobre os aprendizados e evolução da carreira no emprego anterior.
A especialista em recrutamento e seleção da RH Nossa, Eliane Catalano, observa que as informações são verificadas durante a entrevista, a partir de evidências, que por sua vez, são experiências contadas pelo candidato na conversa.
“Em uma boa entrevista, mais detalhada e por competência, a gente pede para o candidato mostrar evidências das empresas que trabalhou, situações que ele viveu. Então, se ele inventa uma situação de conflito, a gente percebe. Isso porque pedimos um exemplo, qual foi a empresa, o gestor e a situação”, comenta.
Ela acrescenta que “quando a pessoa se enrola, não consegue dar dados consistentes, é perceptível” de que está inventando uma situação.
As consequências por apresentar informações falsas vão de eliminação do processo seletivo ao desligamento da empresa, quando a mentira não é percebida durante o recrutamento. O que pode acontecer.
Catalano, afirma que, nesses casos, a mentira pode ser descoberta pela falta de desenvolvimento do profissional.
“Além da falta de credibilidade, esse candidato não vai ser encaminhado para a empresa. Se ele disse que tem determinada habilidade, no dia prático da empresa ele não vai conseguir se desenvolver e vai ser desligado.”
*Com informações de Robert Half
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