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O efeito para os acionistas depende de qual será o destino dos ativos recomprados, mas os dois cenários mais prováveis você confere abaixo
Nós te contamos recentemente que os programas de recompra de ações são um dos destaques do noticiário econômico neste ano. Provando que operações do tipo estão na moda entre as empresas, mais uma companhia anunciou nesta segunda-feira (13) que irá à bolsa para adquirir os próprios papéis: a Vittia Fertilizantes (VITT3).
Segundo comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o conselho de administração da fabricante de fertilizantes e defensivos biológicos aprovou a recompra de até dois milhões de ações nos próximos 12 meses.
O número equivale a 3,9% do total de papéis da empresa em circulação no mercado e cerca de 1,4% do capital total.
O programa de recompra ocorre em meio à queda das ações da Vittia. Os papéis VITT3 acumulam um recuo de 30,67% neste ano.
Mas, além do "desconto", existem diversos motivos que podem levar as empresas a aprovarem um programa de recompra. Entre eles, estão:
Até que a Vittia (VITT3) decida qual será o destino das ações recompradas, os efeitos para os acionistas ainda são incertos.
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Mas há dois cenários mais prováveis. O primeiro prevê que, se os papéis forem cancelados, o acionista termina, proporcionalmente, com uma fatia maior da empresa, o que pode engordar sua contas de dividendos.
Já se os ativos permanecerem guardados na tesouraria para uma oferta no futuro, o acionista terá ganhos apenas após sua venda. Nesse caso, o ganho de capital fará parte do lucro das empresa, o que também influencia na distribuição de proventos.
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