O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O centro dessa disputa é a entrada dos finlandeses na Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan); a ampliação da aliança levou a Rússia a invadir a Ucrânia em fevereiro deste ano
Se fosse no UFC, Finlândia e Rússia estariam no momento da encarada. Embora não seja a luta principal da guerra no leste europeu, os dois países não estão desperdiçando provocações — assim como fazem os lutadores antes de entrar no octógono.
Na quarta-feira (18), a Finlândia, acompanhada da Suécia, entregou oficialmente o pedido de adesão à Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) — e foi justamente a ampliação da aliança que enfureceu o presidente russo, Vladimir Putin, a ponto de invadir a Ucrânia.
E não ficou por aí: agora, os finlandeses chegaram mais perto no cara a cara com o presidente russo e falaram “não” à exigência de Moscou para o pagamento do gás em rublos.
Putin não se intimidou e deu um passo à frente, anunciando o fechamento das torneiras: a partir da manhã deste sábado (21), as importações de gás natural para a Finlândia sob o contrato de fornecimento da estatal Gasum serão suspensas.
Assim como no UFC, o combate entre Rússia e os países que se recusam a pagar pelas importações de gás em rublos tem suas regras.
Se no octógono, puxão de cabelo, mordida ou dedo no olho não valem, quando o assunto é a energia, os oponentes precisam se enfrentar dentro das leis.
Leia Também
Além de entregar gás natural de outras fontes aos clientes através do gasoduto Balticconnector — que se conecta à Estônia —, a Gasum vai levar os russos aos tribunais.
No início desta semana, esperando o fechamento das torneiras por Putin, a estatal finlandesa disse que levaria a disputa contratual com a Gazprom, a gigante russa do gás, para arbitragem.
Essa não é a primeira encarada que Putin leva de países europeus quando o assunto é pagamento do gás em rublo — uma medida que o governo russo adotou para estancar a sangria nas finanças após receber duros golpes das sanções ocidentais.
Na verdade, a Finlândia é o terceiro país a rejeitar a exigência de Moscou. No final de abril, Polônia e Bulgária foram igualmente excluídas do fornecimento de gás por se recusarem a pagar usando a moeda local russa.
Os dois países europeus alegaram na ocasião que a demanda da Rússia representaria uma quebra de contrato e contornaria sanções ao banco central russo.
Se, de um lado, Putin enfrenta dificuldades para encher os cofres do governo com rublos como pretendia, de outro, a Europa também acusa o golpe: a região é altamente dependente da energia russa há décadas — Moscou fornece cerca de 40% das necessidades de gás da região.

As exportações de gás russo para a Finlândia atingiram uma média de 3,2 milhões de metros cúbicos por dia de 1 de janeiro a 16 de março deste ano, segundo a agência de notícias Interfax.
A Finlândia importa a maior parte do gás da Rússia, mas o gás representa apenas cerca de 5% do consumo anual de energia.
Antes mesmo de a Finlândia apresentar o pedido formal para ingressar na Otan, Putin já se antecipava ao movimento com medidas retaliatórias.
Na semana passada, o governo russo anunciou a interrupção do fornecimento de energia elétrica para os finlandeses.
A Finlândia compartilha uma fronteira de 1.300 quilômetros com a Rússia. Na ocasião, a operadora finlandesa da rede elétrica Fingrid disse que não esperava falta de energia como resultado do desligamento, já que apenas 10% da eletricidade do país é fornecida pela Rússia.
As regras do UFC são bem claras: a interferência do corner ou de outras pessoas no combate é proibida, passível de punição.
Se essa fosse uma norma que valesse para a guerra entre Rússia e Ucrânia e todos desdobramentos do conflito, a Itália certamente estaria na mira do árbitro da luta.
Enquanto Bulgária, Polônia e Finlândia encaram a Rússia e não aceitam o pagamento do gás russo em rublos, os italianos correm por fora nessa disputa, enchendo suas reservas de petróleo.
Tão cobiçado como o cinturão do UFC, o petróleo também está no centro do conflito no leste europeu. A União Europeia (UE) já propôs o embargo às exportações da commodity porque sabe que essa é uma fonte importante de riqueza para a Rússia.
Mas, enquanto o bloco luta para obter consenso sobre como parar de comprar e substituir o petróleo russo, a Itália — a terceira maior economia da UE — avança nas exportações.
Nos últimos três meses, o país quadruplicou as compras de petróleo russo. A importação da Itália alcançou o pico de 450 mil barris por dia este mês — o maior nível desde 2013, segundo dados da empresa de rastreamento de commodities Kpler.
Com isso, a Itália está perto de ultrapassar a Holanda como o maior importador de petróleo russo marítimo na União Europeia.

A maior parte do petróleo foi entregue via Augusta, um grande desembarque na Sicília que também está localizado perto de uma refinaria de propriedade russa.
Antes da guerra na Ucrânia, o petróleo russo representava 30% do petróleo bruto misturado na refinaria, de propriedade da Lukoil, com sede em Moscou.
Essa participação aumentou para 100% quando os bancos italianos pararam de fornecer crédito à Lukoil, que não está sob efeito de sanções, forçando-a a depender do petróleo da controladora.
*Com informações da BBC, do Financial Times e do Markets Insider
Pode ser que você conheça alguém que é milionário e nem percebeu por causa dos hábitos dessas pessoas
Com declaração pré-preenchida ou sem, o indicado é reunir todos os documentos e revisar as informações antes de submetê-las ao Fisco
Linha subsidiada pelo Tesouro busca dar fôlego ao agronegócio e reduzir risco de retração na produção
Não tem o menor problema conversar com uma planta. Isso só é um problema se você ouvir uma resposta, diria um psiquiatra. Mas não se você estiver no Jardim Botânico da Universidade de Cambridge, na Inglaterra. Pode até parecer mentira, mas visitantes do jardim podem conversar com o total de 20 plantas e, o mais […]
A tormenta do Banco do Brasil, a fatura da crise do Banco Master e o Pé-de-Meia foram destaque no Seu Dinheiro; veja as matérias mais lidas dos últimos dias
A Receita Federal mantém uma fiscalização forte sobre as operações de crédito, que obriga as instituições financeiras a reportarem movimentações que ultrapassem R$ 2 mil mensais
Enquanto a Quina e a Mega-Sena acumularam, a Lotofácil fez três vencedores ontem. Confira os números sorteados nas principais loterias da Caixa Econômica Federal
Segundo Alexandre de Moraes, o Supremo decidiu, em 2019, que guardas municipais não têm direito à aposentadoria especial por atividade de risco, e vigilantes não poderiam ter mais benefícios
Exército se prepara para a possibilidade de operações prolongadas caso o presidente Donald Trump ordene um ataque contra o Irã
Banco Central informa que 5.290 chaves Pix do Agibank tiveram dados cadastrais expostos após falha pontual no sistema da instituição
O mundo rico deveria temer as consequências de juros altos para a economia, de olho nos problemas que essas taxas geram no Brasil
Uma alteração momentânea no ano passado fez a cidade se tornar a primeira capital cerimonial do país no século XXI
O Instituto Federal do Ceará (IFCE) divulgou dois editais de concurso público voltados a professores e técnicos administrativos
Dados do FGV IBRE revelam a maior insatisfação dos trabalhadores brasileiros
As loterias da Caixa costumam parar somente aos domingos e nos feriados nacionais. Elas terão calendário alterado durante o Carnaval. Confira a seguir.
Lotofácil foi a única loteria a fazer novos milionários na rodada de quinta-feira. Ganhador recorreu à chamada “teimosinha”.
Apesar de não ser feriado nacional, o Carnaval impacta o funcionamento do mercado financeiro, dos bancos, dos Correios e do transporte público
Partido conservador promove referendo para limitar a população da Suíça que polariza eleitores e traz preocupações para empresários
Indian Creek, uma ilha artificial em Miami, atrai cada vez mais bilionários para chamarem o local de lar
Pré-carnaval em São Paulo teve superlotação e foliões precisaram de ajuda médica; veja como evitar a situação