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O convidado desta semana do Papo Cripto é Gabriel Aleixo, que faz parte da consultoria da W3block, empresa focada em tecnologias digitais
A tecnologia tomou conta do nosso dia a dia em pouco mais de duas décadas, mas há 13 anos a blockchain criou um tipo de investimento muito conhecido por sua volatilidade — sim, estamos falando do bitcoin (BTC) e das criptomoedas.
No entanto, a tecnologia blockchain é uma ferramenta — tal como um martelo ou uma serra —, e pode ser usada para as mais diversas finalidades. Uma delas é permitir o armazenamento e acompanhamento de informações em cadeia com total transparência e imutabilidade.
Em outras palavras, os processos ficam registrados em rede de maneira totalmente auditável por qualquer pessoa. Além disso, a blockchain conta com uma vantagem a mais: a descentralização, que permite o armazenamento dessas informações em qualquer lugar, dificultando a destruição daqueles dados.
“Lembra da operação Carne Fraca, que investigou o papelão na carne, carne estragada etc.? Foram procurar os arquivos e tudo tinha sido destruído. Sumiram com os registros. Isso é praticamente impossível com blockchain”, comenta Gabriel Aleixo, consultor da W3block, empresa focada em tecnologias digitais.
Com anos de experiência no setor de blockchain, Aleixo foi considerado uma das 10 maiores personalidades brasileiras do universo de criptomoedas em 2020 e chegou a trabalhar em projetos dentro da QR Capital, uma das maiores gestoras do país.
Em entrevista ao Papo Cripto, o programa de criptomoedas do Seu Dinheiro, ele comenta os usos dessa tecnologia por parte das empresas. Dê o play!
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A frase “se você gosta de algo, não saiba como é feito” perderá sentido com a adoção mais abrangente do sistema de blockchain. Isso porque a máxima popular não leva em conta a auditabilidade dessa tecnologia.
Esse ditado é literalmente o oposto de uma frase famosa no ambiente cripto: “don’t trust, verify”, algo como “não confie, cheque”, em tradução livre.
“Pense, por exemplo, em um escândalo envolvendo os frigoríficos. Com a tecnologia blockchain, é possível rastrear desde a pessoa que criou aquele frango até o momento que ela se torna uma asinha temperada no seu prato”, diz Aleixo.
Assim como uma série de tecnologias que entraram no nosso dia a dia, a blockchain já é utilizada — ainda que de maneira limitada, vale ressaltar — por empresas de todos os setores. Inclusive, bancos tradicionais como o Santander já se valem dessa tecnologia para cuidar de remessas internacionais.
As chamadas operações escrituradas — grosso modo, o livro contábil das empresas — já podem ser feitas com essa tecnologia, e o usuário final nem se dá conta.
Na última edição do Papo Cripto, Gabriel Aleixo conta sobre essas e outras aplicações da blockchain. Confira a conversa completa aqui:
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