O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Os mercados acionários norte-americanos enfrentaram uma nova onda de vendas do setor de tecnologia puxada pela Amazon, além de dados de inflação que pesam sobre o futuro da política monetária do país
O bitcoin (BTC) não conseguiu escapar do final de mês trágico das bolsas dos EUA — que tiveram desempenhos comparáveis aos da crise financeira de 2008 e do auge da pandemia. A maior criptomoeda do mundo aprofundou as perdas na noite desta sexta-feira (29), voltando para a casa dos US$ 38 mil.
Entre as dez maiores expoentes desse mercado, as perdas variam de 2% até mais de 10% nos últimos sete dias — e os investidores entram no próximo mês à espera de um milagre para o bitcoin.
Isso porque na semana que vem acontece a reunião de maio do Federal Reserve. A expectativa é de que o banco central norte-americano anuncie um aperto monetário ainda mais forte do que o realizado em março.
Naquela ocasião, o Fed elevou os juros em 25 pontos-base — a primeira alta em três anos em uma tentativa de controlar a inflação nos EUA. Agora, o aumento contratado é de 50 pontos-base, elevando a faixa dos juros para 0,75% a 1,00% ao ano.
Por volta de 19h35, o bitcoin (BTC) caía 2,9%, a US$ 38.631,95. Confira a cotação das principais criptomoedas do mundo:
| Nome | Preço | 24h % | 7d % |
|---|---|---|---|
| Bitcoin (BTC) | US$ 38.631,95 | -2,90% | -2,78% |
| Ethereum (ETH) | US$ 2.819,99 | -3,84% | -4,73% |
| Tether (USDT) | US$ 1,00 | -0,01% | -0,02% |
| BNB (BNB) | US$ 393,66 | -3,21% | -3,41% |
| USD Coin (USDC) | US$ 1,00 | +0,01% | -0,01% |
O início do aperto monetário dos EUA era previsto pelos investidores no início de 2022. Mas a inflação acelerada dos últimos meses injetou ainda mais cautela no mercado de ativos digitais nas últimas semanas.
Leia Também
Jerome Powell, presidente do Fed, entende que a economia norte-americana é robusta o bastante para aguentar os juros mais altos. Somado a isso, a autoridade monetária pode estar “atrás da curva” da inflação, o que exige medidas mais drásticas contra a alta dos preços.
Em outras palavras, isso significa que a alta de 50 pontos-base não deve encerrar o ciclo de elevação nos juros americanos. Algumas casas dão conta de uma alta de até 3% no final de 2022.
Os estímulos à economia por parte do BC americano também devem acabar antes do esperado. Essa “torneira” de dinheiro nos EUA fez com que bolsas e criptomoedas tivessem um bom desempenho entre 2020 e 2021 e a retirada de todos esses recursos deve ser outro fator para ampliar a queda do mercado.
De acordo com a última ata da reunião do Fomc, o Copom americano, o Fed irá reduzir em seu balanço patrimonial e se “livrar” dos US$ 4,6 trilhões em Treasuries e títulos lastreados em hipotecas acumulados desde março de 2020.
Não deixe de conferir o último Papo Cripto, em que eu converso com João Canhada, CEO da Foxbit.
Além da perspectiva positiva para o primeiro trimestre de 2026, a siderúrgica está sendo beneficiada por uma medida que pega a China em cheio; entenda os detalhes
A narrativa de rotação global de ativos, a partir dos Estados Unidos, segue em curso. S&P 500 e Nasdaq terminaram o dia em baixa.
Em painel na CEO Conference 2026, do BTG Pactual, o CIO da Ibiuna afirmou que uma eventual alternância de poder pode destravar uma reprecificação relevante dos ativos e pressionar os juros reais para baixo
Na última vez que o ouro representou uma fatia maior das reservas globais, a tendência dos mercados ainda era de acumulação do metal precioso
Preços máximos estabelecidos para o leilão ficaram muito abaixo do esperado e participação da empresa se torna incerta
Entrada forte de capital estrangeiro e expectativa de queda de juros levam banco a recomendar compra das ações da operadora da bolsa
Amazon combina resultados mistos com a maior aposta em IA entre as big techs, assusta investidores e ações sofrem em Wall Street, com efeitos até no Bitcoin e outras critpomoedas
Descubra quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas para o mês, e saiba como montar sua carteira de FIIs agora
A empresa vive seu melhor momento operacional, mas o Itaú BBA avalia que boa parte das principais entregas já está no preço; entenda quais gatilhos podem provocar novas altas
Gestor participou de evento da Anbima e falou sobre a perspectiva de volta do investidor local à bolsa
Bruno Henriques, head de análise de renda variável do BTG Pactual, fala no podcast Touros e Ursos sobre a sua perspectiva para as ações brasileiras neste ano
Entrada recorde de capital internacional marca início de 2026 e coloca a bolsa brasileira em destaque entre emergentes
A Axia (ex-Eletrobras) foi uma das ações que mais se valorizou no ano passado, principalmente pela privatização e pela sua nova política agressiva de pagamentos de dividendos
A iniciativa faz parte da estratégia do BTG Pactual para aumentar a distribuição de dividendos e permitir uma maior flexibilidade para a gestão
Para a XP, o principal índice da bolsa brasileira pode chegar aos 235 mil pontos no cenário mais otimista para 2026
Discurso de separação não tranquilizou investidores, que temem risco de contágio, dependência financeira e possível inclusão da subsidiária no processo de recuperação
Fluxo estrangeiro impulsiona o Ibovespa a recordes históricos em janeiro, com alta de dois dígitos no mês, dólar mais fraco e sinalização de cortes de juros; Raízen (RAIZ4) se destaca como a ação com maior alta da semana no índice
Queda do bitcoin se aprofunda com liquidações de mais de US$ 2,4 bilhões no mercado como um todo nas últimas 24 horas, enquanto incertezas macro voltam a pesar sobre as criptomoedas
Novos recordes para a bolsa brasileira e para o metal precioso foram registrados no mês, mas as ações saíram na frente
A adesão ao leilão não é obrigatória. Mas é mais difícil vender ações de uma companhia fechada, que não são negociadas na bolsa