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O primeiro episódio de Criptoverso, a série especial do podcast Market Makers, conta com entrevistas de Alexandre Ludolf, da QR, e Felipe Sant’Anna, da Paradigma Education
Acostumados ao mundo das finanças tradicionais, os "Faria Limers" — como são conhecidos os investidores do mercado financeiro que transitam pela região de São Paulo onde fica a Avenida Faria Lima — foram praticamente atropelados pelo novo mundo do bitcoin (BTC) e das criptomoedas.
Com uma capitalização de mercado superior a US$ 1 trilhão e mais de 4 milhões de investidores, o mundo cripto ficou grande demais para ser ignorado por bancos, corretoras e, especialmente, pelos curiosos.
Ao contrário da bolsa de valores tradicional, o mercado cripto atraiu os mais diversos públicos ao redor do mundo. Mas por que investir em um ativo que não tem fluxo de caixa? Como é possível chamar o bitcoin (BTC) de “reserva de valor” se a moeda é tão volátil e, tão rápido como ela sobe, ela despenca?
Estas são algumas das questões que o primeiro episódio de Criptoverso, a série especial do podcast Market Makers, vai mergulhar. Thiago Salomão e Renato Santiago vão se debruçar sobre o mercado de criptomoedas e desvendar todos os mistérios desse novo mundo. Clique no play logo abaixo e ouça o episódio:
Afinal, até hoje existe uma rivalidade dentro do mercado financeiro: há quem acredite que, em breve, existirão apenas ativos digitais em circulação; mas há também os céticos — aqueles que não entende por que as pessoas estão entrando num “esquema de pirâmide” de criptomoedas.
A estreia da série conta com entrevistas de Alexandre Ludolf, da QR Capital — um financista tradicional que se converteu em gestor de cripto; e de Felipe Sant'Anna, da Paradigma Education, a primeira casa de research do Brasil totalmente dedicada a criptomoedas, um "coiner raiz".
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Ludolf entrou para o universo de criptomoedas logo no começo desse mercado; já Sant’Anna desbravou o mundo das moedas digitais há cerca de sete anos, após o ethereum (ETH) roubar a atenção dos investidores ao redor do planeta.
O episódio ainda traz o debate sobre a real função do bitcoin na sociedade. É reserva de valor e vai substituir o dólar? É moeda de troca? Ou se trata de esquema de pirâmide?
“O bitcoin provocou para o mundo que o dinheiro podia ser descentralizado e não depender de um banco central. Ele podia ser apolítico, um negócio que pertence a quem quiser entrar nesse jogo. O bitcoin (BTC) mostra que tem um jeito diferente de fazer as coisas”, disse Felipe Sant'Anna.
Então, uma dúvida que surge é: se o bitcoin veio para revolucionar o que é o “dinheiro”, existe um risco dos bancos centrais retaliarem e criarem regulamentações para inviabilizar o uso destes criptoativos?
Para Ludolf, a revolução que o mercado de criptomoedas trouxe foi além da filosófica. O gestor afirma que as mudanças acontecem em duas áreas simultaneamente, a tecnológica e a monetária.
Quer descobrir mais sobre o mercado de criptomoedas e o que esperar do bitcoin nos próximos meses? Então dê play agora no episódio completo do novo Criptoverso:
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