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O CEO da Binance afirmou estar “desapontado” com a queda da criptomoeda Terra (LUNA) e suspendeu as negociações nesta sexta-feira (13)
A Binance, maior exchange de criptomoedas do mundo, suspendeu as negociações da Terra (LUNA) e da stablecoin TerraUSD (UST), depois da forte queda desta semana, que fez as cotações quase irem a zero.
A Terra (LUNA) perdeu quase a totalidade do seu valor no mercado na última semana, acompanhando a baixa do mercado cripto em geral. Sozinha, a criptomoeda virou pó com uma queda superior a 90% em 24h. O preço da LUNA caiu mais de US$ 80 em três dias.
O CEO da Binance, Changpeng Zhao, afirmou estar “muito desapontado com a forma que foi tratado o incidente UST/LUNA pela equipe Terra”. Ele ainda defendeu a suspensão como a “melhor maneira de proteger os usuários [da plataforma] neste momento”.
A desvalorização da moeda e, agora, a suspensão das negociações são consequências da falha de protocolo da Terra — atrelada à stablecoin TerraUSD — que fez com que as cotações despencassem.

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A criptomoeda Terra (LUNA) estava surpreendendo o mercado desde dezembro de 2021, quando desbancou Avalanche (AVAX) e Dogecoin (DOGE).
Com a intenção de se tornar o principal meio de pagamento no ambiente digital, a Terra é composta de uma cesta de moedas fiat, como o dólar, o euro e o yuan chinês.
Mas, como a falha no protocolo da dessa criptomoeda, todo o sucesso foi por água abaixo. A interrupção das negociações na maior exchange do mundo nesta sexta-feira (13) significa que nenhuma transação com UST, LUNA ou outras criptomoedas da Terra Network, o ecossistema integrado do projeto, possam ser negociadas.
A crise da Terra Network continua, mas outras criptomoedas do mercado conseguem se recuperar das perdas da semana, como é o caso do bitcoin, que se consegue manter o patamar acima de US$ 30 mil.
A alta acompanha as ações das principais empresas de tecnologia, em Nasdaq, Meta (FBOK34) — proprietária do Facebook, Alphabet (GOGL34) — controladora do Google — e Netflix (NFLX34) que abriram as negociações em alta de 3%.
*Com informações de Currency.com e CNBC
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