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O principal índice da B3 subiu 0,31% e fechou acima dos 115 mil pontos pela primeira vez nos últimos cinco meses
Você já deve ter ouvido por aí que atitudes valem mais que mil palavras. Esse é um daqueles ensinamentos da sabedoria popular que possuem uma versão em cada canto do mundo. Lá na Casa Branca, é assim que Joe Biden encara a crise na Ucrânia – e ele faz questão de que Vladimir Putin saiba disso.
Enquanto o presidente russo e seus ministros afirmam que as tropas vistas próximas da fronteira com a Ucrânia estão recuando e que preferem o caminho diplomático, o governo americano, a ONU, a Otan e diversos países europeus seguem indicando que não há sinal de que a Rússia de fato esteja agindo conforme suas palavras.
Biden chegou a falar em uma “bandeira branca falsa” e alertou que um ataque russo pode ocorrer a qualquer momento sob pretextos enganosos. Para o mercado, esse foi um sinal de que a trégua está longe de ser uma realidade. As bolsas americanas sangraram, com o Nasdaq e o S&P 500 recuando mais de 2% enquanto o Dow Jones teve queda de 1,78%.
Apesar do clima bélico no exterior, o Ibovespa conseguiu ter um desempenho um pouco melhor do que as bolsas americanas, mas não escapou da queda firme. Após sete altas consecutivas e um novo tombo do minério de ferro, o principal índice da bolsa brasileira fechou o dia com um recuo de 1,43%, aos 113.528 pontos. O dólar à vista retomou o patamar dos R$ 5,16, em alta de 0,76%.
Nem só de disputas geopolíticas se fez o dia. Os investidores voltaram a olhar para o Federal Reserve (Fed). James Bullard, presidente do Fed de St. Louis, mais uma vez reforçou que espera que o banco central eleve a taxa básica de juros em 1 ponto percentual até julho – uma visão muito mais dura do que a demonstrada pelo próprio Fed na ata da sua última reunião. Quando o assunto é política monetária, o mercado prefere se ater às palavras.
Veja tudo o que movimentou os mercados nesta quinta-feira, incluindo os principais destaques do noticiário corporativo e as ações com o melhor e o pior desempenho do Ibovespa.
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Bitcoin (BTC) recua com cenário internacional e perde os US$ 44 mil enquanto lei de criptomoedas nos EUA afeta preços do mercado. O destaque do dia vai para o segundo fundo de índice (ETF, em inglês) com foco em DeFis da bolsa brasileira, lançado hoje pela Hashdex.
PRETENDENTE PREFERIDA
Noiva cobiçada: Gafisa (GFSA3) confirma conversas para negociação com brMalls (BRML3); operadora de shoppings também é cortejada por rivais. Mas, se depender dos concorrentes, o casamento não sai: a Aliansce Sonae, por exemplo, apesar de rejeitada, ainda não desistiu da concorrente.
LIQUIDEZ À VISTA
Em baixa na B3, Banco Pine (PINE4) aprova aumento de capital e estuda formação de units. O que muda para o investidor? Operação tem valor mínimo de R$ 42,8 milhões já garantidos por seu controlador e ainda contará com vantagens adicionais como um bônus para quem aderir.
CONTAS PARA JOVENS
Vale a pena abrir uma Conta Kids do banco Inter para o seu filho? Inter disponibiliza uma conta digital específica para crianças e adolescentes, com acesso a investimentos.
PREÇOS DOS COMBUSTÍVEIS
De olho na Petrobras (PETR4), Lula manda recado ao mercado e diz que vai ‘abrasileirar’ o preço da gasolina. “O preço vai ser brasileiro, porque os investimentos são feitos em reais, a gente vai tirar gasolina, a gente vai aumentar a capacidade de refino”, prometeu o ex-presidente.
GERAÇÃO X, Y OU Z
O ano em que você nasceu define a data de resgate do dinheiro esquecido nos bancos; veja as datas divulgadas pelo BC. Existem três intervalos considerados para o resgate do dinheiro: nascidos antes de 1968, entre 1968 e 1983 e depois de 1983; ainda foram definidas as datas de repescagem para quem perder os prazos iniciais.
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