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O Ibovespa terminou o dia em queda de 0,35%, a 111.203 pontos, enquanto o mercado de juros teve mais uma alta
Acompanhar o Ibovespa e o mercado financeiro global nesta terça-feira (08) foi uma verdadeira montanha-russa. O humor dos investidores esteve extremamente volátil e passou o dia alternando fortes ganhos com grandes perdas, para finalizar em um platô, muito mais próximo da estabilidade.
A guerra na Ucrânia e o impacto do conflito nas commodities seguem sendo o principal fator de tensão, mas um flerte com a possibilidade de paz animou os investidores – e os deixou um tanto confusos.
A Europa, muito dependente das commodities energéticas da Rússia, divulgou um plano para eliminar o uso de recursos até 2030. Já os Estados Unidos confirmaram a temida sanção ao óleo de Vladimir Putin, levando o preço do barril a disparar quase 10%.
No Brasil, a elevação do petróleo se reflete na preocupação do governo com o preço dos combustíveis e um temor de que a decisão para contornar o problema acabe afetando o caixa da Petrobras e, consequentemente, o Ibovespa.
O temor da pressão sobre a inflação derrubou os mercados, mas só por alguns minutos. Em entrevista à ABC News, posteriormente repercutida pela AFP, o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, mostrou uma postura mais morna sobre a possível entrada da Ucrânia na Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), um dos motivos da agressão russa ao seu país.
Ainda que Zelensky tenha discursado hoje no parlamento britânico e reforçado a necessidade de mais sanções à Rússia, a declaração do ucraniano e a postura mais firme da Casa Branca alimentaram algum otimismo com relação ao fim do conflito – o Nasdaq chegou a subir 2% e o petróleo desacelerou a alta para “apenas” 3%.
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O apetite por risco não se manteve até o fim do pregão, mas o resultado foi bem melhor do que o início do dia apontava. O Ibovespa encerrou em queda de 0,35%, aos 111.203 pontos, mas o dólar à vista também recuou 0,52%, a R$ 5,0532.
Veja tudo o que movimentou os mercados nesta terça-feira, incluindo os principais destaques do noticiário corporativo e as ações com o melhor e o pior desempenho do Ibovespa.
BALANÇO
Lucro líquido da Marfrig (MRFG3) sobe para R$ 4,3 bilhões em 2021 e é o maior da história; empresa propõe R$ 383,1 milhões em dividendos. A companhia de alimentos ganhou R$ 650 milhões entre outubro e dezembro, queda de 44,5% ante igual período em 2020.
DINHEIRO NA CONTA
Vale (VALE3) ajusta dividendos e vai pagar um pouco mais aos acionistas. Valor dos proventos da mineradora teve um pequeno aumento de 0,47%, para aproximadamente R$ 3,7192 por ação; veja a data de pagamento.
PINGANDO PROVENTOS
Intelbras (INTB3) vai pagar mais de R$ 58 milhões em dividendos e JCP — e ainda dá tempo de participar. Desse total, R$ 47,75 milhões referem-se aos dividendos, enquanto os R$ 10,43 milhões restantes fazem parte da remuneração bruta de juros sobre capital próprio.
NÍQUEL NA LUA
Por que o níquel disparou 70% durante a madrugada — e o que isso significa para a indústria que depende dele. Além da fabricação de moedas, baterias recarregáveis e bijuterias, ele é utilizado em ligas de aço para espaçonaves.
MENOS IMPOSTO
Preços de carros caem até R$ 25 mil com corte no IPI. Veja os maiores descontos e saiba por que isso não deve durar muito tempo. Após uma semana de alívio no tributo, apenas algumas montadoras promovem, sem grande alarde, redução nos valores de alguns modelos.
A BOLSA COMO ELA É
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