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O dólar à vista fechou janeiro na casa de R$ 5,30, acumulando baixa de quase 5% no mês; confira os motivos que fizeram a moeda norte-americana despencar
Bom dia!
Quem derrubou o dólar? A inesperada queda da moeda norte-americana rende uma boa trama para um romance policial.
Vamos aos fatos. Depois de bater em R$ 5,70 logo nos primeiros dias de janeiro, o dólar misteriosamente perdeu o equilíbrio e acabou levando um tombo de 40 centavos.
Será que foi atirado do topo por algo ou alguém? Reunidos, os principais suspeitos apresentaram um bom álibi desta vez.
Jerome Powell, o presidente do BC dos Estados Unidos, alegou que a esperada alta dos juros por lá deveria valorizar a moeda do país, e não o contrário.
O dólar de fato se fortaleceu na comparação com outras moedas fortes, mas não foi páreo contra o real no primeiro “round” de 2022. No ano, a nossa divisa acumula um ganho de 5%.
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A moeda norte-americana em tese também seria o refúgio perfeito para quem quisesse se proteger da volatilidade esperada em ano eleitoral aqui no Brasil.
Mas até agora os pré-candidatos à Presidência não provocaram maiores sustos nos investidores. Os estrangeiros, inclusive, parecem animados e entraram com quase R$ 30 bilhões em compras na B3 em janeiro.
Intrigado com o mistério, o nosso detetive cambial Victor Aguiar foi atrás das pistas e encontrou alguns “culpados” para a queda do dólar. Ele apresenta as conclusões da investigação nesta matéria.
BALANÇO DO MÊS
Com alta de 7% do Ibovespa, bolsa é o melhor investimento de janeiro; e bitcoin é o pior. Retorno de recursos estrangeiros para o Brasil levou à alta do principal índice da B3, além da queda do dólar; mas a perspectiva de alta na Selic beneficiou os investimentos mais tradicionais da renda fixa conservadora. Veja o ranking completo.
ESQUENTA DOS MERCADOS
Índices futuros de Nova York caem, mas Europa sobe antes dos balanços do dia e Ibovespa aguarda palestra de Paulo Guedes. Dados de emprego dos Estados Unidos voltam ao radar com investidores em busca de pistas sobre alta de juros por lá.
NOVOS SERVIÇOS
Chegou o criptoback: Méliuz (CASH3) anuncia cashback em bitcoin, conta digital e cartão de crédito em novo aplicativo. Com a novidade, os usuários poderão utilizar os serviços de compras e realizar operações financeiras no mesmo aplicativo.
GUERRA DOS CONSOLES
Sony vai comprar Bungie, a criadora do Destiny e do Halo, por US$ 3,6 bilhões. A fabricante do Playstation revelou os planos dias após a Microsoft, dona do Xbox, anunciar que pretende desembolsar US$ 68,7 bilhões pela Blizzard.
DANÇA DA CADEIRAS
GetNet (GETT3) e TIM (TIMS3) têm novos chefes: conheça os CEOs que comandarão as empresas. Em dezembro, a credenciadora informou que Pedro Carlos Araújo Coutinho deixaria o cargo de diretor presidente em março deste ano. No caso da Tim, o escolhido ainda precisa passar por Assembleia Geral Ordinária (AGE).
MONEY TIMES
Neoenergia (NEOE3) contrata financiamento verde de até R$ 1,2 bilhão com banco europeu. O prazo do contrato é de até dez anos, sendo três anos de carência para o principal. Se o desembolso acontecesse nesta terça-feira, o custo estimado em reais seria de CDI + 0,62%.
PAPO CRIPTO #011
Cardano (ADA) e EOS (EOS): O que fazer com as criptomoedas que decepcionaram em meio à queda do mercado? Para Luiz Pedro, analista e especialista da Nord Research, o momento de baixa do mercado exige um pente fino nos investimentos em criptomoeda; confira.
Uma ótima terça-feira para você!
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