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O principal índice da bolsa brasileira conseguiu fechar o dia em alta de 0,14%, aos 109.915 pontos, mas bem longe das máximas
As estruturas do Velho Continente foram abaladas nesta quinta-feira (08).
Enquanto nas ilhas britânicas a morte da rainha Elizabeth II colocou um fim ao reinado de 70 anos de uma das figuras públicas mais admiradas do mundo, do outro lado do Canal da Mancha, o Banco Central Europeu (BCE) encerrou outro importante símbolo da Europa moderna — a taxa de juros negativa, que parece realmente ter virado item de museu.
A iminência da maior crise energética desde o fim da segunda guerra mundial e a continuidade do conflito na Ucrânia, além da herança deixada pela pandemia do coronavírus, obrigaram o BCE a subir o tom do seu aperto monetário — no mesmo dia em que o presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, voltou a repetir a mensagem deixada em Jackson Hole.
A instituição europeia anunciou uma alta de 0,75 ponto percentual em sua taxa de juros e deixou claro em sua comunicação que os juros devem se manter elevados até que a meta de 2% para a inflação volte a ser uma realidade.
Depois de abandonar o campo dos juros negativos na reunião de julho, analistas indicam que o ajuste ainda é insuficiente para determinar se o bloco entrará ou não em uma recessão, mas já mostra que o futuro reserva uma taxa acima do patamar neutro, já que a alta dos preços a ser combatida se aproxima cada vez mais da casa dos 10%.
A instabilidade gerada pelos bancos centrais gringos fez com que o Ibovespa custasse a se firmar em alta — mesmo com prognósticos melhores para a inflação local e uma desinclinação da curva de juros.
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O principal índice da bolsa brasileira conseguiu fechar o dia em alta de 0,14%, aos 109.915 pontos, mas bem longe das máximas. O dólar à vista acompanhou a desvalorização em escala global e recuou 0,61%, a R$ 5,2062.
Veja tudo o que movimentou os mercados nesta quinta-feira, incluindo os principais destaques do noticiário corporativo e as ações com o melhor e o pior desempenho do Ibovespa.
MAIS UM RALI
Ethereum (ETH) salta entre atualizações da rede, Terra Classic (LUNC) dispara quase 100% e bitcoin (BTC) fica na lanterna. As altcoins vivem seus dias de glória, com os investidores de olho nos descontos de bons projetos — e caindo em algumas ciladas.
OTIMISMO
XP acredita que os ventos sopram a favor da Aeris (AERI3) e volta a recomendar a compra dos papéis — que chegaram a subir 14% hoje. Segundo analistas da corretora, o preço-alvo para as ações da empresa é de R$ 4,00 para o fim de 2023.
AGORA VAI?
IRB (IRBR3) se tornou “investível” novamente após oferta de ações, diz BTG; hora de comprar? A conclusão da operação e a forte queda dos papéis “reacenderam” o interesse dos investidores pela empresa, de acordo com o banco.
É PRA COMPRAR!
PetroRecôncavo (RECV3) tem potencial de alta de 38% — saiba por que o BTG Pactual recomenda ter os papéis em carteira. Banco iniciou a cobertura da petroleira brasileira com recomendação de compra e preço-alvo de R$ 40,00.
RECESSÃO
Crise energética na Europa está sendo subestimada, diz Verde Asset, de Luis Stuhlberger. A casa enxerga recessão significativa no velho continente, mesmo com intervenções dos governos.
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Ainda não me arrisco a dizer que estamos entrando em um rali histórico para os mercados emergentes. Mas arrisco dizer que, esteja onde estiver, Mobius deve estar animado com as perspectivas para os ativos brasileiros.
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