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Os sinais de que o governo chinês deve continuar estimulando a economia ajudaram o Ibovespa nesta quarta-feira
Depois de engatar a sétima queda consecutiva, o que não ocorria desde 2016, o Ibovespa teve uma quarta-feira (27) de maior tranquilidade e voltou a fechar o dia no azul.
Vilão dos últimos dias, o minério de ferro teve uma alta apenas modesta durante a madrugada, mas os sinais de que o governo chinês seguirá estimulando a economia de forma a evitar uma recessão empolgaram os investidores.
Com a Vale e as siderúrgicas engatando uma alta expressiva, restou pouco espaço para o Ibovespa repercutir a intensificação da crise no leste europeu após a decisão da Rússia de suspender a exportação de gás para alguns países da Europa.
A divulgação da prévia da inflação (IPCA-15) no início da manhã também ajudou a bolsa brasileira a manter o tom mais otimista ao longo do dia. Embora o número tenha vindo salgado, os analistas esperavam uma alta ainda mais expressiva, o que permitiu um alívio significativo nos juros futuros.
Hoje foi dia de pausa para respirar, mas amanhã o dia deve ser movimentado, com a repercussão do balanço do primeiro trimestre da Vale e expectativa para o PIB dos Estados Unidos.
O Ibovespa fechou esta quarta em alta de 1,05%, aos 109.349 pontos. O dólar à vista passou parte do dia na contramão dos demais mercados e chegou a furar novamente a casa dos R$ 5, mas acabou cedendo 0,47%, a R$ 4,9671, também interrompendo a sequência negativa.
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Em Wall Street, a temporada de balanços equilibrou os ânimos, com empresas como Microsoft e Boeing repercutindo os resultados no pregão de hoje, que foi misto para os principais índices.
Veja tudo o que movimentou os mercados nesta quarta-feira, incluindo os principais destaques do noticiário corporativo e as ações com o melhor e o pior desempenho do Ibovespa.
ACIMA DAS EXPECTATIVAS
Neoenergia está barata? Itaú BBA e JP Morgan recomendam compra de NEOE3, e ações sobem forte na B3. Para os analistas do Itaú, a empresa está entregando fortes resultados e pode saltar 62% até o fim de 2022, com preço-alvo de R$ 27,90 por papel.
APOSTAS DO BANCO
O que esperar dos shoppings no primeiro trimestre? Inter revisa estimativas e elege suas ações favoritas no setor; veja quais são. As administradoras não têm mais de lidar com as restrições de horário e lotação, mas novos desafios surgem na fase mais branda da pandemia de covid-19.
GRANA NA CONTA
Dividendos: Localiza (RENT3) e Movida (MOVI3) anunciam mais de R$ 500 milhões em proventos. Em ambos os casos, ainda é possível participar; confira as datas anunciadas pelas locadoras de automóveis.
BITCOIN NA LEI
Senado aprova lei de criptomoedas no Brasil, mas falha em alguns pontos; confira o que os especialistas acharam e como isso muda o mercado. A regulação vem no mesmo momento que outros países também discutem leis sobre criptomoedas, fazendo do país uma vanguarda na América Latina.
SONHO OU REALIDADE?
Semana de 4 dias úteis: veja os países que já adotaram — e quais as chances de isso acontecer no Brasil. Proposta que prevê adoção da semana de quatro dias segue em tramitação na Califórnia (EUA). Reino Unido deve testar modelo ainda neste ano.
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Depois de uma alta de quase 50% em 12 meses, o mercado discute se os preços já esticaram — e por que “estar caro” não significa, necessariamente, fim da alta
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A vitória esmagadora de Sanae Takaichi abre espaço para a implementação de uma agenda mais ambiciosa, que também reforça o alinhamento estratégico de Tóquio com os Estados Unidos, em um ambiente geopolítico cada vez mais competitivo na Ásia
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