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Principal índice da B3 também sentiu os efeitos da cobrança pública que o presidente Jair Bolsonaro fez em relação ao ministro Paulo Guedes
Você se lembra de quando víamos o Ibovespa quebrar, dia após dia, recordes de fechamento até alcançar pontuações em patamares inéditos? Parece que já faz muito tempo desde que essa era a realidade da bolsa brasileira, mas a máxima foi batida em junho de 2021.
Um ano depois, a história é outra. Agora é mais frequente observarmos o principal índice da B3 descer os degraus históricos, enquanto torcemos para que ele não perca mais um nível de sustentação ao final do pregão.
A segunda-feira (6) foi um desses dias. O apetite por risco foi renovado no exterior após as boas notícias sobre a economia chinesa, mas o mercado brasileiro experimentou altas doses de volatilidade graças aos temores inflacionários e políticos internos.
Descolado das principais bolsas internacionais — incluindo Wall Street, onde os três principais índices encerraram o dia no azul — o Ibovespa até abriu a semana em alta, mas passou a operar em terreno negativo no final da manhã.
À tarde, o índice beirou os 109 mil pontos na mínima do dia, pouco antes de esboçar uma recuperação e inverter o sinal. Mas o ímpeto positivo não foi páreo para o noticiário nacional, que incluiu uma nova fritura do ministro da Economia, Paulo Guedes.
O presidente Jair Bolsonaro cobrou publicamente o ministro — cuja agenda de hoje contemplou conversas sobre a redução do ICMS dos combustíveis com a cúpula do Congresso — e declarou que sofre pressão para demitir Guedes.
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Com o risco político e fiscal renovado, o Ibovespa voltou a operar em queda pouco antes do final do pregão e fechou o primeiro dia da semana em baixa de 0,82%, aos 110.185 pontos.
Já o dólar fez o caminho oposto. A moeda norte-americana abriu a segunda-feira recuando ante ao real, mas inverteu o sinal ainda durante a manhã.
Impulsionado pelo bom desempenho no mercado internacional — o índice DXY, que faz a comparação com outras moedas fortes, também passou a subir durante a tarde — o dólar avançou 0,36% hoje, a R$ 4,7957.
Veja tudo o que movimentou os mercados nesta segunda-feira, incluindo os principais destaques do noticiário corporativo e as ações com o melhor e o pior desempenho do Ibovespa.
PENDÊNCIA RESOLVIDA
Eletrobras (ELET3) tem caminho liberado para privatização após fim do impasse com debenturistas de Furnas. A Assembleia, que quase foi barrada, aprovou aporte na Madeira Energia e abriu as portas para a desestatização da companhia.
CARTEIRA DE AÇÕES
Bradesco (BBDC4) sob os holofotes: Itaú BBA recomenda compra para o papel, mas vê um potencial menor de alta. O banco conseguiu deixar para trás descompassos e tem pela frente uma projeção de lucro maior no segundo trimestre, quando comparado com os três meses anteriores.
PISA NO ACELERADOR
Bitcoin (BTC) avança mais de 6% na madrugada e começa a semana injetando ânimo no mercado de criptomoedas. O otimismo sustentado pelo cenário macroeconômico deve se manter ao longo dos próximos dias, antes da inflação dos EUA.
NOVIDADE NOS INVESTIMENTOS
Renda fixa em tokenização: braço do Mercado Bitcoin amplia acesso a ativos criptográficos por meio de lançamento. Os investidores terão a opção de aporte com rendimento estimado de 18% ao ano, a partir de R$ 100.
ORDEM DA PHOENIX
Dona do aplicativo 99, a Didi ressurge na bolsa com fim da proibição na China; ações disparam mais de 50% na Nasdaq. A empresa estava barrada de adicionar novos usuários na plataforma desde julho de 2021, mas deve poder recolocar o app nas lojas digitais já na próxima semana.
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