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Apesar do ritmo menos acelerado do que o esperado, o Brasil segue sendo destino atrativo para investidores internacionais
É verdade que só atravessamos o primeiro dia do segundo trimestre do ano, mas, até aqui, tudo indica que a bolsa brasileira e demais ativos domésticos seguem em alta.
As negociações no leste europeu andam lentas — quase parando —, mas o mundo segue girando e o preço das commodities subindo. O minério de ferro se aproxima dos US$ 150 por tonelada e o petróleo só se segura em níveis mais moderados por meio de ações emergenciais dos países ocidentais para evitar o total descontrole do preço dos combustíveis.
Além disso, o mercado de trabalho aquecido nos Estados Unidos eleva os temores de um aperto monetário mais forte por parte do Federal Reserve, enquanto por aqui já se comemora o fim da normalização da taxa de juros no horizonte.
O Brasil continua reluzindo aos olhos dos investidores estrangeiros, ainda que em um ritmo menos acelerado do que se acreditava. Nesta tarde, a B3 anunciou uma correção na metodologia utilizada para a contabilização dos dados de renda variável nos últimos três anos, o que fez “desaparecer” R$ 27 bilhões do saldo positivo da entrada de dinheiro gringo no país.
Mesmo com decepção nos dados econômicos anunciados pelos Estados Unidos e pela China, o Ibovespa teve mais um dia de tranquilidade e injeção de dólares. Com uma ajuda do bom desempenho da Vale, o principal índice da bolsa avançou 1,31%, aos 121.570 pontos, uma alta de 2,09% na semana. A moeda americana caiu 1,97%, a R$ 4,6673, recuo de 1,69% no mesmo período.
Veja tudo o que movimentou os mercados nesta sexta-feira, incluindo os principais destaques do noticiário corporativo e as ações com o melhor e o pior desempenho do Ibovespa.
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