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A ata do Federal Reserve, divulgada nesta tarde (06), confirmou todas as desconfianças do mercado. Os juros americanos vão continuar subindo de forma acelerada na próxima reunião, as expectativas de inflação no longo prazo seguem crescendo e não há como descartar que a reação da economia ao aperto monetário será uma desaceleração.
A resposta das bolsas globais foi o avanço dos ganhos. É, você não leu errado. Os investidores ficaram aliviados em ver no documento a confirmação dos seus temores.
É que apesar de mostrar que a situação segue complicada, não houve nenhuma mudança no posicionamento do Federal Reserve. A ata veio em linha com os discursos dos dirigentes desde a última reunião e, melhor de tudo, não trouxe um cenário pior do que o que já vinha sendo precificado pelos ativos.
Com a reação positiva em Wall Street, a bolsa brasileira conseguiu deixar as preocupações com a recessão e a queda das commodities de lado. O Ibovespa encerrou a sessão em alta de 0,43%, a 98.9718 pontos.
O dólar à vista, no entanto, teve um dia de pressão, com um avanço de 0,60%, a R$ 5,4219. O euro segue demonstrando fraqueza após dados piores do que o esperado confirmarem a desaceleração da economia europeia, o que aumenta a procura pela moeda americana.
Veja tudo o que movimentou os mercados nesta quarta-feira, incluindo os principais destaques do noticiário corporativo e as ações com o melhor e o pior desempenho do Ibovespa.
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MAIS UMA QUEDA
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AJUSTANDO O PORTFÓLIO
Girando a carteira: Itaúsa (ITSA4) vende R$ 665 milhões em ações da XP para financiar compra de fatia da CCR (CCRO3). A holding se desfez de 7 milhões de papéis da corretora e continuará detendo pouco mais de 57,4 milhões dos ON — uma fatia que corresponde a 10,31% do capital social total e a 3,68% do capital votante.
LÁ FORA
Ambipar (AMBP3) vai aos EUA: subsidiária deve abrir capital na bolsa americana após fusão com HPX. Listagem de ações da Emergência Participações na Nyse será possível graças aos US$ 168 milhões obtidos junto aos investidores.
MAIS DO QUE UMA VOLTINHA
Multiplan (MULT3), Iguatemi (IGTI11), brMalls (BRML3) ou Aliansce Sonae (ALSO3)? Saiba qual é a queridinha do Itaú BBA. Papéis das administradoras de shoppings iniciaram o dia em alta, embalados pela prévia operacional da MULT3, que sinalizou que novos recordes estão no caminho da empresa.
QUEDA DE APORTES
Crise dos unicórnios e demissões em massa têm explicação: investimentos em startups caíram 44% no primeiro semestre. Inflação global, escalada da alta de juros e a guerra na Ucrânia geraram incertezas no mercado e “seguraram” os aportes.
TAXAS GORDAS
Com risco fiscal, retorno de 6% + IPCA volta a ser comum entre títulos Tesouro IPCA+ de longo prazo. Todos os vencimentos a partir de 2035 estão pagando novamente a rentabilidade “mágica” desse tipo de ativo.
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