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Nem os astros — e muito menos os mercados — conseguem prever a trajetória do dólar. Entenda por que é tão difícil prever a taxa de câmbio
O que os astros reservam para o Brasil e para Bauru? Em busca da resposta para os leitores da cidade do interior paulista, o Jornal da Cidade publicou no fim de 2019 uma entrevista com uma autoridade no assunto: João Bidu.
O famoso astrólogo estava otimista graças ao Sol, que seria o regente de 2020. “Pela influência do sol, podemos esperar um ano mais leve do que 2019, não só para as pessoas, mas para o mundo em geral”, anteviu Bidu.
O texto viralizou na internet meses depois, quando ficou claro que o movimento do astro-rei não havia captado algo que se passava do outro lado do mundo: o surgimento de um novo e letal coronavírus que mergulharia o planeta em uma pandemia.
Bidu virou alvo de chacota, mas é sempre bom lembrar que os astrólogos não são os únicos que cometem erros em suas previsões para o futuro. Basta pegar as estimativas dos analistas do mercado financeiro feitas na mesma época para os jornais.
É claro que o ano da pandemia foi completamente atípico, tanto para os astrólogos como para os economistas. De todo modo, o que nem os astros — e muito menos os mercados — conseguem prever em praticamente nenhuma circunstância é a trajetória do dólar.
Por isso é importante contar com uma parcela dos investimentos na moeda norte-americana. Nunca se sabe quando as coisas podem dar errado, mas quando isso acontece o dólar se torna uma proteção eficiente para a sua carteira.
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Na coluna de hoje, o Matheus Spiess explica por que é tão difícil prever a taxa de câmbio e o que pode influenciar os movimentos da moeda norte-americana nos próximos meses.
Este artigo foi publicado primeiramente no "Seu Dinheiro na sua manhã". Para receber esse conteúdo no seu e-mail, cadastre-se gratuitamente neste link.
ESQUENTA DOS MERCADOS
Commodities impulsionam bolsas hoje; Ibovespa acompanha PEC dos Combustíveis e disputas políticas. Os investidores internacionais aguardam as falas de representantes do Federal Reserve e os dados de inflação dos EUA na próxima quinta-feira.
COMPLICOU
Inflação e juros altos deixam Itaú BBA menos otimista e analistas cortam projeção para o Ibovespa. Confira 10 ações para ficar de olho. Cenário incerto e proximidade das eleições fez a casa reduzir para 110 mil a projeção do índice para o fim de 2022.
QUEM DÁ MAIS?
Petrobras (PETR4) retoma planos para venda das três últimas refinarias do plano de desinvestimentos. Estatal venderá 100% de sua fatia em todos os ativos, que incluem estruturas de logística para acesso à cadeia de suprimento e distribuição de petróleo.
PROVENTOS
Dividendos: Arezzo (ARZZ3) vai pagar R$ 69,7 milhões em juros sobre capital próprio. Saiba como receber. A empresa informou aos acionistas que o pagamento dos JCP será efetuado em parcela única em meados de julho.
MAIS DIVIDENDOS E JCP
Às vésperas da fusão, a Unidas (LCAM3) e a Localiza (RENT3) distribuem mais de R$ 550 milhões em proventos. Trata-se do segundo anúncio de remuneração aos acionistas das locadoras de automóveis em menos de uma semana.
ELEIÇÕES 2022
Cortina de fumaça? Bolsonaro anuncia Braga Netto como vice e incomoda aliados. Decisão — que acontece quando o caso envolvendo o ex-ministro da Educação, Milton Ribeiro, pega fogo — desagrada parte dos apoiadores do presidente. Confira as reações.
SALTO COM BARREIRAS
Passe de mágica? Rublo se torna a moeda com melhor desempenho no mundo. A moeda russa valorizou cerca de 35% no ano, superando todas as principais divisas, e mais do que dobrou de valor desde a baixa pós-invasão. Entenda o que impulsionou esse salto.
ROTA DO BILHÃO: O FILME
O filme de US$ 1 bilhão: ‘Top Gun: Maverick’ desbanca ‘Doutor Estranho’ e agora é a maior bilheteria de 2022. Novo trabalho do astro Tom Cruise torna-se o segundo filme de maior bilheteria desde o início da pandemia, atrás apenas do último Homem-Aranha.
Uma ótima terça-feira para você!
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