🔴 TOUROS E URSOS: PETRÓLEO EM DISPUTA: VENEZUELA, IRÃ E OS RISCOS PARA A PETROBRAS – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Cibersegurança, inteligência artificial e computação na nuvem: veja 3 ações de tecnologia para comprar agora

Depois de aprender onde não investir no setor de tecnologia, hoje é dia de conhecer os segmentos onde estão as melhores oportunidades

19 de maio de 2022
6:35 - atualizado às 13:10
Conheça os segmentos mais promissores dentro do setor de tecnologia. Imagem: Shutterstock

Olá, seja bem-vindo à Estrada do Futuro, onde conversamos semanalmente sobre a intersecção entre investimentos e tecnologia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na semana passada, escrevi sobre 3 sub-segmentos de empresas de tecnologia que você deveria evitar neste momento, mesmo pensando com um horizonte de investimentos de longo prazo.

Numa rápida recapitulação, sugeri evitar as fintechs (especialmente bancos digitais e empresas de pagamentos), os marketplaces (e-commerce e agregadores de serviços como Uber e seus pares) e, por último, empresas cuja missão é salvar o mundo.

Especialmente sobre a última categoria, vai por mim… ainda existem várias delas por aí, oferecendo benefícios como "dia do chinelo" e piscina de bolinha no escritório.

Hoje, quero seguir uma abordagem totalmente oposta e falar sobre 3 sub-segmentos em tecnologia onde acredito existirem imensas oportunidades de longo prazo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Claro, em cada uma dos segmentos, vou mencionar também quais são minhas ações preferidas.

Leia Também

Cibersegurança

A guerra entre Ucrânia e Rússia deixou em evidência o que nós já sabíamos há algum tempo: as guerras do século XXI serão tão (ou mais) intensas no mundo virtual do que no mundo real.

A maioria das pessoas nutre uma visão hollywoodiana sobre ataques hackers e cibersegurança. Aquele clichê do cara de de capuz, no quarto, sozinho, às 3 horas da manhã, hackeando um dos maiores bancos do mundo.

De acordo com a Okta (Nasdaq: OKTA), a empresa mais relevante do mercado para segurança de logins, mais de 90% dos hacks acontecem através de vazamentos de credenciais.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ou seja, na maioria dos casos não existe um algoritmo super complexo burlando sistemas de segurança; há apenas um funcionário distraído que clicou no link errado, ou informou seus dados numa página falsa que mimetiza um site que ele utiliza com frequência.

Uma tragicomédia sobre segurança no mundo da tecnologia

Um estudo de 2016, da Universidade de Illinois, nos EUA, ilustra uma tragicomédia dessa situação.

Os pesquisadores deixaram 300 pen drives no chão do estacionamento do campus. A ideia era mensurar, entre os pendrives encontrados, quantos seriam conectados em computadores.

O resultado é de fazer perder a fé na humanidade: 48% dos pendrives foram conectados em computadores e tiveram um arquivo aberto!

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Qualquer "malware" (ou vírus) instalado nessas aplicações poderia contaminar imediatamente a máquina.

As pessoas colocam os seus dados, acessos e senhas em risco por um pendrive que elas não faziam ideia do que continha!

Além disso, não adianta você fazer essa cara aí: eu sei que você usa a mesma senha em diversos aplicativos…

Os hackers também sabem e isso só aumenta o retorno potencial caso eles consigam um vazamento seu.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Não só precisamos de ferramentas que protejam nossos dados (e nos protejam de nós mesmos, como exemplificamos acima), mas precisamos de uma nova geração de empresas de cibersegurança, capazes não apenas de remediar danos, mas se antecipar a eles.

A nova geração se chama ‘cloud security’

As empresas da nova geração são bem diferentes dos tempos em que você abria seu antivírus e deixava uma varredura rodando por horas, para descobrir que ela não seria capaz de resolver nada.

Empresas modernas de cibersegurança fazem o streaming de toda a sua atividade no computador para a nuvem, comparam seus padrões com o de outros milhões de dispositivos e aplicações em sua rede e descobrem em tempo real como enfrentar novos malwares.

Entre essas novas empresas, minha preferida é a Crowdstrike, negociada no exterior com o ticker "CRWD" - e na B3 através do BDR "C2RW34". 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Inteligência artificial

Tá aí algo que todo mundo fala, mas só uma meia dúzia de empresas o fazem de verdade (a Crowdstrike é uma delas).

Inteligência artificial (IA daqui para a frente) pode ser muitas coisas diferentes, mas o conceito mais geral e aplicável atualmente é o da automação de processos manuais, em que um algoritmo aprende a replicar processos repetitivos.

IA está cada vez mais presente no segmento de publicidade. O Meta (Facebook) ocupou muitas manchetes recentemente devido a seus enormes investimentos na construção de data centers focados em IA.

O Meta está num processo de mudar estruturalmente sua engine de anúncios, se distanciando dos tradicionais modelos da audiência "look alike" (parecido com…) e em direção a um modelo de probabilidades.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Usos mais "futuristas" dessa tecnologia recaem sobre apostas como veículos autônomos, drones autônomos e até mesmo o desenvolvimento de software sem a interação humana.

Por exemplo, o Waymo, veículo autônomo do Google, é operacional em várias cidades médias americanas, como Phoenix, em que você consegue chamar o carro autônomo para uma corrida, como se fosse um Uber.

Qual gigante da tecnologia está por trás de tudo isso?

Por trás de todos esses usos tão diferentes está uma empresa específica, a Nvidia!

Famosa pela linha de processadores gráficos RTX (GPUs) para games, a Nvidia é a líder absoluta no mercado de GPUs para inteligência artificial.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Por exemplo, quando eu comparo a composição das receitas da Nvidia em 2013 com 2021, vejo que a divisão de "Data Centers" (as GPUs de IA) subiu de 4,8% para 39,4%.

Em números absolutos, o salto é de US$ 200 milhões em GPUs em 2013, para mais de US$ 10,6 bilhões em 2021!

A posição da Nvidia é consolidada por mais de 10 anos em investimentos numa suíte de softwares e aplicações de IA complementares a suas GPUs.

Na minha opinião, as ações da Nvidia, negociadas no exterior sob o ticker "NVDA" e na B3 através do BDR "NVDC34", são a melhor maneira de se expor a essa tendência.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Infraestrutura em nuvem

A história da Amazon AWS é relativamente nova. Pense que em 2008 o Netflix iniciou sua migração para a nuvem, mas apenas em 2016 a concluiu.

Durante muitos anos, essa foi uma história de "nós contra o mundo". 

A AWS focou, durante anos, em lançar cada vez mais produtos dentro da sua infraestrutura.

Basicamente todos os grandes projetos open source do mercado, como MongoDB, Elastic, Confluent e tantos outros, ganharam uma versão na AWS similar ao software aberto, porém hospedado em nuvem.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A lógica era bem simples: a Amazon estava na missão de oferecer todos os serviços possíveis em suas plataformas e obter uma receita recorrente a partir deles.

A maioria desses serviços, uma vez em produção, oferecem uma estrutura bastante antifrágil: são baratos de manter em caso de fracasso (baixa ou nenhuma adoção), e apesar de requererem constante investimento em caso de sucesso, o economics costuma ser maravilhoso, com os clientes consumindo cada vez mais o produto, à medida que tornam-se mais digitais.

Obviamente, com tantos engenheiros bem qualificados, a AWS foi muito além das cópias e contribuiu para esses ecossistemas, além de ter lançado diversos produtos próprios.

Amazon em conflito direto com a indústria da tecnologia

Na sessão de "riscos" de todo prospecto de IPO de empresas de tecnologia havia uma menção à Amazon. Algo como "ó, meu amigo, pode ser que esses caras entrem no setor e destruam meu produto".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Um exército de pequenos Davis, apavorados com o tamanho desse Golias.

Alguns episódios ficaram famosos. O MongoDB, que é um banco de dados open source, listado na Nasdaq e avaliado em mais de US$ 26 bilhões, foi a primeira empresa a mudar seus termos de uso, em 2018, criando barreiras para que a AWS (bem como Azure e Google Cloud) pudesse obter ganhos financeiros com seus produtos sem o devido compartilhamento.

Pouco tempo depois foi a vez da Elastic, que é a maior engine de buscas para serviços corporativos do mercado e também um produto open source. Quando você busca um filme no Netflix ou uma hospedagem no AirBnb, é o software da Elastic quem realiza o trabalho de encontrá-los.

A Elastic acusou a AWS durante anos de ter se apropriado do seu software, criado sua versão AWS e estar obtendo ganhos financeiros relevantes enquanto a comunidade ficava chupando o dedo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

De inimiga a parceira

Eis que então, as coisas começaram a mudar. A AWS se acertou, um a um, com os grandes players do ecossistema open source.

Se acertou é pouco. Cada vez mais, eles passaram de inimigos a parceiros. E essa é apenas a ponta do iceberg.

Mais recentemente, no "Investor Day" da Snowflake, a principal empresa de data warehouse  do mercado, houve uma sessão inteira dedicada a explorar os contratos vendidos em parceria com a AWS.

A Snowflake é uma das empresas que mais crescem no segmento de software e passou por uma história semelhante: a Amazon possui um produto concorrente ao deles (o "Redshift"), e passaram de inimigos a melhores amigos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mais de 50% do guidance esperado pela Snowflake para este ano virá de contratos fechados através da AWS, em parceria.

A AWS, em muitos casos, tem abordado proativamente seus clientes para oferecer não as suas próprias soluções, mas as soluções "top de linha" dos seus parceiros.

Em vários releases, calls de resultados, eventos com investidores, eu vejo empresa após empresa exaltando como a AWS será um dos seus grandes canais de crescimento nos próximos anos.

Se você me dissesse isso em 2018, eu não seria capaz de acreditar.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Cada vez mais, ela (bem como o Azure, da Microsoft), foca em conquistar clientes através da infraestrutura e do armazenamento, e desenham para esses clientes soluções que envolvam uma série de parceiros independentes (que, não raro, irão retribuir o favor).

Sem dúvidas, a ação da Amazon é outra presença obrigatória no seu portfólio de tecnologia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
ÚLTIMA CHAMADA?

A Selic vai cair e ficar parado no CDI pode custar caro. Veja as apostas do BTG e do Santander para ações, renda fixa, crédito e FIIs em 2026

14 de janeiro de 2026 - 19:04

Analistas dos dois bancos indicam onde investir em 2026 antes que os juros mudem o jogo; confira as estratégias

ENTENDA

Lojas Renner: combo de dividendos e despesas ‘na rédea’ fazem Citi elevar recomendação para LREN3 para compra

14 de janeiro de 2026 - 12:40

Banco elevou a recomendação para compra ao enxergar ganho de eficiência, expansão de margens e dividend yield em torno de 8%, mesmo no caso de um cenário de crescimento mais moderado das vendas

MAIOR ALTA DO IBOVESPA

MRV (MRVE3): caixa volta a respirar na prévia operacional do 4T25 e BTG vê mais sinais positivos do que negativos. Hora de comprar?

14 de janeiro de 2026 - 10:52

No começo das negociações, os papéis tinham a maior alta do Ibovespa. A prévia operacional do quarto trimestre mostra geração de caixa acima do esperado pelo BTG, desempenho sólido no Brasil e avanços operacionais, enquanto a trajetória da Resia segue como principal desafio para a companhia

BYE-BYE, AZUL4

AZUL4 já era: por que a Azul acabou com essas ações, e o que muda para o acionista

13 de janeiro de 2026 - 12:01

A companhia aérea conseguiu maioria em assembleias simultâneas para acabar com as suas ações preferenciais, em um movimento que faz parte do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos

ESTRATÉGIA DO GESTOR

Fundo Verde, de Luis Stuhlberger, zera posição em cripto e começa o ano apostando em real e ações brasileiras

12 de janeiro de 2026 - 17:03

O fundo multimercado superou o CDI no acumulado de 2025, com destaque para os ganhos em bolsa local e no real

PERSPECTIVAS PARA O ANO

FIIs de galpões logísticos têm rentabilidade de quase 30% em 2025, mas o que vem depois da alta? Veja o que esperar para o setor em 2026 

12 de janeiro de 2026 - 6:04

Para entender as projeções para este ano, o Seu Dinheiro conversou com a analistas da EQI Research e da Empiricus Research, além de gestores de fundos imobiliários da Daycoval Asset e da TRX

MERCADOS

De olho na carteira: confira o que promete sacudir o Ibovespa, as bolsas lá fora e o dólar na semana 

11 de janeiro de 2026 - 13:00

Uma nova rodada de indicadores tanto no Brasil como nos Estados Unidos deve concentrar a atenção dos investidores, entre eles, os dados da inflação norte-americana

INVESTIDORES EM ALERTA

Irã na berlinda: como um novo conflito com Israel e EUA pode mexer com o preço do petróleo, com as ações e com a bolsa

11 de janeiro de 2026 - 11:55

Depois dos recentes eventos ligados à Venezuela, uma nova fonte de tensão promete colocar mais lenha na fogueira das commodities; entenda como isso mexe com o seu bolso

DESTAQUES DA BOLSA

Cogna (COGN3) fez bem a lição de casa: ação é a maior alta do Ibovespa na semana e C&A (CEAB3) é a que mais caiu. Veja destaques

10 de janeiro de 2026 - 17:03

A bolsa brasileira avançou apesar de ruídos políticos e incertezas globais, mas a semana foi marcada por forte seletividade: Cogna subiu embalada por revisões positivas, enquanto C&A sentiu o peso de um cenário mais desafiador para o varejo

DISPAROU

Azul (AZUL54) sobe 200%: o que explica a ação ter triplicado na bolsa em um dia?

9 de janeiro de 2026 - 18:15

Após um tombo histórico e uma diluição bilionária, os papéis dam um salto em um movimento técnico, enquanto o mercado segue avaliando os efeitos do aumento de capital e da reestruturação da companhia

POR QUE É TÃO RUIM?

Maior queda do Ibovespa: saída de CFO do Pão de Açúcar (PCAR3) deixa CEO novato com “bombas” na mão

9 de janeiro de 2026 - 17:21

A saída do executivo que liderava a desalavancagem e as negociações fiscais aumentou a percepção de risco do mercado e pressionou as ações da varejista

SUBINDO NA BOLSA

Alívio para Minerva (BEEF3): Sinal verde para acordo entre UE e Mercosul abre portas depois de a China cortar asinhas do Brasil

9 de janeiro de 2026 - 12:49

Analistas veem impacto positivo para a cadeia de carnes com a abertura do mercado europeu, mas alertam que o acordo não é suficiente para substituir a China no curto prazo

UM PORTO-SEGURO NA BOLSA?

Banco revela um dos setores mais promissores da bolsa em 2026; descubra as ações preferidas dos analistas

8 de janeiro de 2026 - 19:02

Em meio a incertezas políticas e sobre juros, BTG Pactual vê utilities como o melhor setor e lista empresas de saneamento e energia com potencial

NO CORAÇÃO DO BRASIL

Fundo imobiliário anuncia compra bilionária em um dos maiores empreendimentos do país

8 de janeiro de 2026 - 10:13

O imóvel ainda está em fase de construção e será composto por quatro torres comerciais de padrão classe “A”

EM BUSCA DE CAPITAL

PicPay, Agibank e Abra querem IPO nos EUA. Por que Wall Street está mais atraente para abrir capital do que o mercado brasileiro?

7 de janeiro de 2026 - 6:16

Uma fila parece ter começado a se formar em direção ao mercado norte-americano. PicPay, Agibank e Abra sinalizaram planos para ofertas de ações por lá, enquanto a B3 segue em jejum de IPOs há quatro anos

GIGANTE VERDE

SNEL11 se torna o maior FII de energia renovável da B3 após captar mais de R$ 620 milhões; entenda a operação

6 de janeiro de 2026 - 13:00

A emissão de cotas do FII segue uma tendência do mercado, que encontrou no pagamento em cotas uma solução para adquirir ativos de peso em meio às altas taxas de juros

FII DO MÊS

BTLG11 (de novo) no topo: FII de galpões logísticos volta a ser o favorito em janeiro com expectativa de corte de juros; veja o ranking completo

6 de janeiro de 2026 - 6:07

Embora já tenha registrado alta de 8,95% em 2025, o fundo contou com três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro

FRIGORÍFICOS

Minerva (BEEF3): existe um atalho para escapar das tarifas chinesas, mas o buraco é mais embaixo. O que esperar?

5 de janeiro de 2026 - 17:35

Com forte exposição ao mercado chinês, o frigorífico pode apelar para operação no resto do continente para enviar carne bovina ao gigante asiático, mas essa não é a bala de prata

DE OLHO NA SEGURANÇA

Nem Petrobras (PETR4) nem PRIO: veja qual ação brasileira está em alta após invasão da Venezuela pelos EUA

5 de janeiro de 2026 - 17:29

Tradicional ativo de proteção, o ouro sobe em meio ao aumento das tensões globais, intensificadas pela invasão da Venezuela, e uma ação pode ganhar com esse movimento

VAI CAIR?

Com invasão dos EUA na Venezuela, como fica o preço do petróleo e o que pode acontecer com a Petrobras (PETR3) e junior oils

5 de janeiro de 2026 - 16:09

Empresas petroleiras brasileiras menores, como Brava (BRAV3) e PetroRio (PRIO3), sofrem mais. Mas a causa não é a queda do preço do petróleo; entenda

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar