🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

A Vivo (VIVT3) e sua estabilidade à prova de crise nos mostram: negócios chatos não são maus negócios

A Vivo (VIVT3) manteve suas receitas praticamente estáveis nos últimos anos. Ainda assim, esse ‘negócio chato’ gera muito valor ao acionista

15 de julho de 2022
6:11 - atualizado às 14:29
Logo da empresa de telefonia Vivo, da Telefônica Brasil (VIVT3)
Logo da empresa de telefonia Vivo, da Telefônica Brasil (VIVT3). - Imagem: Shutterstock

Um velho colega de mercado costumava me dizer o seguinte, sempre que conversávamos sobre alguma empresa de utilidade pública: "investir em utilities é tão 'emocionante' quanto assistir grama crescer. Odeio esses negócios!"

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Caso não saiba, são aquelas empresas de saneamento ou do setor elétrico (distribuição e transmissão de energia). Em comum, essas companhias normalmente têm receitas que crescem pouco e lucros que não fazem os nossos olhos brilharem, o que acaba afastando vários potenciais investidores.

Apesar de não serem utilities puras, as empresas de telecomunicações têm várias similaridades com as elétricas e as de saneamento, inclusive a falta de emoção. Basta observar o gráfico de receitas da Vivo (VIVT3), abaixo, para entender o que eu estou falando.

Fonte: Vivo (VIVT3)

As receitas praticamente não crescem desde 2016. Mas quem disse que não vale a pena investir nesses ativos?

Vivo (VIVT3): falta emoção, sobra geração de caixa

Se falta emoção, sobra estabilidade para os resultados dessas empresas, mesmo em períodos de recessão. Repare no gráfico de receitas da Vivo (VIVT3) que nem a chegada da pandemia, em 2020,  impactou o faturamento.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Com ou sem pandemia, as pessoas continuam falando no celular, utilizando o 4G, navegando pela internet ou assistindo TV por assinatura. Essa estabilidade de resultados permite a essas companhias serem ótimas pagadoras de dividendos.

Leia Também

No entanto, existe uma grande diferença entre a Vivo e uma empresa de saneamento, como a Sabesp: ela tem concorrentes. Por isso, se a Telefônica Brasil quiser manter essa estabilidade de resultados, ela precisa fornecer um serviço bom — caso contrário a Tim e a Claro vão se aproveitar.

Para se proteger das concorrentes, hoje a Vivo tem a melhor cobertura de dados do país e um índice de reclamações bem abaixo das duas principais rivais, o que tem ajudado a companhia a atrair clientes mesmo já tendo o maior market share do segmento de móveis e sendo historicamente a empresa que mais cobra por usuário na média (ARPU).

Fonte: Vivo (VIVT3)
Fontes: Vivo (VIVT3), Claro e Tim (TIMS3)

Vai deixar de ser monótono

Enquanto não consegue ter um aumento relevante de receitas, a Vivo (VIVT3) vai tentando reduzir ao máximo os seus custos, utilizando muita automação e tecnologia para isso.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Fonte: Vivo (VIVT3)

Com isso, mesmo com receitas praticamente estagnadas, ela tem conseguido aumentos interessantes de Ebitda, o que também tem permitido pagamentos de, em média, 5% de dividend yield desde 2017.

Hoje, a Vivo negocia por menos de 4,5x EV/Ebitda, um patamar bem abaixo da média histórica, por conta dos receios de uma possível recessão global. Mas eu já mostrei que, mesmo nos piores momentos, esse negócio permanece estável e pagando bons dividendos para os acionistas.

E como ela tem se esforçado para prestar um bom serviço e defender a sua base de clientes, não vejo grandes riscos negativos para essa estabilidade de resultados pela frente. O que eu vejo, na verdade, são riscos positivos.

Vivo (VIVT3): novas oportunidades

Se os últimos dez anos não foram muito empolgantes para a receita da Vivo (VIVT3), existem algumas oportunidades que podem finalmente trazer um pouco de emoção para essa história monótona.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A fibra ainda tem uma penetração pequena no mercado, mas tem permitido à Vivo oferecer serviços mais estáveis, mais rápidos e por preços mais altos também.

Por enquanto, esses novos serviços (receitas fixas core) não têm contribuído para melhorar os resultados, porque alguns serviços antigos (não-core) estão sendo cancelados e têm atrapalhado o resultado consolidado.

Fonte: Telefônica Brasil/Vivo (VIVT3)

Esses serviços antigos são, principalmente, as linhas de telefone fixo e TV por satélite. Por enquanto, como eles ainda representam 10% da receita, os cancelamentos seguem atrapalhando o crescimento consolidado.

No entanto, daqui a alguns trimestres, esses serviços serão praticamente irrelevantes e a Vivo estará livre para voltar a crescer novamente – e, quem sabe, merecer até uma reprecificação por isso.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Isso sem falar no 5G, que promete ser uma revolução de velocidade e estabilidade, permitindo uma série de novos usos para a internet e gerando novas demandas para os serviços oferecidos por ela.

Quanto mais chato, melhor

Fato é que toda essa estabilidade de resultados permitiu às ações da Vivo (VIVT3) se valorizarem em 2022, mesmo com a piora do mercado.

Ibovespa (azul) vs Vivo (preto). Fonte TradingView

Lembre-se que temos vários casos de desvalorizações de -50%, -70% e até -80% neste ano. Enquanto isso, negócios monótonos, como os da Vivo, parecem nem ter sentido essa piora.

Como eu tenho falado nas últimas semanas, este é o momento de investir em ações de empresas sólidas, com forte geração de caixa e boas pagadoras de dividendos — exatamente o caso da Vivo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

É por isso que a companhia faz parte da série Vacas Leiteiras, que tem uma série de outras ações sólidas, de empresas geradoras de caixa, e que estão no positivo mesmo neste ano extremamente difícil para a bolsa.

Se quiser conferir a lista completa dessas ações que, além de tudo, ainda pagam ótimos dividendos, deixo aqui o convite.

Um grande abraço e até a semana que vem!

Ruy

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
VAI PERDER O BONDE?

“Investidor pessoa física só gosta de bolsa quando já está cara”, diz Azevedo, da Ibiuna

4 de fevereiro de 2026 - 17:31

Gestor participou de evento da Anbima e falou sobre a perspectiva de volta do investidor local à bolsa

TOUROS E URSOS #258

Ibovespa nos 200 mil pontos? Gringos compram tudo — mas cadê os investidores brasileiros

4 de fevereiro de 2026 - 14:00

Bruno Henriques, head de análise de renda variável do BTG Pactual, fala no podcast Touros e Ursos sobre a sua perspectiva para as ações brasileiras neste ano

BRASIL NO CENTRO DO MUNDO

Bolsa com força total: gringos despejam R$ 26,3 bilhões em janeiro na B3 e superam todo o fluxo de 2025

3 de fevereiro de 2026 - 20:00

Entrada recorde de capital internacional marca início de 2026 e coloca a bolsa brasileira em destaque entre emergentes

MAIS ENERGIA PARA A CARTEIRA

Tchau, Vale (VALE3): BTG escolhe nova “vaca leiteira” para sua carteira de dividendos — saiba qual é a ação escolhida para renda passiva

3 de fevereiro de 2026 - 18:35

A Axia (ex-Eletrobras) foi uma das ações que mais se valorizou no ano passado, principalmente pela privatização e pela sua nova política agressiva de pagamentos de dividendos

DA CIDADE PARA O CAMPO

BTAL11 migra para fiagro e terá primeiro programa de recompra de cotas; entenda os impactos para os cotistas

3 de fevereiro de 2026 - 14:02

A iniciativa faz parte da estratégia do BTG Pactual para aumentar a distribuição de dividendos e permitir uma maior flexibilidade para a gestão

MERCADOS HOJE

Ibovespa salta para históricos 187 mil pontos e dólar cai. Corte da Selic é um dos gatilhos do recorde, mas não é o único

3 de fevereiro de 2026 - 12:31

Para a XP, o principal índice da bolsa brasileira pode chegar aos 235 mil pontos no cenário mais otimista para 2026

DEPOIS DE A HOLDING PEDIR RJ

Fictor Alimentos (FICT3) desaba 40% na B3. Por que o mercado não acreditou que a empresa ficará de fora da RJ da holding?

2 de fevereiro de 2026 - 15:34

Discurso de separação não tranquilizou investidores, que temem risco de contágio, dependência financeira e possível inclusão da subsidiária no processo de recuperação

DESTAQUES DA BOLSA

Raízen (RAIZ4) dispara, volta a ser negociada acima de R$ 1 e lidera as altas do Ibovespa na semana; veja os destaques

1 de fevereiro de 2026 - 15:00

Fluxo estrangeiro impulsiona o Ibovespa a recordes históricos em janeiro, com alta de dois dígitos no mês, dólar mais fraco e sinalização de cortes de juros; Raízen (RAIZ4) se destaca como a ação com maior alta da semana no índice

CRIPTOMOEDAS HOJE

US$ 2,4 bilhões liquidados em 24 horas: Bitcoin (BTC) sofre nova derrocada e opera abaixo dos US$ 80 mil. O que explica?

1 de fevereiro de 2026 - 12:01

Queda do bitcoin se aprofunda com liquidações de mais de US$ 2,4 bilhões no mercado como um todo nas últimas 24 horas, enquanto incertezas macro voltam a pesar sobre as criptomoedas

BALANÇO DO MÊS

Ibovespa dispara em janeiro e nenhum outro investimento foi páreo — nem mesmo o ouro

30 de janeiro de 2026 - 19:34

Novos recordes para a bolsa brasileira e para o metal precioso foram registrados no mês, mas as ações saíram na frente

NÃO PERCA O PRAZO

Gol (GOLL54) vai sair da bolsa com OPA, mas adesão ao leilão não é automática; veja o que o investidor deve fazer

30 de janeiro de 2026 - 18:13

A adesão ao leilão não é obrigatória. Mas é mais difícil vender ações de uma companhia fechada, que não são negociadas na bolsa

DESCE E SOBE

Fundo imobiliário TGAR11 cai 14% em três dias, mas BB-BI diz que não é hora de vender — entenda o que pode impulsionar o FII na bolsa agora

30 de janeiro de 2026 - 12:55

O analista André Oliveira, do BB-BI, reitera a recomendação de compra, especialmente para os investidores mais arrojados

NA ROTA DO CRESCIMENTO

FIIs driblam juros altos com troca de cotas, mas há riscos para os cotistas? O BTG Pactual responde

29 de janeiro de 2026 - 15:21

O banco avalia que a estratégia de aquisição via troca de cotas veio para ficar e, quando bem executada, tem potencial de geração de valor

BUSCA POR SEGURANÇA

Ibovespa dispara no ano, mas investidores brasileiros estão receosos e tiram dinheiro da bolsa, diz XP

29 de janeiro de 2026 - 14:15

Uma fatia menor da carteira dos brasileiros está em ativos na bolsa, como ações, ETFs, FIIs e outros, e cresce a proporção dos investidores que pretende reduzir sua exposição à renda variável

VIROU PASSEIO

Ouro ultrapassa os US$ 5.500 pela 1ª vez e faz BTG elevar preço-alvo da Aura (AURA33) para US$ 87; Ibovespa alcança inéditos 186 mil pontos

29 de janeiro de 2026 - 12:39

Apetite dos BC, fuga do dólar e incertezas no Japão impulsionaram os metais preciosos a recordes, enquanto por aqui, o principal índice da bolsa brasileira reverberou a sinalização do Copom, dados e balanços nos EUA

A VISÃO DO GESTOR

BTRA11 e BTAL11: por que o BTG está convertendo esses FIIs em fiagros — e como isso pode turbinar os seus dividendos

29 de janeiro de 2026 - 6:04

Tiago Lima, sócio e head de distribuição da BTG Pactual Asset Management, conta ao Seu Dinheiro que a mudança é um marco de modernização e destravará dividendos para os cotistas

GLOW UP NA BOLSA

A troca de look da Riachuelo: Guararapes define data para a estreia do novo ticker na B3

28 de janeiro de 2026 - 19:52

Segundo a varejista, a iniciativa busca aproximar o código de negociação do nome pelo qual a marca é amplamente reconhecida pelo público

BOLSA E CÂMBIO

Uma Super Quarta nos mercados: Ibovespa bate novo recorde aos 184 mil pontos e ouro atinge marca histórica; dólar fica estável a R$ 5,20

28 de janeiro de 2026 - 19:25

Índice supera 185 mil pontos intradia em dia de decisão sobre juros nos EUA e no Brasil; Vale e Petrobras puxam ganhos, enquanto Raízen dispara 20%

REFORÇO FINANCEIRO

Raízen (RAIZ4) dispara 20% com expectativa por aumento de capital de R$ 1 bilhão; ação volta a valer mais de R$ 1

28 de janeiro de 2026 - 17:55

A forte valorização desta quarta-feira começou no dia anterior (27), em meio à expectativa de que a companhia realize uma reestruturação financeira

BOLSA EM FESTA

Recorde do Ibovespa é fichinha: bolsa brasileira pode ir a 300 mil pontos — e o investidor brasileiro pode chegar atrasado

28 de janeiro de 2026 - 17:02

Com fluxo estrangeiro forte e juros ainda altos, gestores alertam para o risco de ficar fora do próximo ciclo da bolsa

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar