O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A construtora divulgou as projeções para a margem bruta e vendas líquidas no próximo ano, além de riscos e oportunidades para a operação
A Tenda (TEND3) chamou a atenção de quem olhou para os ativos fora do Ibovespa nesta terça-feira (29). As ações da construtora anotaram uma das maiores altas da bolsa com ganhos de 10,17%, cotadas em R$ 4,44 e chegaram a subir até 12% mais cedo.
O bom desempenho dos papéis foi alimentado, em partes, pelo apetite ao risco que contagia a B3 hoje. Mas um dos principais fatores por trás do salto é a divulgação das projeções para a performance operacional e financeira da companhia no próximo ano.
E o guidance já é aberto por uma das métricas mais importantes para o setor: a margem bruta ajustada. A Tenda espera que o indicador fique entre 24% e 26% em 2023.
Para efeito de comparação, a margem bruta nos primeiros nove meses deste ano foi de 14,3%. Já a de novas vendas realizadas durante o terceiro trimestre chegou a 30,4% no período.
Para as vendas líquidas — que consideram tudo que é comercializado ao longo do ano menos os distratos —, a Tenda projeta um limite inferior de R$ 2,7 bilhões e superior de R$ 3 bilhões.
Os números de 2022 ainda não estão disponíveis. Mas, até setembro, a companhia havia vendido R$ 1,7 bilhão, o que indica que a meta é ambiciosa.
Leia Também
Além disso, a construtora cita uma oportunidade para incrementar o preço das unidades no próximo ano: as eventuais revisões no programa Casa Verde e Amarela.
Caso se concretizem, as mudanças também podem impactar o volume de vendas. Por enquanto, porém, a empresa trabalha com o cenário base de ganho de preços em linha com a inflação.
A Tenda lista ainda os riscos que o próximo ano pode trazer para a operação. O primeiro é o da inflação de custos da construção superar o percentual de 5% orçado; já o segundo é o da curva de normalização da ineficiência ser mais longa do que o previsto pela construtora.
Para especialistas consultados pelo Seu Dinheiro, alívio nos juros ajuda no curto prazo, mas o destino das ações mais alavancadas depende de outro vetor macroeconômico
De acordo com a gestora, a alienação faz parte da estratégia de reciclagem do portfólio do fundo imobiliário
Even (EVEN3), Cyrela (CYRE3), Direcional (DIRR3) e Lavvi (LAVV3) divulgaram prévias operacionais na noite de ontem (15), e o BTG avaliou cada uma delas; veja quem se destacou positivamente e o que os números indicam
As incertezas típicas de um ano eleitoral podem abrir janelas de oportunidade para a compra de fundos imobiliários — mas não é qualquer ativo que deve entrar na carteira
Resultado preliminar dos últimos três meses de 2025 superou as projeções de lucro e endividamento, reforçou a leitura positiva de analistas e fez a companhia liderar as altas da bolsa
Analistas dos dois bancos indicam onde investir em 2026 antes que os juros mudem o jogo; confira as estratégias
Banco elevou a recomendação para compra ao enxergar ganho de eficiência, expansão de margens e dividend yield em torno de 8%, mesmo no caso de um cenário de crescimento mais moderado das vendas
No começo das negociações, os papéis tinham a maior alta do Ibovespa. A prévia operacional do quarto trimestre mostra geração de caixa acima do esperado pelo BTG, desempenho sólido no Brasil e avanços operacionais, enquanto a trajetória da Resia segue como principal desafio para a companhia
A companhia aérea conseguiu maioria em assembleias simultâneas para acabar com as suas ações preferenciais, em um movimento que faz parte do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos
O fundo multimercado superou o CDI no acumulado de 2025, com destaque para os ganhos em bolsa local e no real
Para entender as projeções para este ano, o Seu Dinheiro conversou com a analistas da EQI Research e da Empiricus Research, além de gestores de fundos imobiliários da Daycoval Asset e da TRX
Uma nova rodada de indicadores tanto no Brasil como nos Estados Unidos deve concentrar a atenção dos investidores, entre eles, os dados da inflação norte-americana
Depois dos recentes eventos ligados à Venezuela, uma nova fonte de tensão promete colocar mais lenha na fogueira das commodities; entenda como isso mexe com o seu bolso
A bolsa brasileira avançou apesar de ruídos políticos e incertezas globais, mas a semana foi marcada por forte seletividade: Cogna subiu embalada por revisões positivas, enquanto C&A sentiu o peso de um cenário mais desafiador para o varejo
Após um tombo histórico e uma diluição bilionária, os papéis dam um salto em um movimento técnico, enquanto o mercado segue avaliando os efeitos do aumento de capital e da reestruturação da companhia
A saída do executivo que liderava a desalavancagem e as negociações fiscais aumentou a percepção de risco do mercado e pressionou as ações da varejista
Analistas veem impacto positivo para a cadeia de carnes com a abertura do mercado europeu, mas alertam que o acordo não é suficiente para substituir a China no curto prazo
Em meio a incertezas políticas e sobre juros, BTG Pactual vê utilities como o melhor setor e lista empresas de saneamento e energia com potencial
O imóvel ainda está em fase de construção e será composto por quatro torres comerciais de padrão classe “A”
Uma fila parece ter começado a se formar em direção ao mercado norte-americano. PicPay, Agibank e Abra sinalizaram planos para ofertas de ações por lá, enquanto a B3 segue em jejum de IPOs há quatro anos