O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Fundo Global Dinâmico Ultra foi desenhado para alocar até 40% do patrimônio no exterior e está disponível só para investidores qualificados
A família de fundos Global Dinâmico da Itaú Asset acaba de ganhar um irmãozinho mais novo: o Global Dinâmico Ultra.
Apesar de jovem, o GD Ultra é o mais arrojado da família, com nível maior de alavancagem e versatilidade.
Para isso, o irmão caçula foi desenhado para alocar até 40% do patrimônio no exterior. Assim, o GD Ultra está disponível apenas para investidores qualificados, ou seja, quem tem mais de R$ 1 milhão investidos.
“O Ultra dá ao investidor acesso a mercados que ele não conseguiria acessar de forma isolada”, disse ao Seu Dinheiro o CEO da Itaú Asset, Carlos Augusto Salamonde.
A gestão do GD Ultra integra o conceito multimesas lançado há alguns anos pela gestora. Essa estratégia consiste em grupos de gestores que funcionam como micro assets dentro da estrutura do Itaú. Essa espécie de “incubadora” conta hoje com 14 grupos independentes.
Dentro da estratégia, funcionam três tipos de mesas: pequenas, médias e grandes.
Leia Também
As pequenas são formadas por grupos menores de gestores e têm um percentual dos recursos da família Global Dinâmico.
As médias gerenciam um percentual maior da família GD e podem ter alguns fundos próprios.
As grandes obrigatoriamente têm fundos próprios e também gerenciam uma parcela da família GD.
“É um pout-pourri dessas mesas todas que estamos gerenciando”, afirmou Salamonde.
No comando dessa estrutura, fica Leonardo Muller, gerente de pesquisa quantitativa da Itaú Asset. Ele é responsável por todas as alocações, controles de risco, tudo o que está sendo feito na família Global Dinâmico.
Dessa maneira, o multimesas permite que os produtos Global Dinâmico tenham alto grau de diversificação.
No caso do novo fundo, ele é uma versão mais agressiva da estratégia já consolidada, e os resultados já têm se destacado dentro da família. Até o dia 9 de junho, o Ultra acumulava 10,55% de ganhos no ano, acima dos irmãos mais velhos.
O GD Ultra tem aporte inicial a partir de R$ 1,00, taxa de administração de 2% e taxa de performance de 20% do que exceder 100% do CDI.
| FUNDO | NO MÊS* | NO ANO* | 6 MESES | 12 MESES | 24 MESES |
| Itaú GD | 0,42% | 7,32% | 7,48% | 9,50% | 14,90% |
| Itaú GD Plus | 0,45% | 8,14% | 8,16% | 10,10% | 16,90% |
| Itaú GD Renda Fixa | 0,29% | 5,94% | 6,39% | 10,82% | 12,91% |
| Itaú GD Ultra | 0,49% | 10,55% | 10,37% | - | - |
| CDI | 0,38% | 4,75% | 5,26% | 8,22% | 10,59% |
A possibilidade de reabertura da janela de IPOs atrai empresas dispostas a abrir o capital, mas movimento nessa direção ainda é tímido
Com o início do horário de verão nos Estados Unidos e na Europa, a bolsa brasileira encurta o tempo de negociação para manter a sincronia com os mercados globais
Escalada da guerra no Oriente Médio e disparada do petróleo marcaram a semana na bolsa brasileira; veja as ações com maiores altas e quedas
A fabricante de aeronaves registrou resultados abaixo do esperado pelo mercado e ações reagem em queda: o que aconteceu com a Embraer?
Veja quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas neste mês e como posicionar sua carteira de FIIs agora
Mesmo com juros altos e volatilidade global, analistas veem um grupo seleto de empresas capaz de atravessar a turbulência e se valorizar na bolsa neste ano
Ao Seu Dinheiro, analistas da Empiricus Research recomendaram seus investimentos preferidos para março, entre ações, fundos imobiliários e criptoativos
O principal índice de ações do Brasil tomba 4,64% por volta das 12h10, aos 180.518,33 pontos; dólar avança mais de 3,18%, negociado aos R$ 5,3045
Gerido por gestora próxima ao agro, novo Fiagro negociado na bolsa brasileira pretende levar o setor para mais perto dos investidores comuns; conheça
O que determina que empresas petroleiras vão ganhar mais com esse conflito não é só o preço da commodity; entenda
Greg Abel defende quatro empresas norte-americanas favoritas que devem continuar na carteira por décadas — e cinco empresas japonesas que também compõem o portfólio
Escalada no Oriente Médio fez os preços do petróleo subirem e levou junto as petroleiras no B3; ouro terminou o dia com alta de mais de 1%, enquanto a prata caiu
Fluxo estrangeiro impulsiona a bolsa brasileira, mas resultados fracos e endividamento pesado derrubam algumas ações no mês; veja os destaques
Se o risco virar escassez real, o barril pode mudar de patamar; entenda os três fatores que o mercado monitora e o possível efeito sobre a Petrobras
A agência de classificação de risco não descarta novos rebaixamentos para a Cosan (CSAN3) e a ação liderou as quedas do Ibovespa nesta sexta (27)
Apesar da queda de 2,7% após o balanço do 4º trimestre de 2025, analistas recomendam compra para as ações da Axia (AXIA3)
Em até 60 dias, a Bradsaúde pode estrear na B3 — mas antes precisa passar por assembleias decisivas, concluir a reorganização societária e obter o aval da ANS e da CVM
Retomada das ofertas ainda enfrenta incertezas, diz Vinicius Carmona ao Money Times; entenda o que falta para o caminho abrir de vez
O novo preço-alvo para a empresa de saneamento tem uma projeção de queda de 41,95% no valor da ação em relação ao último fechamento
Mudança afeta ações, opções e contratos futuros de índice após o fim do horário de verão no exterior