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Os papéis da Arezzo CO (ARZZ3), Raízen (RAIZ4) e São Martinho (SMTO3) são confirmados na segunda prévia; JHSF (JHSF3) deve deixar o Ibovespa
O Ibovespa tem tudo para ganhar uma cara mais “agro” a partir de setembro. A segunda prévia da nova carteira do índice que reúne as principais ações negociadas na B3 manteve as três novidades que apareceram na primeira prévia, divulgada no início do mês.
Ou seja, as expectativas não mudaram. Os papéis da Arezzo (ARZZ3), Raízen (RAIZ4) e São Martinho (SMTO3) — as duas últimas ligadas ao agronegócio — se mantiveram na lista e devem fazer parte do próximo Ibovespa, de acordo com a B3, compondo a carteira entre setembro e dezembro deste ano.
A segunda prévia também manteve a saída do papel da JHSF (JHSF3).
Caso a prévia se confirme, o Ibovespa contará com um participação maior em 2 dos 3 papéis que entraram na lista anterior.
Dessa vez, o grande destaque é a empresa de açúcar e álcool e distribuidora de combustíveis Raízen (RAIZ4) que deve entrar no índice com uma participação de 0,303% — na primeira prévia, era de 0,280%.
Ainda no ramo do agronegócio, a empresa de etanol São Martinho (SMTO3) segue na carteira com um peso menor que o da primeira prévia, de 0,252% para 0,235%. Para o BTG Pactual, a recomendação é de compra, com preço-alvo de R$ 34,43.
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Por fim, a varejista Arezzo CO (ARZZ3) conquistou uma pequena porção a mais e deve se manter no índice com uma participação de 0,252% na carteira, ante a 0,243% na anterior.
A dona das marcas Arezzo e Schutz apresentou bons resultados no balanço do segundo trimestre, com um lucro bruto de R$ 529 milhões. Os analistas do BTG Pactual recomendam compra, com preço-alvo de R$ 86,40.
Para fazer parte do Ibovespa, a B3 considera critérios como o volume de negociação e o status da empresa — companhias em recuperação judicial ou cujo preço dos ativos é inferior a R$ 1,00 não são elegíveis, por exemplo, não podem fazer parte do índice.
Outra confirmação na segunda prévia do Ibovespa é a liderança da mineradora Vale (VALE3).
Também não houve mudanças nos papéis que devem compor o Top 10 da nova carteira.
As alterações se devem à porcentagem de participação, como é o caso da recém-privatizada Eletrobras (ELET3), que subiu uma posição — na primeira prévia, a estatal tinha 2,300% de participação na carteira.
Confira a seguir os dez ativos, que somados, respondem por 50% do Ibovespa:
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