🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Larissa Vitória

Larissa Vitória

É repórter do Seu Dinheiro. Formada em jornalismo na Universidade de São Paulo (ECA-USP), já passou pelo portal SpaceMoney e pelo departamento de imprensa do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT).

FECHAMENTO DO DIA

Ibovespa sustenta leve alta apesar do dia negativo em NY; dólar sobe forte e fecha em R$ 5,43, maior cotação em mais de cinco meses

Em um dia marcado pelo cabo de guerra entre varejistas e empresas ligadas às commodities, o índice rondou a estabilidade, enquanto a moeda norte-americana engatou uma nova alta

Larissa Vitória
Larissa Vitória
12 de julho de 2022
18:12 - atualizado às 18:22
bonecos em primeiro plano observam gráfico com cotações de mercado ao fundo | Ibovespa, ações, Petrobras, PETR4
Imagem: Freepik

Duas pequenas criaturas estiveram sobre os ombros do Ibovespa durante esta terça-feira (12). De um lado, um anjo sussurrava promessas de que a taxa Selic deve parar de subir em agosto. Do outro, um demônio dizia que a recessão econômica está rodando o globo e, em breve, deve bater na nossa porta. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Atentos às palavras do anjo, os investidores voltaram-se para as varejistas, duramente penalizadas pela alta dos juros. Puxado pelo Magazine Luiza (MGLU3), o setor disparou em bloco em um movimento de 'caça à barganhas".

Já a previsão do demônio — que fez questão de relembrar que uma nova onda de casos de covid-19 colocou diversas cidades chinesas em lockdown — caiu como uma bomba entre as produtoras de commodities, que já vinham enfraquecidas pelo tombo do minério de ferro e do petróleo no mercado internacional.

As siderúrgicas reverteram parte da queda ao longo do pregão e Vale (VALE3) e outros nomes do setor ficaram no terreno dos ganhos. Já as petroleiras amargaram performances negativas, com a 3R Petroleum (RRRP3) liderando as perdas do dia.

Em Wall Street, os seres sobrenaturais também disputavam para ver quem iria influenciar mais o rumo dos negócios e as bolsas por lá operaram sem direção única ao longo da sessão.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No final da tarde, contudo, o pessimismo e o tombo do setor elétrico falaram mais alto e os três principais índices dos Estados Unidos fecharam com perdas de 0,63% a 0,95%.

Leia Também

Por aqui, a batalha entre o bem e o mal também foi definida tarde. Faltando poucos minutos para o fechamento dos negócios, o celestial cansou de conversa, pegou emprestada a espada do arcanjo Miguel e derrubou o demônio dos ombros do índice brasileiro. O Ibovespa terminou o dia com ganho de 0,06%, aos 98.271 pontos.

Já o dólar à vista aproveitou o clima de cabo de guerra e emendou mais uma forte alta. Com os investidores buscando proteção, a moeda norte-americana chegou a valer mais do que o euro pela primeira vez em 20 anos e subiu 1,27%, cotada em R$ 5,4391. Esse é o maior valor de fechamento desde 26 de janeiro.

O que mexeu com os mercados lá fora?

Os principais mercados de ações da Europa e os índices futuros de Wall Street amanheceram no vermelho hoje. Nos Estados Unidos, a espera pelos novos dados sobre a inflação em junho, que serão conhecidos amanhã (13), alimentou a aversão ao risco. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O índice já se encontra nos níveis mais elevados em 40 anos. Em maio, a inflação avançou 8,6% no acumulado em 12 meses nos Estados Unidos.

E a expectativa dos analistas é de que a leitura referente a junho venha ainda mais elevada — e quem garante que todos os tons de pessimismo tomem o mercado é o governo dos Estados Unidos.

A porta-voz da Casa Branca, Karine Jean-Pierre, afirmou que o governo norte-americano espera uma leitura "altamente elevada" do índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) de junho.

O índice deve ser impulsionado principalmente pelos preços elevados de combustível no período. Em julho, os preços da gasolina no país recuam 7% "em relação ao pico de junho".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além disso, investidores ao redor de todo o globo acompanham o avanço da covid-19 na China. Uma nova sub variante da ômicron é o motivo da nova onda de casos que colocou diversas cidades chinesas em lockdowns.

Ainda que Pequim tenha anunciado medidas de contenção de danos à economia, os investidores estão céticos quanto a sua eficácia no momento. 

Europa sem gás

A manutenção programada do gasoduto Nord Stream 1 também pesa, especialmente para a Europa. A interrupção do fornecimento de gás para as atividades de manutenção alimenta temores de que a Rússia possa prolongar o trabalho e atrasar ainda mais o fornecimento de gás para a Alemanha.

Com o bloco econômico imerso em preocupações energéticas ligadas ao fornecimento do gás russo, o euro chegou a atingir a paridade com o dólar, movimento que não era visto desde 2002.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O temor de uma recessão na Europa aumentou nas últimas semanas devido à crescente incerteza sobre o acesso do bloco a importações de gás natural e petróleo.

PEC dos benefícios e Ibovespa

Por aqui, o Ibovespa ainda contou com a face brasileira da crise para afetar os negócios. A PEC dos benefícios — que também recebe os nomes de PEC Kamikaze e PEC dos Combustíveis — foi novamente destaque do dia.

A votação no plenário da Câmara, marcada para hoje, é o grande foco dos investidores.  A aprovação do texto que instaura uma série de benefícios fora do teto de gastos pode ser o fim de um capítulo do sofrimento dos investidores.

Acontece que a PEC foi inflada e modificada para durar até o final do ano, mas com gastos que, somados, chegam a R$ 38,7 bilhões fora da regra que limita as despesas do governo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Burlar o teto de gastos é extremamente mal visto pelos investidores porque aumenta o chamado risco Brasil. Por outro lado, a aprovação da proposta traz um alívio porque impede o aumento ainda maior dos gastos públicos.

Veja também - RECESSÃO é INEVITÁVEL nos EUA? I S&P de mal a pior I Hora de investir em AÇÕES DO EXTERIOR ou BDRs?

Sobe e desce do Ibovespa

Em meio a esse cenário, os investidores buscaram ações descontadas hoje. E o setor de varejo, que concentra boa parte das pechinchas da B3, foi o grande destaque positivo.

Veja abaixo as maiores altas:

CÓDIGONOMECOTAÇÃOVARIAÇÃO
MGLU3Magazine Luiza ONR$ 2,9411,79%
VIIA3Via ONR$ 2,559,44%
AMER3Americanas ONR$ 16,908,26%
AZUL4Azul PNR$ 12,417,82%
NTCO3Natura ONR$ 14,687,70%
Fonte: B3

Na outra ponta do Ibovespa, as ações ligadas às commodities sofreram com as perspectivas de recessão e com a queda brusca do petróleo no mercado internacional. Confira as maiores quedas do dia:

CÓDIGONOMECOTAÇÃOVARIAÇÃO
RRRP33R Petroleum ONR$ 30,27-6,49%
PCAR3GPA ONR$ 16,66-3,36%
CRFB3Carrefour Brasil ONR$ 16,70-2,91%
ALPA4Alpargatas PNR$ 19,29-2,28%
B3SA3B3 ONR$ 10,53-2,23%
Fonte: B3

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
ONDE INVESTIR 2026

FIIs de tijolo serão os destaques de 2026, mas fiagros demandam cautela; veja os melhores fundos imobiliários para investir neste ano

22 de janeiro de 2026 - 13:00

Em evento do Seu Dinheiro, especialistas da Empiricus e da Vinci falam das oportunidades para o setor em 2026 e recomendam fundos promissores

ONDE INVESTIR EM 2026

Nubank (ROXO34), Localiza (RENT3) e mais: as 10 ações para investir em 2026, com cortes na Selic e eleições à vista

21 de janeiro de 2026 - 18:00

Em painel do evento Onde Investir em 2026, do Seu Dinheiro, grandes nomes do mercado analisam os cenários para o Ibovespa em 2026 e apontam as ações que podem se destacar mesmo em um ano marcado por eleições

MERCADOS HOJE

Ibovespa bate os 171 mil pontos pela primeira vez: o que está por trás da disparada do índice?

21 de janeiro de 2026 - 14:04

Entrada recorde de capital estrangeiro, rotação global de dólares para emergentes e alta de Petrobras e Vale impulsionaram o índice, em meio a ruídos geopolíticos nos Estados Unidos e com eleições brasileiras no radar dos investidores

DE MALAS PRONTAS

PicPay, fintech da J&F, dos irmãos Batista, busca levantar mais de R$ 2,34 bilhões em IPO nos EUA

20 de janeiro de 2026 - 12:29

O banco digital controlado pela holding dos irmãos Batista busca levantar US$ 434,3 milhões em abertura de capital nos EUA

MEXENDO NA CARTEIRA

XP Malls (XPML11) vai às compras? FII de shoppings mira captação de R$ 400 milhões com emissão de cotas, com espaço para buscar ainda mais

20 de janeiro de 2026 - 11:46

A oferta é destinada exclusivamente a investidores profissionais e será realizada sob o regime de melhores esforços

O QUE FAZER COM AS AÇÕES

Sabesp (SBSP3): mercado projeta destruição bilionária de valor, mas JP Morgan vê exagero e mostra ‘saídas’ para a empresa

19 de janeiro de 2026 - 10:38

Após cair mais de 6% em cinco pregões com o temor de escassez hídrica, as ações da Sabesp passaram a embutir um cenário extremo de perdas, mas para o JP Morgan o mercado ignora a proteção do modelo regulatório

REPORTAGEM ESPECIAL

A Selic vai cair — mas isso resolve o drama das empresas mais endividadas da bolsa? Gestores não compram essa tese 

19 de janeiro de 2026 - 6:09

Para especialistas consultados pelo Seu Dinheiro, alívio nos juros ajuda no curto prazo, mas o destino das ações mais alavancadas depende de outro vetor macroeconômico

ESTRATÉGIA EM FOCO

Fundo TVRI11 vende agência do Banco do Brasil (BBAS3) por R$ 13 milhões; veja lucro por cota para os acionistas

16 de janeiro de 2026 - 11:42

De acordo com a gestora, a alienação faz parte da estratégia de reciclagem do portfólio do fundo imobiliário

O QUE FAZER COM AS AÇÕES

Uma surpresa e um ‘soluço’: de Direcional (DIRR3) a Cyrela (CYRE3), quem se destacou na nova leva de prévias operacionais?

16 de janeiro de 2026 - 11:05

Even (EVEN3), Cyrela (CYRE3), Direcional (DIRR3) e Lavvi (LAVV3) divulgaram prévias operacionais na noite de ontem (15), e o BTG avaliou cada uma delas; veja quem se destacou positivamente e o que os números indicam

PERSPECTIVAS EM 2026

FIIs em ano eleitoral: o que esperar de tijolo, papel e outros segmentos, segundo o BTG Pactual

15 de janeiro de 2026 - 16:51

As incertezas típicas de um ano eleitoral podem abrir janelas de oportunidade para a compra de fundos imobiliários — mas não é qualquer ativo que deve entrar na carteira

HORA DE COMPRAR?

Movida (MOVI3) dá spoiler dos resultados do quarto trimestre e ações pisam no acelerador; veja o que agradou

15 de janeiro de 2026 - 15:53

Resultado preliminar dos últimos três meses de 2025 superou as projeções de lucro e endividamento, reforçou a leitura positiva de analistas e fez a companhia liderar as altas da bolsa

ÚLTIMA CHAMADA?

A Selic vai cair e ficar parado no CDI pode custar caro. Veja as apostas do BTG e do Santander para ações, renda fixa, crédito e FIIs em 2026

14 de janeiro de 2026 - 19:04

Analistas dos dois bancos indicam onde investir em 2026 antes que os juros mudem o jogo; confira as estratégias

ENTENDA

Lojas Renner: combo de dividendos e despesas ‘na rédea’ fazem Citi elevar recomendação para LREN3 para compra

14 de janeiro de 2026 - 12:40

Banco elevou a recomendação para compra ao enxergar ganho de eficiência, expansão de margens e dividend yield em torno de 8%, mesmo no caso de um cenário de crescimento mais moderado das vendas

MAIOR ALTA DO IBOVESPA

MRV (MRVE3): caixa volta a respirar na prévia operacional do 4T25 e BTG vê mais sinais positivos do que negativos. Hora de comprar?

14 de janeiro de 2026 - 10:52

No começo das negociações, os papéis tinham a maior alta do Ibovespa. A prévia operacional do quarto trimestre mostra geração de caixa acima do esperado pelo BTG, desempenho sólido no Brasil e avanços operacionais, enquanto a trajetória da Resia segue como principal desafio para a companhia

BYE-BYE, AZUL4

AZUL4 já era: por que a Azul acabou com essas ações, e o que muda para o acionista

13 de janeiro de 2026 - 12:01

A companhia aérea conseguiu maioria em assembleias simultâneas para acabar com as suas ações preferenciais, em um movimento que faz parte do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos

ESTRATÉGIA DO GESTOR

Fundo Verde, de Luis Stuhlberger, zera posição em cripto e começa o ano apostando em real e ações brasileiras

12 de janeiro de 2026 - 17:03

O fundo multimercado superou o CDI no acumulado de 2025, com destaque para os ganhos em bolsa local e no real

PERSPECTIVAS PARA O ANO

FIIs de galpões logísticos têm rentabilidade de quase 30% em 2025, mas o que vem depois da alta? Veja o que esperar para o setor em 2026 

12 de janeiro de 2026 - 6:04

Para entender as projeções para este ano, o Seu Dinheiro conversou com a analistas da EQI Research e da Empiricus Research, além de gestores de fundos imobiliários da Daycoval Asset e da TRX

MERCADOS

De olho na carteira: confira o que promete sacudir o Ibovespa, as bolsas lá fora e o dólar na semana 

11 de janeiro de 2026 - 13:00

Uma nova rodada de indicadores tanto no Brasil como nos Estados Unidos deve concentrar a atenção dos investidores, entre eles, os dados da inflação norte-americana

INVESTIDORES EM ALERTA

Irã na berlinda: como um novo conflito com Israel e EUA pode mexer com o preço do petróleo, com as ações e com a bolsa

11 de janeiro de 2026 - 11:55

Depois dos recentes eventos ligados à Venezuela, uma nova fonte de tensão promete colocar mais lenha na fogueira das commodities; entenda como isso mexe com o seu bolso

DESTAQUES DA BOLSA

Cogna (COGN3) fez bem a lição de casa: ação é a maior alta do Ibovespa na semana e C&A (CEAB3) é a que mais caiu. Veja destaques

10 de janeiro de 2026 - 17:03

A bolsa brasileira avançou apesar de ruídos políticos e incertezas globais, mas a semana foi marcada por forte seletividade: Cogna subiu embalada por revisões positivas, enquanto C&A sentiu o peso de um cenário mais desafiador para o varejo

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar