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2022-07-02T18:29:55-03:00
Jasmine Olga
Jasmine Olga
É repórter do Seu Dinheiro. Formada em jornalismo pela Universidade de São Paulo (ECA-USP), já passou pelo Centro de Cidadania Fiscal (CCiF) e o setor de comunicação da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo
FECHAMENTO DO DIA

Ibovespa despenca mais de 11% e tem o pior mês desde março de 2020; dólar sobe a R$ 5,23

O início do aperto monetário do Federal Reserve levou os ativos globais a ter um semestre para esquecer – e o Ibovespa não escapou disso

30 de junho de 2022
18:52 - atualizado às 18:29
Palavra IBOV com braços e pernas de desenho escorregando em uma banana e fundo vermelho com gráficos em queda | Ibovespa, dólar
IBOV escorregando em uma banana com gráficos em queda - Imagem: Montagem Andrei Morais / Shutterstock

O mês de junho vai chegando ao fim, mas o mercado financeiro parece longe de se juntar às alegres festividades juninas espalhadas pelo país. 

Na B3 e em Wall Street, os investidores dançam uma quadrilha pra lá de triste e cheia de obstáculos. Não estamos falando de uma ponte quebrada, uma cobra perdida ou uma chuva inesperada que logo se prova uma mentira. 

Os desafios enfrentados estão mais para um risco crescente com a economia global, uma eleição presidencial que se aproxima e gastos extraordinários do governo federal – e todas essas ameaças parecem ser bem reais.  

Apesar de os primeiros meses do ano terem sido fantásticos para a bolsa brasileira, o temor de que uma recessão global se torne uma realidade inevitável fez com que essa dança fosse para um caminho bem espinhoso e todo otimismo virasse paçoca. 

Nos Estados Unidos, o S&P 500 teve o seu pior desempenho semestral em mais de 50 anos. No Brasil, o recuo de 11,50% em junho só não foi pior que a performance vista no ápice da pandemia, em março de 2020. 

Os investidores até tentaram amenizar o saldo do último dia do primeiro semestre de 2022, mas não deu para ignorar os gritos de atividade econômica mais fraca nos Estados Unidos e dos gastos extras do Congresso Nacional. 

O Ibovespa ainda repercutiu um recuo das principais commodities, o que fez com que a queda fosse de 1,08%, aos 98.541 pontos. O dólar à vista avançou 0,80%, a R$ 5,2348, uma alta mensal de 10,15%. 

Os dados do dia

Nos Estados Unidos, o dia foi de agenda cheia com a divulgação dos números de novos pedidos de auxílio-desemprego, novo indicador de inflação e o índice de gerente de compras (PMI) – um termômetro da economia americana. 

Apesar de a inflação americana ter vindo abaixo do esperado pelo mercado, com um avanço de 0,6%, os dados de consumo das famílias foram um banho de água fria para os investidores, mostrando que a atividade econômica americana já apresenta alguns sinais de fraqueza – alta de 0,2% ante a uma expectativa de 0,4%. O índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês), caiu a 56 em junho. 

A série de resultados considerados ruins e o cenário já conhecido de temor global levaram as bolsas americanas a encerrarem o semestre no vermelho. 

O Nasdaq recuou 1,33%, enquanto o Dow Jones e o S&P 500 tiveram perdas da ordem de 0,80%. O saldo do semestre não foi nada animador. O S&P 500 teve o pior semestre em mais de 50 anos. 

Sobe e desce do Ibovespa

O Fleury (FLRY3) anunciou nesta manhã a aquisição da Hermes Pardini (PARD3), num movimento de consolidação para criar um novo player de peso no segmento de saúde. A notícia da fusão foi bem recebida pelo mercado – no Ibovespa, o Fleury liderou as altas do dia, enquanto, fora do índice, a Hermes Pardini também disparou quase 20%. Confira as maiores altas do dia do Ibovespa:

CÓDIGONOMEVALORVARIAÇÃO
FLRY3Fleury ONR$ 16,3216,24%
HAPV3Hapvida ONR$ 5,494,17%
MRVE3MRV ONR$ 7,802,77%
VIVT3Telefônica Brasil ONR$ 46,832,56%
TIMS3Tim ONR$ 12,802,40%

A queda das commodities foi mais uma vez uma vilã para o Ibovespa. Com o recuo do minério de ferro na China, as empresas do setor de mineração e siderurgia enfrentaram um dia complicado. 

Fora do Ibovespa, o destaque negativo ficou com as ações do TC (TRAD3), que fecharam o pregão em queda de 27,09%, a R$ 4,79. Mais cedo, o colunista Lauro Jardim, de O Globo, noticiou que a empresa estaria sob investigação da CVM. Confira também as maiores quedas:

CÓDIGONOMEVALORVARIAÇÃO
VIIA3Via ONR$ 1,92-8,13%
CSNA3CSN ONR$ 15,43-6,48%
CMIN3CSN Mineração ONR$ 3,87-6,07%
JHSF3JHSF ONR$ 5,81-5,99%
PETZ3Petz ONR$ 9,92-4,52%
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