🔴 TOUROS E URSOS: PETRÓLEO EM DISPUTA: VENEZUELA, IRÃ E OS RISCOS PARA A PETROBRAS – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Jasmine Olga

Jasmine Olga

É repórter do Seu Dinheiro. Formada em jornalismo pela Universidade de São Paulo (ECA-USP), já passou pelo Centro de Cidadania Fiscal (CCiF) e o setor de comunicação da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo

FECHAMENTO DO MERCADO

Ibovespa enfrenta dia volátil com queda das commodities e fecha em leve queda; dólar vai a R$ 5,17

O Ibovespa acompanhou a oscilação vista no mercado global, com falas de Joe Biden e Jerome Powell

Jasmine Olga
Jasmine Olga
22 de junho de 2022
18:37 - atualizado às 18:40
instabilidade, dólar, bolsa, mercados, ibovespa, corda bamba
Imagem: shutterstock

Um dos maiores clichês da astrologia é que aqueles que nascem sob o signo de câncer são marcados pela sensibilidade acima do normal e uma tendência a oscilações bruscas de humor. Durante a temporada regida pelo signo, é comum que essas características também se intensifiquem em todos ao seu redor. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

De 21 de junho a 22 de julho, a constelação de câncer é quem manda no zodíaco e, ao que parece, nem mesmo o mercado financeiro escapou de sua influência. 

Os investidores e as bolsas de valores globais se encontram sensíveis. Qualquer notícia negativa pode ser uma catástrofe e uma mera sinalização neutra pode ser lida como um bote salva-vidas para os mercados. 

Em um dia padrão, é comum que essas novas informações e novidades sejam diluídas pelos agentes financeiros, mas recentemente as coisas parecem ter um peso muito maior. 

As preocupações com a recessão global se arrastam e não são exatamente uma novidade, mas nesta quarta-feira (22) os principais índices e a cotação do petróleo e do minério de ferro indicavam que todos esperavam o pior. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Poucas horas depois, o simples fato de Jerome Powell, chefe do Federal Reserve, e Joe Biden, presidente dos Estados Unidos, não terem anunciado preocupações maiores em seus pronunciamentos fez com que Wall Street disparasse e carregasse junto o restante dos ativos globais. 

Leia Também

Mas sem fundação sólida, não há queda brusca ou disparada que se sustente. Ao longo de todo o pregão, as bolsas em Nova York operaram dentro de um efeito ioiô, até fecharem o pregão em leve queda. 

As idas e vindas ao longo do dia abriram um grande leque de cenários para o Ibovespa, mas a sessão se encerrou com uma queda de 0,16%, aos 99.522 pontos – longe da queda de mais de 1,5% vista no início do dia. O dólar à vista avançou 0,45%, a R$ 5,1771. 

A queda das commodities em escala global levou o mercado de juros a operar em queda ao longo da tarde. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CÓDIGONOMETAXAFEC 
DI1F23DI jan/2313,55%13,56%
DI1F25DI Jan/2512,34%12,47%
DI1F26DI Jan/2612,23%12,34%
DI1F27DI Jan/2712,27%12,39%

Música para os ouvidos

As bolsas em Wall Street não conseguiram sustentar o movimento de recuperação, mas ainda que o dia tenha sido de perdas, o saldo final foi mais positivo do que o início da sessão indicava e tudo graças a um discurso sem novidades do presidente do Federal Reserve, Jerome Powell. 

Em sabatina no Congresso, Powell mostrou confiança ao falar da solidez da economia americana para atravessar o aperto monetário. Powell  também disse que apesar do aperto monetário ter impacto na atividade econômica, existirá um equilíbrio entre oferta e demanda, o que auxiliará a combater o processo inflacionário, e o Fed fará as altas na taxa de juros de forma "apropriada".

Como já havia sinalizado em outros momentos, o presidente do BC americano também falou que enxerga a taxa neutra na faixa e 2,5%. Vale lembrar que na última reunião, diversos dirigentes da instituição traçaram projeções de juros próximos da casa dos 4% até 2023. 

A luta do presidente americano Joe Biden contra a alta dos combustíveis também fez preço nos mercados. Ele disse esperar que as companhias repassem totalmente o alívio dos impostos nos preços dos combustíveis para os consumidores e pediu para que se aumente o volume de refino de petróleo. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Outro dirigente do Fed, Charles Evans, também falou em evento. Evans descartou a necessidade de um aumento de 1 ponto percentual nos juros, mas disse ser razoável que a entidade discuta uma nova elevação de 0,75 pp. 

Sobe e desce do Ibovespa

Apesar da alta do Nasdaq não ter se consolidado ao longo da tarde, a Méliuz foi o principal destaque do dia, em um movimento de recuperação do setor de tecnologia. Na cola, o Banco BTG Pactual (BPAC11) subiu também repercutindo a análise positiva dos papéis pelo Itaú BBA. 

Um dos destaques do dia foi o forte avanço das empresas de proteína. Segundo Bruno Madruga, head de renda variável da Monte Bravo Investimentos, o setor repercute uma série de notícias positivas no curto prazo. "O setor é resiliente e apesar dos custos com insumos terem subido nos últimos meses, acreditamos que os frigoríficos conseguem entrar com novas exportações para a América do Norte em um momento de dificuldade de exportação para a China".

Confira os maiores destaques do dia:

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CÓDIGONOMEVALORVAR
CASH3Meliuz ONR$ 1,267,69%
BPAC11BTG Pactual unitsR$ 22,835,55%
BRFS3BRF ONR$ 13,074,81%
BEEF3Minerva ONR$ 13,213,77%
NTCO3Natura ONR$ 14,353,76%

Depois de voltar a dar lucro em janeiro e recolocar o pé no prejuízo em fevereiro para em seguida fechar o primeiro trimestre de 2022 no azul, o IRB voltou a registrar prejuízo em abril. A informação faz parte da prestação de contas que o IRB é obrigado a fazer mensalmente à Superintendência de Seguros Privados (Susep). As ações da resseguradora lideraram as quedas do dia. 

A forte queda do petróleo e do minério de ferro, refletindo as incertezas com o crescimento da economia global, pesou sobre as empresas produtoras de commodities da bolsa. Apesar do mau tempo para os ativos, a Petrobras (PETR4) teve um movimento mais positivo, com os ruídos políticos mais amenos nesta quarta-feira (22). Confira também as maiores quedas do dia:

CÓDIGONOMEVALORVAR
IRBR3IRB ONR$ 2,52-10,95%
RRRP33R Petroleum ONR$ 33,96-6,70%
PRIO3PetroRio ONR$ 21,28-6,38%
CSNA3CSN ONR$ 15,99-4,48%
GGBR4Gerdau PNR$ 22,91-3,98%

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
ÚLTIMA CHAMADA?

A Selic vai cair e ficar parado no CDI pode custar caro. Veja as apostas do BTG e do Santander para ações, renda fixa, crédito e FIIs em 2026

14 de janeiro de 2026 - 19:04

Analistas dos dois bancos indicam onde investir em 2026 antes que os juros mudem o jogo; confira as estratégias

ENTENDA

Lojas Renner: combo de dividendos e despesas ‘na rédea’ fazem Citi elevar recomendação para LREN3 para compra

14 de janeiro de 2026 - 12:40

Banco elevou a recomendação para compra ao enxergar ganho de eficiência, expansão de margens e dividend yield em torno de 8%, mesmo no caso de um cenário de crescimento mais moderado das vendas

MAIOR ALTA DO IBOVESPA

MRV (MRVE3): caixa volta a respirar na prévia operacional do 4T25 e BTG vê mais sinais positivos do que negativos. Hora de comprar?

14 de janeiro de 2026 - 10:52

No começo das negociações, os papéis tinham a maior alta do Ibovespa. A prévia operacional do quarto trimestre mostra geração de caixa acima do esperado pelo BTG, desempenho sólido no Brasil e avanços operacionais, enquanto a trajetória da Resia segue como principal desafio para a companhia

BYE-BYE, AZUL4

AZUL4 já era: por que a Azul acabou com essas ações, e o que muda para o acionista

13 de janeiro de 2026 - 12:01

A companhia aérea conseguiu maioria em assembleias simultâneas para acabar com as suas ações preferenciais, em um movimento que faz parte do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos

ESTRATÉGIA DO GESTOR

Fundo Verde, de Luis Stuhlberger, zera posição em cripto e começa o ano apostando em real e ações brasileiras

12 de janeiro de 2026 - 17:03

O fundo multimercado superou o CDI no acumulado de 2025, com destaque para os ganhos em bolsa local e no real

PERSPECTIVAS PARA O ANO

FIIs de galpões logísticos têm rentabilidade de quase 30% em 2025, mas o que vem depois da alta? Veja o que esperar para o setor em 2026 

12 de janeiro de 2026 - 6:04

Para entender as projeções para este ano, o Seu Dinheiro conversou com a analistas da EQI Research e da Empiricus Research, além de gestores de fundos imobiliários da Daycoval Asset e da TRX

MERCADOS

De olho na carteira: confira o que promete sacudir o Ibovespa, as bolsas lá fora e o dólar na semana 

11 de janeiro de 2026 - 13:00

Uma nova rodada de indicadores tanto no Brasil como nos Estados Unidos deve concentrar a atenção dos investidores, entre eles, os dados da inflação norte-americana

INVESTIDORES EM ALERTA

Irã na berlinda: como um novo conflito com Israel e EUA pode mexer com o preço do petróleo, com as ações e com a bolsa

11 de janeiro de 2026 - 11:55

Depois dos recentes eventos ligados à Venezuela, uma nova fonte de tensão promete colocar mais lenha na fogueira das commodities; entenda como isso mexe com o seu bolso

DESTAQUES DA BOLSA

Cogna (COGN3) fez bem a lição de casa: ação é a maior alta do Ibovespa na semana e C&A (CEAB3) é a que mais caiu. Veja destaques

10 de janeiro de 2026 - 17:03

A bolsa brasileira avançou apesar de ruídos políticos e incertezas globais, mas a semana foi marcada por forte seletividade: Cogna subiu embalada por revisões positivas, enquanto C&A sentiu o peso de um cenário mais desafiador para o varejo

DISPAROU

Azul (AZUL54) sobe 200%: o que explica a ação ter triplicado na bolsa em um dia?

9 de janeiro de 2026 - 18:15

Após um tombo histórico e uma diluição bilionária, os papéis dam um salto em um movimento técnico, enquanto o mercado segue avaliando os efeitos do aumento de capital e da reestruturação da companhia

POR QUE É TÃO RUIM?

Maior queda do Ibovespa: saída de CFO do Pão de Açúcar (PCAR3) deixa CEO novato com “bombas” na mão

9 de janeiro de 2026 - 17:21

A saída do executivo que liderava a desalavancagem e as negociações fiscais aumentou a percepção de risco do mercado e pressionou as ações da varejista

SUBINDO NA BOLSA

Alívio para Minerva (BEEF3): Sinal verde para acordo entre UE e Mercosul abre portas depois de a China cortar asinhas do Brasil

9 de janeiro de 2026 - 12:49

Analistas veem impacto positivo para a cadeia de carnes com a abertura do mercado europeu, mas alertam que o acordo não é suficiente para substituir a China no curto prazo

UM PORTO-SEGURO NA BOLSA?

Banco revela um dos setores mais promissores da bolsa em 2026; descubra as ações preferidas dos analistas

8 de janeiro de 2026 - 19:02

Em meio a incertezas políticas e sobre juros, BTG Pactual vê utilities como o melhor setor e lista empresas de saneamento e energia com potencial

NO CORAÇÃO DO BRASIL

Fundo imobiliário anuncia compra bilionária em um dos maiores empreendimentos do país

8 de janeiro de 2026 - 10:13

O imóvel ainda está em fase de construção e será composto por quatro torres comerciais de padrão classe “A”

EM BUSCA DE CAPITAL

PicPay, Agibank e Abra querem IPO nos EUA. Por que Wall Street está mais atraente para abrir capital do que o mercado brasileiro?

7 de janeiro de 2026 - 6:16

Uma fila parece ter começado a se formar em direção ao mercado norte-americano. PicPay, Agibank e Abra sinalizaram planos para ofertas de ações por lá, enquanto a B3 segue em jejum de IPOs há quatro anos

GIGANTE VERDE

SNEL11 se torna o maior FII de energia renovável da B3 após captar mais de R$ 620 milhões; entenda a operação

6 de janeiro de 2026 - 13:00

A emissão de cotas do FII segue uma tendência do mercado, que encontrou no pagamento em cotas uma solução para adquirir ativos de peso em meio às altas taxas de juros

FII DO MÊS

BTLG11 (de novo) no topo: FII de galpões logísticos volta a ser o favorito em janeiro com expectativa de corte de juros; veja o ranking completo

6 de janeiro de 2026 - 6:07

Embora já tenha registrado alta de 8,95% em 2025, o fundo contou com três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro

FRIGORÍFICOS

Minerva (BEEF3): existe um atalho para escapar das tarifas chinesas, mas o buraco é mais embaixo. O que esperar?

5 de janeiro de 2026 - 17:35

Com forte exposição ao mercado chinês, o frigorífico pode apelar para operação no resto do continente para enviar carne bovina ao gigante asiático, mas essa não é a bala de prata

DE OLHO NA SEGURANÇA

Nem Petrobras (PETR4) nem PRIO: veja qual ação brasileira está em alta após invasão da Venezuela pelos EUA

5 de janeiro de 2026 - 17:29

Tradicional ativo de proteção, o ouro sobe em meio ao aumento das tensões globais, intensificadas pela invasão da Venezuela, e uma ação pode ganhar com esse movimento

VAI CAIR?

Com invasão dos EUA na Venezuela, como fica o preço do petróleo e o que pode acontecer com a Petrobras (PETR3) e junior oils

5 de janeiro de 2026 - 16:09

Empresas petroleiras brasileiras menores, como Brava (BRAV3) e PetroRio (PRIO3), sofrem mais. Mas a causa não é a queda do preço do petróleo; entenda

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar