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2022-11-30T15:52:37-03:00
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MERCADOS AGORA

Bolsa agora: Ibovespa acompanha Nova York e volta a ganhar força com Powell; dólar cai

30 de novembro de 2022
7:13 - atualizado às 15:52

RESUMO DO DIA: A agenda desta quarta-feira (30) conta com a divulgação de importantes indicadores para os negócios. O destaque vai para a publicação do Livro Bege do Federal Reserve (Fed, o Banco Central americano). Além dele, a segunda leitura do PIB dos EUA também injetou ânimo nas bolsas, mas não suficiente para sustentar os ganhos. Por aqui, os investidores locais acompanham a transição de governo e dados de emprego e o Ibovespa é impulsionado pelo petróleo.

Jerome Powell apaga mais um incêndio e o Ibovespa fecha o dia nas máximas — mas queda no mês ultrapassa os 3%; dólar cai

Apesar do silêncio quase que total do presidente Jair Bolsonaro após a sua derrota nas urnas, o cenário político continuou exercendo pressão negativa na B3 ao longo de novembro. 

Dessa vez, a origem dos ruídos deixou de ser o Palácio do Planalto para residir no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), também em Brasília, sede do governo de transição. Isso porque as mesmas incertezas vistas antes da definição do pleito ainda seguem vivas — não se sabe quem será o chefe da Fazenda a partir de 1º de janeiro e qual será a trajetória da dívida pública nos próximos quatro anos. 

Com isso, o Ibovespa recuou 3,06% no mês — e o resultado teria sido pior se não fosse por Jerome Powell e o seu extintor de incêndio. 

Nos últimos dias, diversos dirigentes do Federal Reserve se pronunciaram indicando que ainda há espaço para a elevação dos juros americanos antes de uma eventual estabilização, levando boa parte dos investidores a apostarem em uma quinta alta consecutiva de 0,75 ponto percentual da taxa básica na reunião de dezembro.

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FECHAMENTO

O Ibovespa encerrou o dia nas máximas, em alta de1,42%, aos 112.486 pontos.

FECHAMENTO EM NOVA YORK
  • Nasdaq:+4,41%
  • S&P 500: +3,08%
  • Dow Jones: +2,71%
POWELL PATROCINA ALTA EM NOVA YORK E AJUDA IBOVESPA A SAIR DO VERMELHO

O presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell, patrocinou a arrancada das bolsas em Nova York nesta quarta-feira (30). O chefão do maior banco central do mundo agradou os investidores ao sinalizar o compromisso com um ritmo mais brando de aumento de juro

“Faz sentido moderar o ritmo de aumento da taxa à medida que nos aproximamos do nível de restrição que será suficiente para a inflação desacelerar”, disse Powell em um discurso na Brookings Institution

Mais que isso: o presidente do Fed afirmou que esse momento de moderação no aperto monetário pode vir já em dezembro, quando o comitê tem encontro marcado para os dias 13 e 14. 

A reação de Wall Street foi imediata. O Nasdaq subiu para a casa dos 3%, e o S&P 500 passou a avançar mais de 2%, enquanto o Dow Jones ganhou 300 pontos. 

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FECHAMENTO

O dólar à vista encerrou o dia em forte queda de 1,63%, a R$ 5,2016

TECHS AVANÇAM

O salto dado pelo Nasdaq após a fala de Powell empolga também as empresas brasileiras. A Locaweb (LWSA3) lidera os ganhos do dia.

CÓDIGONOMEULTVAR
LWSA3Locaweb ONR$ 8,407,55%
CVCB3CVC ONR$ 4,964,64%
PETR4Petrobras PNR$ 26,283,55%
PCAR3GPA ONR$ 20,433,29%
TOTS3Totvs ONR$ 30,072,94%
BOLSAS RENOVAM MÁXIMAS

A perspectiva de redução no ritmo d ajuste monetário fez com que as bolsas americanas renovassem as máximas do dia. Há pouco, o Nasdaq exibia altas superiores a 3%. Já o Ibovespa segue com um desempenho mais limitado, pressionado pelo cenário local.

ESPERANÇA

Há pouco, a fala de Jerome Powell voltou a impulsionar a alta do Ibovespa. Seundo o presidente do Banco Central americano, o ritmo de alta de juros pode ser moderado já na reunião de dezembro. Nos últimos dias, havia ganhado força a percepção de que uma nova alta de 0,75 ponto percentual ainda está na mesa.

Em dia instável nos mercados, os juros futuros retomaram a trajetória de queda:

NOME ULT  FEC 
DI Jan/2313,68%13,69%
DI Jan/2413,94%13,95%
DI Jan/2513,05%13,16%
DI Jan/2612,77%12,94%
DI Jan/2712,66%12,86%

O dólar à vista opera em queda de 0,04%, a R$ 5,2365.

GERDAU (GGBR4) SOBE MAIS DE 2%

A Gerdau (GGBR4) avança no Ibovespa com impulso das commodities metálicas, que encerraram as negociações na China em leve alta.

Os papéis da companhia sobem 2,13%, a R$ 31,68.

O cobre fechou em alta de 2,74%, a US$ 3,7295 por libra-peso.

JUROS FUTUROS AVANÇAM

Com o aumento da cautela no exterior, que derrubou o Ibovespa há pouco, a curva dos juros futuros mais longos voltaram a operar em trajetória de alta. Confira:

NOME ULT  FEC 
DI Jan/2313,69%13,69%
DI Jan/2414,06%13,95%
DI Jan/2513,21%13,16%
DI Jan/2612,95%12,94%
DI Jan/2712,85%12,86%
SOBE E DESCE DO IBOVESPA

O Ibovespa opera em queda de 0,40%, aos 110.463 pontos.

Confira as maiores altas:

CÓDIGONOMEULTVAR
LWSA3Locaweb ONR$ 8,164,48%
GGBR4Gerdau PNR$ 31,852,68%
PETR4Petrobras PNR$ 26,022,52%
VALE3Vale ONR$ 86,101,97%
CSAN3Cosan ONR$ 17,601,91%

E as maiores quedas do dia:

CÓDIGONOMEULTVAR
BRFS3BRF ONR$ 9,39-6,19%
POSI3Positivo Tecnologia ONR$ 8,23-5,18%
RENT3Localiza ONR$ 57,32-5,13%
YDUQ3Yduqs ONR$ 10,91-4,97%
EZTC3EZTEC ONR$ 14,69-4,80%
BOLSAS AMERICANAS CAEM À ESPERA DO LIVRO BEGE E DISCURSO DE POWELL

As bolsas americanas operam em tom negativo na expectativa da publicação do Livro Bege, com as percepções do Federal Reserve sobre a economia e possíveis sinais de como a autoridade monetária deve seguir no combate à inflação. Além disso, os investidores aguardam o discurso do presidente do Fed, Jerome Powell, que acontecerá daqui a pouco.

Confira as bolsas em Nova York:

  • Dow Jones: -0,68%;
  • S&P 500: -0,37%;
  • Nasdaq: +0,01%.
IBOVESPA INVERTE SINAL

A bolsa brasileira, que vinha sustentando alta acima de 0,50%, inverteu o sinal há pouco e passou a operar em queda de 0,14%. aos 110.767 pontos.

O Ibovespa desacelerou com o peso de Nova York, que aguarda o discurso do presidente do Federal Reserve (Fed) e a divulgação do Livro Bege.

FECHAMENTO NA EUROPA

As bolsas europeias fecharam o dia em alta, com a melhora da perspectiva global sobre China. Confira:

  • Frankfurt: +0,31%;
  • Londres: +0,79%;
  • Paris +1,04%;
  • Stoxx 600: +0,77%.
SOBE E DESCE DO IBOVESPA

O Ibovespa sobe 0,61%, aos 111.584 pontos.

Confira as maiores altas:

CÓDIGONOMEULTVAR
LWSA3Locaweb ONR$ 8,184,74%
GGBR4Gerdau PNR$ 32,264,00%
PETR4Petrobras PNR$ 26,253,43%
CSAN3Cosan ONR$ 17,782,95%
CMIN3CSN Mineração ONR$ 3,932,88%

E as maiores quedas do dia:

CÓDIGONOMEULTVAR
BPAN4Banco Pan PNR$ 7,13-3,39%
BRML3BR Malls ONR$ 8,57-2,50%
BRFS3BRF ONR$ 9,76-2,50%
AZUL4Azul PNR$ 11,83-2,39%
POSI3Positivo Tecnologia ONR$ 8,49-2,19%
JUROS FUTUROS EM QUEDA

A curva dos juros futuros (DIs) operam em trajetória de queda, com a estabilidade do dólar à vista ante o real e maior apetite por risco no exterior.

Confira como estão os DIs hoje:

NOME ULT  FEC 
DI Jan/2313,69%13,69%
DI Jan/2413,95%13,95%
DI Jan/2513,11%13,16%
DI Jan/2612,88%12,94%
DI Jan/2712,79%12,86%
COMO ANDAM OS MERCADOS

O Ibovespa opera em alta de 0,79%, aos 111.782 pontos, impulsionada pelo avanço do petróleo. Os investidores seguem com maior apetite ao risco e as atenções ao cenário fiscal e político seguem em segundo plano.

Por sua vez, o dólar à vista e os juros futuros (DIs) operam em estabilidade.

Os destaques do dia são Petrobras (PETR4;PETR3) liderando a ponta positiva, que além da valorização do petróleo, os investidores antecipam a previsão de aprovação do plano de investimentos dos próximos cinco anos de até R$ 80 bilhões; no campo negativo, Banco Pan (BPAN4) cai mais de 3%.

No exterior, as bolsas americanas operam em queda após a divulgação do índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês). O PMI americano caiu de 45,2 em outubro a 37,2 em novembro, abaixo da previsão do mercado de alta para 47 pontos.

Confira a reação das bolsas em Nova York:

  • Dow Jones: -0,57%;
  • S&P 500: -0,26%;
  • Nasdaq: +0,29%.

Mais cedo, o Departamento do Comércio publicou que o Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA cresceu 2,9% no terceiro trimestre de 2022, a ritmo anualizado, segundo a segunda leitura do indicador.

O órgão americano também divulgou dados da inflação dos EUA. O índice de preços de gastos com consumo (PCE, na sigla em inglês) avançou à taxa anualizada de 4,3% no segundo semestre, acima das expectativas de alta de 4,2%.

Por fim, o minério de ferro encerrou as negociações em Dalian, na China, em leve queda de 0,32%, com a tonelada cotada a US$ 108,61. O petróleo avança 3,22%, com o barril a US$ 87,00.

Lei de criptomoedas é aprovada, mas mercado ainda espera por ‘segundo tempo’ para emplacar melhorias no projeto; entenda

O suor escorre do rosto. As mãos são colocadas nos joelhos cansados e os olhos vidrados em uma placa que marca o tempo — que não passa por nada. Esse poderia ser um emocionante momento de Copa do Mundo, mas foi o que aconteceu com participantes do mercado de criptomoedas durante a votação do PL nº 4.401 (veja aqui os principais pontos da lei).

O marco que estabelece diretrizes regulatórias para o setor de ativos digitais foi comemorado por integrantes do mercado. Havia uma grande expectativa de que a lei fosse aprovada ainda este ano, apesar das turbulências políticas com as eleições.

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Mas a aprovação de um marco regulatório foi comemorada pelas fontes consultadas e ouvidas pelo Seu Dinheiro. A lei é principiológica e traz segurança ao mesmo tempo que dá espaço para a inovação.

Entretanto, esse foi só o primeiro tempo do jogo. Agora, o texto vai para sanção presidencial com grandes expectativas de ajustes finos na lei.

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COPEL (CPLE6) RECUA MAIS DE 2%

Os papéis da Copem (CPLE6) registram queda de 2,12%, a R$ 7,83, e lidera a ponta negativa do Ibovespa.

A companhia sofre uma correção do movimento recente impulsionado pela perspectiva de privatização da estatal paranaense.

ABERTURA DE NOVA YORK

As bolsas americanas abriram em alta nesta quarta-feira (30). Os investidores aguardam a publicação do Livro Bege e o discurso do presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell.

Confira a abertura das bolsas de Nova York:

  • Dow Jones: +0,06%;
  • S&P 500: +0,07%;
  • Nasdaq: +0,11%.

Mais cedo, o Departamento do Comércio divulgou dados sobre a atividade econômica dos EUA. De acordo com a segunda leitura, o PIB cresceu 2,9% no terceiro trimestre de 2022, a ritmo anualizado.

SOBE E DESCE DO IBOVESPA

Confira as maiores altas:

CÓDIGONOMEULTVAR
PETR4Petrobras PNR$ 26,112,88%
PETR3Petrobras ONR$ 30,102,45%
HAPV3Hapvida ONR$ 5,312,31%
WEGE3Weg ONR$ 38,472,02%
PRIO3PetroRio ONR$ 35,891,73%

E as maiores quedas do dia:

CÓDIGONOMEULTVAR
CPLE6Copel PNR$ 7,78-2,87%
COGN3Cogna ONR$ 2,20-2,22%
KLBN11Klabin unitsR$ 19,56-2,20%
AZUL4Azul PNR$ 11,92-1,65%
BRFS3BRF ONR$ 9,86-1,50%

Ibovespa segue renovando máximas no pregão desta quarta-feira (30), com melhora de expectativas sobre cenário fiscal e maior apetite por risco do exterior.

A bolsa brasileira sobe 0,90%, aos 111.907 pontos.

No mesmo horário, o dólar à vista opera estável, a R$ 5,2890.

ATIVIDADE ECONÔMICA DOS EUA

O Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA cresceu 2,9% no terceiro trimestre de 2022, a ritmo anualizado, segundo a segunda leitura do indicador, divulgada há pouco pelo Departamento do Comércio.

A primeira leitura indicava avanço menor da economia americana, de 2,6%. O número revisado ainda ficou acima do previsto por analistas consultados pelo The Wall Street Journal, que previam alta de 2,7% no ano.

Com a confirmação de resultado positivo, a economia dos EUA superou a recessão técnica em que entrou no segundo trimestre, quando o PIB encolheu 0,6%.

Inflação americana

O Departamento do Comércio também divulgou dados da inflação dos EUA. O índice de preços de gastos com consumo (PCE, na sigla em inglês) avançou à taxa anualizada de 4,3% no segundo semestre, acima das expectativas de alta de 4,2%.

Com informações de Broadcast.

PETROBRAS (PETR4) LIDERA OS GANHOS E IMPULSIONA IBOVESPA

A Petrobras (PETR4;PETR3) lidera os ganhos do Ibovespa, com avanço de mais de 2%. Os papéis repercutem a alta do petróleo de 3,11%, a US$ 86,83 no mercado internacional e o maior apetite por risco.

Confira o desempenho das ações:

CÓDIGONOMEULTVAR
PETR4Petrobras PNR$ 26,042,60%
PETR3Petrobras ONR$ 30,022,18%

Além disso, os investidores acompanham os próximos passos da estatal no governo Lula (PT). O conselho da companhia se reúne hoje e aprovar plano de investimento de até US$ 80 bilhões em cinco anos. O relatório da reunião deve ser apresentado nesta quinta-feira (1).

Vale ressaltar que a Petrobras é uma das empresas com maior participação no Ibovespa. Sendo assim, a alta das ações da petroleira impulsionam a bolsa, que registra alta de 0,55%, aos 111.518 pontos.

NATURA (NTCO3) AVANÇA

Os papéis da Natura&Co (NTCO3) avança 2,26%, a R$ 11,17, uma das maiores altas do Ibovespa no pregão desta quarta-feira (30).

O bom desempenho da companhia acontece após a comunicação de que a Natura avalia a venda da participação minoritária da Aesop, subsidiária do segmento de luxo.

Além das intenções de separação (spin-off) e de uma possível abertura de capital (IPO, na sigla em inglês), que já haviam sido noticiados, a empresa ainda cogita entrada em fundo de private equity.

AVALIANDO AS OPÇÕES

Há mais de dois meses, a Natura &Co (NTCO3) avalia alternativas estratégicas para sua marca de luxo de bem-estar Aesop. Porém, se em meados de outubro a maior aposta dos investidores era de um IPO do negócio, agora a companhia destaca outras estruturas envolvendo o investimento.

De acordo com documento enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a Natura hoje estuda também uma venda de participação minoritária na Aesop.

Isso significa que, em vez de abrir o capital da marca de luxo na bolsa, a Natura pode optar pela entrada de um investidor estratégico na companhia.

Segundo a Natura, o negócio estaria alinhado ao objetivo de financiar o crescimento acelerado da Aesop e de “proporcionar maior autonomia e responsabilidade às suas marcas e unidades de negócios”.

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SOBE E DESCE DO IBOVESPA

O Ibovespa opera em alta de 0,48%, aos 111.446 pontos e acompanha o exterior.

Confira as maiores altas:

CÓDIGONOMEULTVAR
NTCO3Natura ONR$ 11,842,87%
IRBR3IRB ONR$ 0,762,70%
PRIO3PetroRio ONR$ 35,881,70%
PETR4Petrobras PNR$ 25,761,50%
RRRP33R Petroleum ONR$ 36,361,31%

E as maiores quedas do dia:

CÓDIGONOMEULTVAR
VIIA3Via ONR$ 2,09-2,79%
CPLE6Copel PNR$ 7,93-1,00%
MGLU3Magazine Luiza ONR$ 3,33-0,89%
SBSP3Sabesp ONR$ 59,15-1,15%
ENEV3Eneva ONR$ 12,07-0,98%
EMPREGO DO SETOR PRIVADO NOS EUA

O setor privado dos EUA criou 127 mil empregos em novembro, segundo o relatório ADP divulgado há pouco.

A abertura de postos de trabalho foi menor que o esperado pelos analistas, que projetavam criação de 190 mil empregos no mês.

O dólar à vista renova máxima, com alta de 0,50%, a R$ 5,3140.

ABERTURA DO IBOVESPA

O Ibovespa encerrou os leilões e abriu em leve alta de 0,10%, aos 110.020 pontos. A bolsa brasileira acompanha o desempenho do exterior e a valorização do petróleo.

No mesmo horário, o dólar à vista opera em alta de 0,03%, a R$ 5,3142.

CASINO LEVANTA R$ 2,675 BILHÕES COM VENDA DE PARTICIPAÇÃO NO ASSAÍ (ASAI3)

O grupo francês Casino pretendia levantar algo em torno de R$ 2,7 bilhões com a venda de sua participação no Assaí (ASAI3). E assim sucedeu.

A rede de atacarejo confirmou nesta quarta-feira (30) o preço de R$ 19,00 por ação na oferta secundária apresentada para viabilizar a venda de uma fatia de aproximadamente 25% da participação de seu controlador na empresa.

Foram vendidas as 140,8 milhões de ações ordinárias do lote principal da oferta. Não houve demanda por um lote extra de 49,5 milhões de ASAI3.

Ainda assim, a operação totalizou R$ 2,675 bilhões, atingindo o objetivo do Casino.

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IBOVESPA DEVE ACOMPANHAR EXTERIOR

Com o maior apetite ao risco, impulsionada pela sinalização de flexibilização da política de "Covid-zero" na China, e a valorização do petróleo no exterior, o Ibovespa deve operar em tom positivo nesta quarta-feira (30), último dia de novembro.

Mais cedo, o IBGE apontou que a taxa de desemprego no trimestre até outubro ficou em 8,3%, melhor que as expectativas dos analistas.

O cenário político e fiscal ainda deve repercutir sobre os ativos da bolsa, mas em menor peso.

MINÉRIO DE FERRO FECHA EM QUEDA

O minério de ferro encerrou as negociações em Dalian, na China, em leve queda de 0,32%, com a tonelada cotada a US$ 108,61.

MATHEUS SPIESS: MERCADO EM 5 MINUTOS

O ALÍVIO DURA QUANTO TEMPO?

Lá fora, os mercados asiáticos fecharam predominantemente em alta nesta quarta-feira (30), apesar dos sinais mistos dos mercados globais durante ontem (29). Internacionalmente, os investidores permanecem cautelosos antes dos principais eventos econômicos que provavelmente afetarão as perspectivas para as taxas de juros nos EUA. Além disso, na China, a primeira queda em novas infecções por Covid em mais de uma semana está gerando algum sentimento positivo.

Os mercados europeus e os futuros americanos abrem o dia em alta, abrindo espaço para que o dia não seja impeditivo do ponto de vista internacional para uma valorização dos ativos brasileiros, que dependerão ainda do ambiente local para definir a tendência a ser seguida ao longo do pregão de hoje. O mercado de commodities também está caminhando bem hoje, com petróleo em alta e minério de ferro próximo da estabilidade, fatores que podem cair bem com os ativos brasileiros nesta quarta-feira.

A ver…

00:36 — Nem o Lula sabe quem vai ser o ministro

No Brasil, depois de alguma frustração com os dados do Caged no início da semana, os investidores locais contam hoje com a digestão dos dados de desemprego da Pnad Contínua, bem como alguns números do panorama fiscal, que vem agradando o mercado até aqui pelo menos (resultado de 2022 tem sido bom, com superávit). Temos também a apresentação do plano estratégico de 2023-27 da Petrobras. Fora os dados e eventos, acompanhamos o ambiente político incerto de Brasília.

O dia de ontem foi de repercussão positiva das novidades na capital federal, para começar com o gasto fora do teto mais suave, podendo variar de R$ 100 bilhões a R$ 150 bilhões, sendo que o prazo máximo seria de dois anos, o que daria tempo para que uma nova regra fiscal fosse trabalhada (a PEC só avançará na semana que vem, apesar de já ter conseguido as assinaturas). Depois, algumas alas em Brasília voltaram a cogitar Alckmin na Fazenda, fazendo dobradinha com Haddad no Planejamento.

A verdade é que nem o Lula parece saber o que quer da vida, podendo deixar a apresentação completa dos ministérios apenas para depois de sua diplomação, no dia 12 de dezembro. A expectativa, no entanto, é que ao menos alguns nomes da economia sejam antecipados, de modo a acalmar os ânimos — nomes complementares, como o de Josué Gomes, presidente da Fiesp, e de Luiz Carlos Trabuco, presidente do conselho do Bradesco, também estão circulando. 

01:33 — Na expectativa pelas palavras de Powell

Nos EUA, o início da semana foi difícil, com os investidores cautelosamente aguardando pelos dados relevantes dos próximos dias. Pelo menos o mês até aqui foi positivo para os ativos estrangeiros, com alta de mais de 3% para o índice Dow Jones e mais de 2% para o S&P 500. Naturalmente, à medida que os investidores começam a precificar uma pausa no ciclo de aumento de juros do Fed, as ações voltam a ter alguma atratividade — o mercado está ciente de quanta dor os aumentos agressivos das taxas do Fed trouxeram para as ações.

Com isso, os investidores continuam atentos a cada palavra dos membros do comitê do Federal Reserve, procurando por qualquer pista de que os aumentos estão terminando. As coisas podem ficar mais voláteis até o final da semana, principalmente com o Departamento do Trabalho programado para divulgar o relatório de empregos de novembro na sexta-feira — se estima a criação de cerca de 200 mil novos empregos durante o mês, ante um ganho de 261 mil em outubro. Essa queda provavelmente seria vista como uma notícia positiva pelos investidores.

02:17 — A greve dos ferroviários americanos continua no radar

O presidente americano Joe Biden está tentando convencer o Congresso a intervir nas negociações paralisadas entre os sindicatos dos ferroviários e os operadores das ferrovias, de modo a evitar uma greve antes do prazo de 9 de dezembro. A negociação visa encerrar uma longa disputa trabalhista entre as maiores ferrovias de carga do país e mais de 115 mil de seus trabalhadores, aprovando uma resolução conjunta sob a Lei do Trabalho Ferroviário de 1926, que forçaria os funcionários a aceitar o contrato aprovado pelo Conselho de Emergência Presidencial.

O acordo de cinco anos que resultou de discussões anteriores ofereceu aos ferroviários um aumento de 24% nos salários de 2020 a 2024, também concedendo um dia de folga remunerada adicional, além das férias existentes. Os pontos críticos permanecem sendo sobre os horários de trabalho e tempo de licença (saúde) pago. O problema é que, segundo algumas estimativas, as ferrovias nos EUA impactam cerca de um terço de todo o frete nos EUA, o que significa que pode haver efeitos indiretos para muitas indústrias que podem resultar em outra ameaça inflacionária. Volatilidade no radar.

03:09 — O problema demográfico

O mundo vai precisar conviver com um problema demográfico mais generalizado muito em breve, de maneira semelhante ao que já acontece em algumas economias desenvolvidas. E que problema é esse? Bem, se trata da redução no ritmo de crescimento populacional, que acaba sendo um desafio para o potencial de crescimento da economia de maneira estrutural a longo prazo.

No Brasil, por exemplo, nos últimos 30 anos, a população cresceu cerca de 65%, enquanto a economia cresceu 2% ao ano. Para frente, podemos ver um experimento de crescimento próximo a zero da população (vamos crescer o número até provavelmente 2050), sendo que a economia cresceria menos de 2% ao ano caso não criemos uma solução para o problema da produtividade. 

Também vemos problema neste sentido na China, que promete não ser mais o motor do mundo — até mesmo porque estamos entrando em uma era de menor globalização e maior regionalização —, e nos EUA. O problema demográfico está dado para as próximas décadas, resta saber como vamos nos adaptar e como os ativos de risco vão reagir ao longo do tempo à nova realidade (ainda não há consenso sobre isso).

04:01 — Investindo na próxima década

Este ano tem sido bastante movimentado para o mercado, mantendo a volatilidade alta e os investidores focados no aqui e agora (fluxo de notícias). Tentando fugir da mesmice da cabeça rotineira dos investidores, às vezes vale a pena diminuir o zoom e ter uma perspectiva de longo prazo (o que vai funcionar nos próximos 10 anos?). 

Após a crise financeira de 2008, as economias centrais foram caracterizadas por um crescimento econômico lento, inflação baixa, taxas de juros baixíssimas e flexibilização quantitativa (quantitative easing) por parte dos bancos centrais em todo o mundo. Era um ambiente muito bom, principalmente para ativos financeiros com maior duration (aqueles com maior parcela de seus fluxos de caixa ocorrendo em um futuro distante). 

Isso inclui as famosas ações de empresas voltadas para o crescimento. Liderado por um grupo restrito de ações de Big Tech, o S&P 500 teve retorno de 16% ao ano desde o início de 2009 até o final de 2021. Agora, esse ciclo parece ter acabado e os próximos 10 anos devem ser muito diferentes dos últimos 14 anos, com oportunidades muito mais diversificadas e amplas (a solução de correr para a tecnologia acabou).

No próximo ciclo de mercado, os índices de ações e títulos devem ter retornos baixos de um dígito, com os investimentos geradores de caixa de volta à moda — as taxas de juros mais altas significam que os fluxos de caixa distantes valem menos quando descontados de volta ao presente, e garantir o financiamento é mais caro.

O repensar das cadeias de suprimentos globais já está em andamento, será um obstáculo para as multinacionais e contribuirá para o aumento da inflação, sendo também um impulso de longo prazo para certas economias de mercados emergentes, como o Brasil (no futuro, os novos vencedores não serão necessariamente os fabricantes de tecnologia, mas os compradores de tecnologia). 

Essa dinâmica significa que o universo de potenciais ações vencedoras inclui setores orientados para o valor. Enquanto isso, a renda fixa está realmente gerando alguma receita pela primeira vez em quase 15 anos. As megatendências que se desdobrarão ou acelerarão na próxima década incluem a transição para a energia verde, sem nos esquecermos dos combustíveis fósseis ainda.

ABERTURA DOS JUROS FUTUROS

Apesar do recuo do dólar à vista, os juros futuros (DIs) iniciaram as negociações em leve alta nesta quarta-feira (30), próximos da estabilidade. No radar segue a movimentação da PEC da Transição, que já conseguiu assinaturas suficientes para início da tramitação no Senado, a começar pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

Confira a abertura dos DIs hoje:

NOME ULT  FEC 
DI Jan/2313,68%13,69%
DI Jan/2413,95%13,95%
DI Jan/2513,17%13,16%
DI Jan/2612,95%12,94%
DI Jan/2712,87%12,86%
ADRS DE PETROBRAS E VALE SOBEM

Os ADRs  recibos de ações em bolsas estrangeiros  da Petrobras e da Vale, empresas com maior peso no Ibovespa, operam em alta no pré-mercado em Nova York, impulsionados pela valorização do petróleo e maior apetite por risco no exterior.

O ADR da Petrobras avança 1,80%, a US$ 11,34. Já o recibo de ações da Vale sobe 0,81%, a US$ 16,22.

SANTANDER DEIXA BANCO PSA

Um dos bancos mais atuantes no mercado de crédito de veículos, o Santander (SANB11) decidiu deixar a sociedade que mantinha no Banco PSA. A instituição é ligada a Stellantis, grupo automotivo formado pela união da Fiat Chrysler com a Peugeot-Citroën.

O Santander não revelou o valor do negócio, que envolve a venda de 50% do capital do Banco PSA para o Banque PSA e a metade das ações da PSA Corretora de Seguros para a Stellantis Services.

A união com o banco da montadora dava ao Santander acesso à rede da Peugeot-Citroën para a oferta de produtos financeiros. Entre eles, seguros e, claro, financiamento para a compra de veículos. Não está claro como fica esse acordo a partir de agora.

O Santander também não informou o futuro de outras "joint ventures" do tipo, como a que mantém com o Banco Hyundai.

Leia mais.

O Ibovespa futuro sobe 0,73%, aos 112.405 pontos com maior apetite ao risco no exterior, antes da publicação do Livro Bege pelo Federal Reserve (Fed), dos EUA.

ABERTURA DO IBOVESPA FUTURO

O Ibovespa futuro abriu em alta de 0,54%, aos 112.210 pontos e acompanha os índices futuros de Nova York.

No mesmo horário, o dólar à vista abriu em queda de 0,36%, cotado a R4 5,2685.

DESEMPREGO NO BRASIL FICA EM 8,3% NO TRIMESTRE ATÉ OUTUBRO

A taxa de desemprego caiu para 8,3% no trimestre até outubro, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O dado veio melhor que o esperado pelo mercado, que projetava a taxa em 8,5%.

O índice registrou um recuo de 0,4% de setembro a outubro, quando a taxa ficou em 8,7%.

A renda média real do trabalhador foi de R$ 2.754 no trimestre móvel encerrado em outubro, uma alta de 4,7% na comparação com igual trimestre móvel do ano passado.

Vale lembrar que ontem (29) o IBGE divulgou dados sobre o emprego formal em outubro. No mês, o país abriu  159.454 postos de trabalho. Contudo, o saldo de vagas vem abaixo das estimativas do mercado, que projetavam a abertura de 220 mil postos em outubro.

INFLAÇÃO NA ZONA DO EURO

O índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) da Zona do Euro avançou 10% em novembro, na comparação anual, segundo dados preliminares divulgados mais cedo pela Eurostat, agência de estatísticas oficial da União Europeia.

O dado vem abaixo da estimativa de analistas consultados pelo The Wall Street Journal, de alta anual de 10,4%.

Já em relação a outubro, o CPI recuou 0,1% em novembro, primeira queda mensal do índice desde julho de 2021.

Com informações de Broadcast.

DAY TRADE NA B3

Após o fechamento do último pregão, identifiquei uma oportunidade de swing trade baseada na análise quant - compra dos papéis da Valid (VLID3).

VLID3: [Entrada] R$ 9.61; [Alvo parcial] R$ 9.94; [Alvo] R$ 10.43; [Stop] R$ 9.06

Recomendo a entrada na operação em R$ 9.61, um alvo parcial em R$ 9.94 e o alvo principal em R$ 10.43, objetivando ganhos de 8.5%.

O stop deve ser colocado em R$ 9.06, evitando perdas maiores caso o modelo não se confirme.

Leia mais.

AGENDA DO DIA
  • IBGE: Pnad Contínua divulga a taxa de desemprego no trimestre até outubro (9h)
  • Estados Unidos: Relatório ADP de empregos no setor privado em novembro (10h15)
  • Estados Unidos: Segunda leitura do PIB do terceiro trimestre (10h30)
  • Estados Unidos: Presidente do Fed, Jerome Powell, fala em evento do Instituto Brookings (15h30)
  • Estados Unidos: Fed divulga o Livro Bege (16h)

FUTUROS DE NOVA YORK OPERAM EM ALTA COM EXPECTATIVAS ENVOLVENDO FED

Os índices futuros de Nova York sinalizam uma abertura em alta na manhã desta quarta-feira. Os investidores aguardam com otimismo uma palestra do presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos), Jerome Powell, programada para o início da tarde de hoje.

Pouco depois será divulgado o Livro Bege, relatório detalhado das condições econômicas identificadas pelas unidades regionais do Fed. Há uma expectativa geral de alguma sinalização de que o aperto monetário possa estar próximo do fim.

Permanece no radar o desempenho da atividade econômica dos EUA, com a divulgação de dados do PIB do terceiro trimestre marcada para hhoje.

Confira:

  • Dow Jones futuro: +0,12%;
  • S&P 500 futuro: +0,20%;
  • Nasdaq futuro: +0,31%.
BOLSAS DA EUROPA ABREM EM ALTA COM FED E PIB DOS EUA NO RADAR

As bolsas de valores da Europa iniciaram a quarta-feira em alta.

Ao mesmo tempo em que repercutem o tom positivo da sessão na Ásia, os investidores aguardam sinalizações de política monetária do Banco Central Europeu e também de seu homólogo norte-americano, o Federal Reserve (Fed).

O Fed divulga hoje o Livro Bege, relatório detalhado das condições econômicas identificadas pelas unidades regionais da autoridade monetária dos Estados Unidos.

Antes, o presidente do Fed, Jerome Powell, profere palestra em evento do Instituto Brookings nos EUA. A divulgação da segunda leitura do PIB do terceiro trimestre também promete agitar os negócios hoje.

Confira:

  • Euro Stoxx 50: +0,61%
  • DAX (Alemanha): +0,43%
  • CAC 40 (França): +0,57%
  • FTSE 100 (Reino Unido): +0,44%
BOLSAS DA ÁSIA FECHAM EM ALTA COM POLÍTICAS DE “COVID ZERO MAIS ESTRATÉGICAS” NA CHINA

As bolsas de valores asiáticas fecharam no azul nesta quarta-feira (30). Ou melhor, quase todas. A bolsa de Tóquio voltou a seguir na contramão.

Nos demais mercados de ações da região, os índices fecharam em leve alta.

Os investidores reagem a sinais de que a China será mais maleável em relação à estratégia de covid-zero depois dos protestos dos últimos dias.

Ainda nesse contexto, o governo chinês prometeu “reprimir de forma resoluta atividades de infiltração e sabotagem por forças hostis”.

É dominante entre as autoridades locais a impressão de que a política de covid-zero vem sendo usada como pretexto para grupos engajados em promover uma “revolução colorida” na China.

Veja o encerramento dos negócios por lá:

  • Xangai (China): +0,05%
  • Nikkei (Japão): -0,21%
  • Kospi (Coreia do Sul): +1,42%
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