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RESUMO DO DIA: As bolsas internacionais operam em tom negativo nesta segunda-feira (26). Com a agenda esvaziada, os investidores mantêm-se cautelosos com a recessão global no radar, além da expectativa da divulgação de importantes dados macroeconômicos ao longo da semana, entre eles o índice de gastos com consumo pessoal (PCE), que mede a inflação nos EUA, e o IPCA-15, aqui no Brasil.
Acompanhe por aqui o que mexe com a bolsa, o dólar e os demais mercados hoje, além das principais notícias do dia.
O Ibovespa encerrou a sessão em queda de 2,33%, aos 109.114 pontos.
O dólar à vista encerrou o dia em alta de 2,53%, a R$ 5,3814
A desaceleração projetada para o crescimento global – e mais especificamente da China – deve manter a demanda por commodities fraca no ano que vem, o que deve ser sentido nas ações das empresas produtoras de matérias-primas. É o caso da Vale (VALE3), produtora de minério de ferro, que teve seu preço-alvo para 2023 rebaixado pelo JP Morgan.
O banco revisou para baixo suas projeções para o preço do minério de ferro de US$ 136 para US$ 121 por tonelada em 2022 e de US$ 105 para US$ 94 por tonelada em 2023.
O barril do brent encerrou a sessão em queda de 2,55%, a US$ 82,86
Enquanto caminhamos para a reta final do pregão, o mercado segue preciicando uma piora no cenário recessivo global.
Há pouco, o Banco da Inglaterra (BoE) negou que irá realizar uma reunião extraordinária para tentar evitar a forte queda vista na divisa do país após o anúncio de uma pacote de estímulos fiscais apresentado pela primeira-ministra Liz Truss.
Nos Estados Unidos, o dirigente do Federal Reserve Raphael Bostic voltou a expressar preocupação com a inflação e também com o impacto do pacote britânico.
O Safra revisou as estimativas para o IRB (IRBR3) e passou a prever um potencial de valorização de mais de 50% para as ações da resseguradora. No entanto, o banco não recomenda ter esses papéis em carteira neste momento.
As ações da resseguradora lideram as altas do dia. Confira os detalhes
Com o mau humor generalizado que atinge a bolsa, apenas três empresas operam em leve alta. Confira:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| IRBR3 | IRB ON | R$ 1,13 | 0,89% |
| AMER3 | Americanas S.A | R$ 17,57 | 0,23% |
| VALE3 | Vale ON | R$ 68,78 | 0,31% |
A moeda oficial do Reino Unido, a libra esterlina, está vivendo um pesadelo nas últimas 24h, com a divisa atingindo a sua menor marca histórica desde o início da era decimal – a US$ 1,03.
O vilão responsável pela forte desvalorização da moeda é o pacote de estímulos anunciado na última sexta-feira. A nova primeira-ministra, Liz Truss, defende um pacote que irá reduzir impostos para cidadãos e empresas, visando incentivar o consumo, mas o mercado não acredita que as medidas serão capazes de resolver o problema que se instalou no país no pós-coronavírus.
Para alguns economistas, o pacote traz novas incertezas sobre a saúde fiscal do Reino Unido, principalmente após a curva de juros voltar a se inclinar com forte força. Segundo a BBC, o Banco da Inglaterra (BoE) pode se reunir em uma reunião de emergência nos próxims dias para elevar os juros.
A corrida em direção a um ativo de proteção afunda a libra, mas leva o dólar a atingir novas máximas.
Depois de ter operado em forte queda na semana passada, contrariando os sinais mais cautelosos do Federal Reserve e também do Banco Central brasileiro, que voltaram a declarar a inflação como um inimigo que está longe de ser combatido.
Assim, a curva de juros brasileira opera em leve alta. Confira:
| CÓDIGO | NOME | ULT | FEC |
| DI1F23 | DI jan/23 | 13,71% | 13,69% |
| DI1F24 | DI jan/24 | 12,93% | 12,81% |
| DI1F25 | DI Jan/25 | 11,77% | 11,59% |
| DI1F26 | DI Jan/26 | 11,61% | 11,41% |
| DI1F27 | DI Jan/27 | 11,60% | 11,38% |
A bolsa brasileira mantém o mau humor do início do pregão e opera em queda de 1,30%, aos 110.265 pontos. Além da aversão ao risco, os investidores aguardam a ata do Comitê de Política Monetária (Copom) e a prévia da inflação, dada pelo IPCA-15, que serão divulgados amanhã (27).
A alta nos juros futuros e a forte valorização do dólar nesta segunda-feira também pesam no Ibovespa, que ignora o bom desempenho do exterior e a recuperação do petróleo tipo Brent.
No cenário externo, as bolsas americanas recuperaram as perdas da abertura e passaram a operar em alta após discurso de presidente do Fed de Boston, Susan M. Collins.
A dirigente reafirmou a continuidade do aperto monetário, mas disse que “muito provável” a inflação nos EUA já atingiu ou está perto do pico.
Confira:
O petróleo tem alta de 0,62%, com barril cotado a US$ 85,58. O minério de ferro, por sua vez, fechou as negociações em Dalian (China) em queda de 1,46%, a US$ 99,20.
Por fim, o dólar à vista sustenta alta de 1,86%, cotado a R$ 5,3573.
As bolsas americanas, que começaram o dia em queda, inverteram o sinal há pouco e passaram a operar no campo positivo.
A reação acontece após o discurso da presidente do Federal Reserve (Fed) de Boston, Susan M. Collins.
Ela afirmou que “a meta de desaceleração da economia mais moderada é possível, mas desafiadora”.
Contudo, a dirigente ressaltou a necessidade de mais aperto monetário para controlar a inflação e trazê-la à meta de 2% ao ano.
Por fim, Collins ainda disse que há “riscos de baixa” à perspectiva econômica. Parta ela, a turbulência no ambiente geopolítico que pode “atrasar os impactos de alta de juros”.
Atenção, acionista da Localiza (RENT3)! A empresa de aluguel de carros anunciou na manhã de hoje duas operações importantes: uma delas coloca e a outra pode “tirar” dinheiro no bolso de quem tem ou pretende ter ações na companhia.
Então primeiro vamos ao dinheiro que entra na conta. A Localiza vai distribuir R$ 346,2 milhões em juros sobre o capital próprio (JCP), uma forma de dividendos, aos acionistas.
Além disso, a companhia fará um aumento de capital privado que pode variar entre R$ 33 milhões e R$ 150,7 milhões. Desta forma, a empresa emitirá até 2,740 milhões de novos papéis.
As ações da resseguradora IRB (IRBR3) operam em alta acima de 3%, negociadas a R$ 1,15, nesta segunda-feira.
Um dos motivos para a recuperação dos papéis IRB é a reavaliação do Safra. O banco vê potencial de valorização das ações em 50%, mas manteve a recomendação neutra.
Ibovespa reduz as perdas com alta do petróleo e reação mista das bolsas de Nova York. A bolsa brasileira opera em queda de 0,61%, aos 111.031 pontos.
O petróleo, que começou o dia em queda próxima de 1%, recuperou o desempenho e opera em queda de 0,71%, a US$ 85,70 o barril.
Aparentemente, a XP vê um caminho bastante iluminado para a Eletrobras (ELET3) nos próximos anos, iniciando a cobertura da empresa com recomendação de compra e preço-alvo de R$ 71 — potencial de alta de 55% de acordo com o fechamento de sexta-feira (23).
Além disso, elegeu a Eletrobras como sua favorita no setor de energia.
Tudo isso de olho no potencial de crescimento que a empresa poderá ter conforme reduz custos e na forte geração de caixa típica de um segmento com receitas estáveis.
Com maior aversão ao risco, com base na elevação dos juros pelo principais bancos centrais e temor à recessão global, as bolsas americanas iniciaram o dia em queda. Confira:
Confira as maiores altas:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| QUAL3 | Qualicorp ON | R$ 9,03 | 1,23% |
| HAPV3 | Hapvida ON | R$ 8,30 | 1,22% |
| IRBR3 | IRB ON | R$ 1,13 | 0,89% |
| BRFS3 | BRF ON | R$ 13,72 | 0,37% |
| KLBN11 | Klabin units | R$ 18,07 | 0,33% |
E as maiores quedas do dia:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| POSI3 | Positivo Tecnologia ON | R$ 13,07 | -2,32% |
| BBAS3 | Banco do Brasil ON | R$ 39,87 | -2,11% |
| B3SA3 | B3 ON | R$ 13,13 | -1,94% |
| EZTC3 | EZTEC ON | R$ 20,46 | -1,92% |
| ASAI3 | Assaí ON | R$ 17,45 | -1,91% |
Há pouco, a presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde voltou a falar sobre o aperto monetário na Zona do Europa.
Lagarde afirmou que o BCE deve aumentar ainda mais as taxas de juros nas próximas reuniões.
A dirigente ainda disse que os “preços mais elevados da energia e dos alimentos vão piorar antes de melhorar” e que a “melhor contribuição” da autoridade monetária é assegurar a estabilidade de preços.
Após a abertura do Ibovespa, apenas três ações sobem: IRB (IRBR3) com alta de 0,89%; Hapvida (HAPV3) a 0,61%; e Qualicorp (QUAL3) a 0,79%.
A bolsa brasileira cai a 1,23%, aos 110.347 pontos.
O Ibovespa abre em queda de 1,21%, aos 11o.366 pontos e acompanha cautela do exterior.
No mesmo horário, o dólar à vista opera em alta de 1,19%, cotado a R$ 5,3227.
O índice de atividade econômica nacional dos EUA, divulgado pelo Federal Reserve (Fed) regional de Chicago, caiu a 0,00 em agosto.
O dado anterior, de julho, foi revisado para cima, de +0,27 originalmente.
Contudo, a média móvel trimestral do índice indicou uma melhora no período, de -0,08 para +0,01.
Após a divulgação do dado, os futuros de Nova York aceleraram as perdas. Confira:
O Índice de Confiança do Consumidor (ICC), um dos medidores da atividade econômica, sobe 5,4 pontos em setembro ante agosto, aos 89 pontos.
Essa é a quarta alta consecutiva do ICC neste ano.
O dado, divulgado mais cedo pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), atingiu o maior nível desde janeiro de 2020, quando estava em 90,4 pontos.
Segundo a FGV, a melhora do ICC indica um aumento na intenção de consumo, mas que ainda é necessário cautela a considerar uma “política monetária mais restritiva e a possibilidade de desaceleração na atividade econômica”.
Em médias móveis trimestrais, o índice avançou 3,3 pontos.
O Ibovespa futuro abre em queda de 0,88%, aos 111.260 pontos, acompanhando a maior aversão ao risco no exterior, que já precifica uma recessão global.
No mesmo horário, o dólar à vista abre em alta de 1,10%, cotado a R$ 5,3060
Confira o Boletim Focus desta segunda-feira (26) com as projeções do mercado para indicadores da economia local:
Inflação
Atividade econômica
Dólar
Juros
Bom dia! O Ibovespa vai precisar se esforçar bastante para deslocar-se de Wall Street em uma semana decisiva para as eleições presidenciais por aqui.
Ao mesmo tempo, as bolsas internacionais abrem mais um pregão com cautela nas alturas — os índices globais estão no vermelho pelo quarto pregão seguido.
O aumento do custo dos empréstimos e a alta do dólar em relação a outras moedas fortes pesam sobre os ativos de risco ao redor do globo.
A libra encontra-se em sua mínima histórica ante o dólar. Já o euro pega carona no movimento e imita a moeda inglesa.
Analistas colocam o derretimento da moeda britânica na conta de Liz Truss, a nova primeira-ministra do Reino Unido.
Na semana passada, Truss anunciou um amplo pacote de cortes de impostos acompanhado de aumento de gastos.
O susto com a libra e a perspectiva de piora dos indicadores econômicos internacionais formam o caldo perfeito para os índices terem um pregão — ou até mesmo uma semana — difícil pela frente.
Por aqui, a reta final da corrida eleitoral não deve trazer novidades por aqui.
O Ibovespa tem se descolado do desempenho do exterior já há alguns pregões, mas o impacto do pleito no próximo domingo deve colocar os investidores em posição defensiva.
Isso porque a intenção de voto no ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em primeiro turno foi a 45% na mais recente edição da pesquisa BTG/FSB, de 44% na rodada anterior.
Considerando apenas os votos válidos, existe chance de vitória do petista já no próximo domingo.
No pregão da sexta-feira da semana passada, o Ibovespa encerrou as negociações em queda de 2,06%, aos 111.716 pontos.
Na semana, porém, o otimismo falou mais alto e o índice registrou alta de 2,23%.
Já na comparação com o real, a divisa avançou 2,62%, cotada em R$ 5,2485. Mas, mesmo com a forte alta, o acumulado da semana mostra um recuo de 0,20%.
Confira o que movimenta as bolsas, o dólar e o Ibovespa nos próximos dias.
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