🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Julia Wiltgen

Julia Wiltgen

Jornalista formada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) com pós-graduação em Finanças Corporativas e Investment Banking pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Trabalhou com produção de reportagem na TV Globo e foi editora de finanças pessoais de Exame.com, na Editora Abril. Hoje é editora-chefe do Seu Dinheiro.

Fechamento da semana

Ibovespa tem dia de realização de lucros e fecha em queda, mas acumula alta de 2,72% na semana; dólar fecha em R$ 5,39

Semana foi marcada pela volatilidade nas bolsas internacionais, mas estrangeiro continuou buscando ações brasileiras

Julia Wiltgen
Julia Wiltgen
28 de janeiro de 2022
19:20
dua setas indicam o movimento de alta e o de queda dos mercados e da bolsa
Bolsa em alta e dólar em queda têm sido a marca do mês de janeiro nos mercados locais. Imagem: Shutterstock

Numa semana marcada pela escalada das tensões entre Rússia e Ucrânia, decisão de juros nos Estados Unidos e um discurso mais hawkish (duro contra a inflação) por parte do presidente do banco central americano, Jerome Powell, o Ibovespa conseguiu, mais uma vez, acumular alta. E as bolsas americanas - pasme - também.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A sexta-feira (28) foi de realização de lucros na bolsa brasileira, após três pregões de alta, e o Ibovespa fechou em baixa de 0,62%, aos 111.910 pontos. O índice, que chegou a ultrapassar os 113 mil pontos nos últimos dias, até tentou buscar novas altas na parte da manhã, mas acabou virando para queda com o dia negativo no exterior.

Mesmo após Nova York ter virado para alta, o principal índice da B3 não teve fôlego para voltar para o azul. Ainda assim, na semana, o Ibovespa acumula alta de 2,72%, com ganho de 6,76% no mês.

A semana começou com as tensões no leste europeu derrubando os mercados e depois foi marcada pela volatilidade gerada pelo discurso duro contra a inflação do presidente do Federal Reserve, o banco central americano, na última quarta-feira.

Ainda assim, os índices de Wall Street terminaram a semana bem. Nesta sexta, o Dow Jones subiu 1,65%, o S&P 500 avançou 2,43%, e o Nasdaq teve alta de 3,13%. O balanço excepcional da Apple puxou os indicadores, e a divulgação de um índice de inflação ao consumidor (PCE) em linha com o esperado trouxe alívio ao mercado. Na semana, os índices acumularam ganhos de 1,34%, 0,77% e 0,01%, respectivamente.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Já na Europa, a recuperação dos tombos vistos ao longo da semana não foi completa. Hoje, uma série de indicadores econômicos negativos, com destaque para a retração do PIB alemão, levaram o índice Stoxx 600, que reúne as principais empresas do continente, a cair 1,02%, acumulando baixa de 1,87% na semana.

Leia Também

O dólar à vista, por sua vez, continuou na trajetória de queda ante o real, apesar das perspectivas de aperto monetário nos Estados Unidos.

Com a alta nos preços das commodities - notadamente petróleo e minério de ferro -, os investidores globais buscam ações baratas em países cuja economia possa ser beneficiada por esse cenário, como é o caso do Brasil. A perspectiva de alta de juros por aqui também é um fator que tende a fortalecer o real.

Assim, a moeda americana fechou o dia em baixa de 0,62%, a R$ 5,39, acumulando queda de 1,20% na semana. Em janeiro, o alívio já é de 3,33%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Finalmente, os juros futuros passaram o dia em queda, seguindo o desempenho do dólar e beneficiados também pelo IGP-M abaixo do esperado e pelo veto do presidente Jair Bolsonaro à PEC dos Combustíveis, o que tirou um pouco a pressão sobre o fiscal.

Na reta final, porém, as taxas mais curtas viraram para alta e fecharam com movimento levemente positivo. Na semana, o movimento geral foi de alta nos juros curtos e queda nos vencimentos longos.

O IPCA-15 acima do esperado, divulgado nesta semana, aumenta os temores do mercado quanto a um aperto monetário ainda mais duro por parte do Banco Central brasileiro.

Veja os fechamentos dos principais contratos de DI nesta sexta:

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
  • Janeiro/23: alta de 12,233% para 12,245%;
  • Janeiro/25: alta de 11,318% para 11,35%;
  • Janeiro/27: queda de 11,327% para 11,315%.

Semana de volatilidade no exterior

A semana foi marcada por grande volatilidade nas bolsas internacionais, em razão de dois fatos marcantes: a escalada das tensões entre Ucrânia e Rússia e a decisão de juros do Fed.

A segunda-feira foi um dia de estresse nos mercados com as notícias de que a Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) enviou tropas para a fronteira entre Ucrânia e Rússia e de que os governos britânico e americano ordenaram a retirada dos funcionários das suas respectivas embaixadas da capital ucraniana, Kiev.

O mercado entendeu esses fatos como uma sinalização de que aumentaram os temores de que Moscou ordene uma invasão ao país vizinho, mas o Kremlin nega que haja essa intenção.

Um eventual conflito poderia pesar sobre os preços do petróleo, do gás natural e de alimentos, produzidos ou transportados na região. Com isso, o mercado viu os preços do petróleo subirem ainda mais ao longo da semana.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O petróleo WTI com entrega para março avançou 1,97% na semana, para US$ 86,82 o barril; já o Brent, que serve como referência para os preços da Petrobras, teve alta de 1,67% na semana, para US$ 88,52, depois de ter chegado a bater os US$ 90.

Contudo, as bolsas internacionais se recuperaram, ao menos parcialmente, do susto de segunda-feira. O ponto de estresse seguinte foi a decisão de juros do Fed na quarta-feira. Na ocasião, o presidente da instituição, Jerome Powell, sinalizou com o aumento de juros já na reunião de março, quando também deve ser interrompida a compra de ativos.

Porém, Powell manifestou grande preocupação quanto à inflação e disse que há muito espaço para aumentar os juros sem afetar o mercado de trabalho americano, o que deixou os investidores em alerta. O que se seguiu daí foram dias de bastante volatilidade nas bolsas americanas.

Inflação dos EUA

Nesta sexta, foi divulgado nos Estados Unidos o índice de preços de gastos com consumo, conhecido como PCE, indicador de inflação mais utilizado pelo Fed para a política monetária.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O índice subiu 0,4% em dezembro ante novembro. O núcleo do índice, que exclui itens voláteis, como alimentos e energia, avançou 0,5%, em linha com as projeções do mercado. Em termos anuais, o PCE aumentou 5,8%, e seu núcleo, 4,9% em dezembro.

O fato de que o indicador veio em linha com as expectativas do mercado trouxe certo alívio para os ativos de risco, indicando que o Federal Reserve não precisará de uma postura ainda mais dura na política monetária.

Alívio para o fiscal

Já no cenário doméstico, alguns fatores trouxeram alívio para o risco fiscal. O primeiro dele foi o veto do presidente Jair Bolsonaro à PEC dos Combustíveis na tarde de ontem. A Proposta de Emenda Constitucional se propunha a baixar os preços dos combustíveis por meio do corte de impostos federais, com grande impacto na arrecadação.

Outro fator positivo para o cenário das contas públicas foi a divulgação do resultado do Governo Central e do Tesouro Nacional em 2021.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

As contas do Governo Central registraram déficit de R$ 35,073 bilhões em 2021, o equivalente a 0,5% do Produto Interno Bruto (PIB). Foi o menor déficit primário desde 2014. Já as contas do Tesouro Nacional - incluindo o Banco Central - registraram um superávit primário de R$ 212,265 bilhões no ano passado.

Finalmente, nesta manhã a Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgou a inflação medida pelo IGP-M, que terminou janeiro em alta de 1,82%, uma aceleração em relação ao índice de 0,87% em dezembro.

Ainda assim, o resultado ficou abaixo da mediana das expectativas do mercado colhidas pelo Broadcast, serviço de notícias em tempo real do Estadão, que era de 2,00%, variando de 0,80% a 2,34%.

O IGP-M em 12 meses desacelerou de 17,78% em dezembro para 16,91% em janeiro, também abaixo da mediana do levantamento, que era de 17,10%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Sobe e desce do Ibovespa

Veja as maiores altas do Ibovespa nesta sexta-feira:

CÓDIGOAÇÃOVALORVARIAÇÃO
BRKM5Braskem PNAR$ 50,00+7,50%
CIEL3Cielo ONR$ 2,28+6,05%
HAPV3Hapvida ONR$ 12,40+2,31%
JBSS3JBS ONR$ 36,06+2,21%
B3SA3B3 ONR$ 14,74+1,94%

Veja também as maiores quedas:

CÓDIGOAÇÃOVALORVARIAÇÃO
MGLU3Magazine Luiza ONR$ 6,71-7,06%
NTCO3Natura &Co ONR$ 21,50-6,48%
AMER3Americanas S.A. ONR$ 31,41-6,15%
RAIL3Rumo ONR$ 15,76-5,40%
ALPA4Alpargatas PNR$ 28,75-4,83%

*Com informações do Estadão Conteúdo

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
TOUROS E URSOS #258

Ibovespa nos 200 mil pontos? Gringos compram tudo — mas cadê os investidores brasileiros

4 de fevereiro de 2026 - 14:00

Bruno Henriques, head de análise de renda variável do BTG Pactual, fala no podcast Touros e Ursos sobre a sua perspectiva para as ações brasileiras neste ano

BRASIL NO CENTRO DO MUNDO

Bolsa com força total: gringos despejam R$ 26,3 bilhões em janeiro na B3 e superam todo o fluxo de 2025

3 de fevereiro de 2026 - 20:00

Entrada recorde de capital internacional marca início de 2026 e coloca a bolsa brasileira em destaque entre emergentes

MAIS ENERGIA PARA A CARTEIRA

Tchau, Vale (VALE3): BTG escolhe nova “vaca leiteira” para sua carteira de dividendos — saiba qual é a ação escolhida para renda passiva

3 de fevereiro de 2026 - 18:35

A Axia (ex-Eletrobras) foi uma das ações que mais se valorizou no ano passado, principalmente pela privatização e pela sua nova política agressiva de pagamentos de dividendos

DA CIDADE PARA O CAMPO

BTAL11 migra para fiagro e terá primeiro programa de recompra de cotas; entenda os impactos para os cotistas

3 de fevereiro de 2026 - 14:02

A iniciativa faz parte da estratégia do BTG Pactual para aumentar a distribuição de dividendos e permitir uma maior flexibilidade para a gestão

MERCADOS HOJE

Ibovespa salta para históricos 187 mil pontos e dólar cai. Corte da Selic é um dos gatilhos do recorde, mas não é o único

3 de fevereiro de 2026 - 12:31

Para a XP, o principal índice da bolsa brasileira pode chegar aos 235 mil pontos no cenário mais otimista para 2026

DEPOIS DE A HOLDING PEDIR RJ

Fictor Alimentos (FICT3) desaba 40% na B3. Por que o mercado não acreditou que a empresa ficará de fora da RJ da holding?

2 de fevereiro de 2026 - 15:34

Discurso de separação não tranquilizou investidores, que temem risco de contágio, dependência financeira e possível inclusão da subsidiária no processo de recuperação

DESTAQUES DA BOLSA

Raízen (RAIZ4) dispara, volta a ser negociada acima de R$ 1 e lidera as altas do Ibovespa na semana; veja os destaques

1 de fevereiro de 2026 - 15:00

Fluxo estrangeiro impulsiona o Ibovespa a recordes históricos em janeiro, com alta de dois dígitos no mês, dólar mais fraco e sinalização de cortes de juros; Raízen (RAIZ4) se destaca como a ação com maior alta da semana no índice

CRIPTOMOEDAS HOJE

US$ 2,4 bilhões liquidados em 24 horas: Bitcoin (BTC) sofre nova derrocada e opera abaixo dos US$ 80 mil. O que explica?

1 de fevereiro de 2026 - 12:01

Queda do bitcoin se aprofunda com liquidações de mais de US$ 2,4 bilhões no mercado como um todo nas últimas 24 horas, enquanto incertezas macro voltam a pesar sobre as criptomoedas

BALANÇO DO MÊS

Ibovespa dispara em janeiro e nenhum outro investimento foi páreo — nem mesmo o ouro

30 de janeiro de 2026 - 19:34

Novos recordes para a bolsa brasileira e para o metal precioso foram registrados no mês, mas as ações saíram na frente

NÃO PERCA O PRAZO

Gol (GOLL54) vai sair da bolsa com OPA, mas adesão ao leilão não é automática; veja o que o investidor deve fazer

30 de janeiro de 2026 - 18:13

A adesão ao leilão não é obrigatória. Mas é mais difícil vender ações de uma companhia fechada, que não são negociadas na bolsa

DESCE E SOBE

Fundo imobiliário TGAR11 cai 14% em três dias, mas BB-BI diz que não é hora de vender — entenda o que pode impulsionar o FII na bolsa agora

30 de janeiro de 2026 - 12:55

O analista André Oliveira, do BB-BI, reitera a recomendação de compra, especialmente para os investidores mais arrojados

NA ROTA DO CRESCIMENTO

FIIs driblam juros altos com troca de cotas, mas há riscos para os cotistas? O BTG Pactual responde

29 de janeiro de 2026 - 15:21

O banco avalia que a estratégia de aquisição via troca de cotas veio para ficar e, quando bem executada, tem potencial de geração de valor

BUSCA POR SEGURANÇA

Ibovespa dispara no ano, mas investidores brasileiros estão receosos e tiram dinheiro da bolsa, diz XP

29 de janeiro de 2026 - 14:15

Uma fatia menor da carteira dos brasileiros está em ativos na bolsa, como ações, ETFs, FIIs e outros, e cresce a proporção dos investidores que pretende reduzir sua exposição à renda variável

VIROU PASSEIO

Ouro ultrapassa os US$ 5.500 pela 1ª vez e faz BTG elevar preço-alvo da Aura (AURA33) para US$ 87; Ibovespa alcança inéditos 186 mil pontos

29 de janeiro de 2026 - 12:39

Apetite dos BC, fuga do dólar e incertezas no Japão impulsionaram os metais preciosos a recordes, enquanto por aqui, o principal índice da bolsa brasileira reverberou a sinalização do Copom, dados e balanços nos EUA

A VISÃO DO GESTOR

BTRA11 e BTAL11: por que o BTG está convertendo esses FIIs em fiagros — e como isso pode turbinar os seus dividendos

29 de janeiro de 2026 - 6:04

Tiago Lima, sócio e head de distribuição da BTG Pactual Asset Management, conta ao Seu Dinheiro que a mudança é um marco de modernização e destravará dividendos para os cotistas

GLOW UP NA BOLSA

A troca de look da Riachuelo: Guararapes define data para a estreia do novo ticker na B3

28 de janeiro de 2026 - 19:52

Segundo a varejista, a iniciativa busca aproximar o código de negociação do nome pelo qual a marca é amplamente reconhecida pelo público

BOLSA E CÂMBIO

Uma Super Quarta nos mercados: Ibovespa bate novo recorde aos 184 mil pontos e ouro atinge marca histórica; dólar fica estável a R$ 5,20

28 de janeiro de 2026 - 19:25

Índice supera 185 mil pontos intradia em dia de decisão sobre juros nos EUA e no Brasil; Vale e Petrobras puxam ganhos, enquanto Raízen dispara 20%

REFORÇO FINANCEIRO

Raízen (RAIZ4) dispara 20% com expectativa por aumento de capital de R$ 1 bilhão; ação volta a valer mais de R$ 1

28 de janeiro de 2026 - 17:55

A forte valorização desta quarta-feira começou no dia anterior (27), em meio à expectativa de que a companhia realize uma reestruturação financeira

BOLSA EM FESTA

Recorde do Ibovespa é fichinha: bolsa brasileira pode ir a 300 mil pontos — e o investidor brasileiro pode chegar atrasado

28 de janeiro de 2026 - 17:02

Com fluxo estrangeiro forte e juros ainda altos, gestores alertam para o risco de ficar fora do próximo ciclo da bolsa

BOLSA E CÂMBIO

Dólar leva tombo e fecha a R$ 5,20 — o menor nível desde maio de 2024 — graças a empurrão de Trump 

27 de janeiro de 2026 - 20:04

Ibovespa volta a renovar máxima durante a sessão e atinge os inéditos 183 mil pontos; mas não é só o mercado brasileiro que está voando, outros emergentes sobem ainda mais

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar