O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Piora em NY chegou a desacelerar as altas na bolsa brasileira, que conseguiu se recuperar na reta final do pregão
Após o discurso duro do presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, na tarde de ontem, o que desencadeou uma forte queda nas bolsas americanas, hoje foi dia de ajuste nas bolsas globais.
O Ibovespa começou o dia novamente com uma alta substancial, ainda movido pela entrada de recursos estrangeiros na bolsa brasileira, aproveitando-se dos descontos nas ações e dos preços elevados das commodities.
As bolsas americanas abriram em alta, e as europeias, embora já estivessem fechadas quando foi divulgada a decisão de juros do Fed ontem, tiveram hoje novamente um dia de ganhos. O índice Stoxx 600, que reúne as principais empresas do continente, terminou a sessão com ganho de 0,65%.
Mas no início da tarde, o clima lá fora virou, e os índices de Wall Street perderam força, até finalmente virarem para o negativo. Embora tenham tentado sustentar alguma alta, fecharam em queda, com o Dow Jones caindo 0,02%, o S&P 500 recuando 0,54%, e o Nasdaq em baixa de 1,40%.
Assim, o Ibovespa, que chegou a subir mais de 1,5% mais cedo, superando os 113 mil pontos, também desacelerou as altas, e chegou até a perder os 112 mil pontos, no pior momento do dia. No fechamento, porém, o principal índice da B3 já havia conseguido recuperar parte do terreno perdido, e terminou a sessão em alta de 1,19%, aos 112.611 pontos.
Já o dólar à vista ficou no negativo durante todo o dia, tendo chegado a cair mais de 1% e bater os R$ 5,35 na mínima. Porém, desacelerou as quedas na parte da tarde, fechando em baixa de 0,32% ante o real, a R$ 5,4238, mesmo com as perspectivas de alta nos juros em breve nos Estados Unidos.
Leia Também
Os juros futuros, por sua vez, começaram o dia mistos, mas acabaram fechando em alta, ainda na esteira da postura mais hawkish (dura contra a inflação) do Fed ontem. Veja o fechamento dos principais vencimentos:
Na manhã desta quinta foram divulgados alguns dados econômicos importantes nos Estados Unidos. A primeira leitura do Produto Interno Bruto (PIB) mostrou que a economia americana cresceu 5,7% em 2021.
No quarto trimestre, o PIB cresceu a uma taxa anualizada de 6,9%, bem acima da estimativa de 5,5% dos analistas consultados pelo The Wall Street Journal.
A inflação anualizada medida pelo PCE, índice de preços ao consumidor usado como referência pelo Fed, foi de 6,5% no quarto trimestre. Já o núcleo do indicador, que desconsidera os preços de alimentos e energia, cresceu a uma taxa anualizada de 4,9% no mesmo período.
Os pedidos de auxílio-desemprego na semana encerrada em 22 de janeiro tiveram queda de 30 mil, para 260 mil, na série com ajustes sazonais. O número ficou abaixo das estimativas dos analistas consultados pelo The Wall Street Journal, que era de 265 mil.
Os indicadores mostram que, de fato, a economia americana vem se recuperando com força, o que justifica o aperto monetário já sinalizado pelo Federal Reserve.
Ontem, Jerome Powell disse que há bastante espaço para aumentar juros sem prejudicar o mercado de trabalho, mostrando bastante preocupação com a inflação e indicando que a primeira alta das taxas já deve se dar na reunião de março.
Essa postura deixou o mercado em alerta, uma vez que um aumento nas taxas de juros diminui a atratividade dos ativos de risco.
Veja as maiores altas do Ibovespa nesta quinta:
| CÓDIGO | AÇÃO | VALOR | VARIAÇÃO |
| MGLU3 | Magazine Luiza ON | R$ 7,22 | +6,96% |
| BIDI11 | Inter unit | R$ 25,72 | +6,28% |
| VIIA3 | Via ON | R$ 4,62 | +6,21% |
| BBSE3 | BB Seguridade ON | R$ 22,39 | +5,91% |
| CRFB3 | Carrefour ON | R$ 16,55 | +5,75% |
Confira também as maiores baixas:
| CÓDIGO | AÇÃO | VALOR | VARIAÇÃO |
| GNDI3 | NotreDame Intermédica ON | R$ 68,40 | -4,70% |
| HAPV3 | Hapvida ON | R$ 12,12 | -3,43% |
| NTCO3 | Natura &Co ON | R$ 22,99 | -3,24% |
| MRFG3 | Marfrig ON | R$ 22,39 | -2,99% |
| PETZ3 | Petz ON | R$ 17,51 | -2,78% |
Fundo do BTG listado na B3 reúne empresas brasileiras ligadas a setores como petróleo, mineração e agronegócio, oferecendo exposição diversificada ao ciclo de commodities
CEO destaca que Magalu teve lucro em ambiente de juros altos, enquanto analistas veem desempenho misto e pressão no e-commerce
Quando a companhia decide cancelar as ações em tesouraria, o acionista acaba, proporcionalmente, com uma fatia maior da empresa, uma vez que parte dos papéis não existe mais
O metal precioso fechou em baixa de 1% e levou com ele a prata, que recuou menos, mas acompanhou o movimento de perdas
Bolsas ao redor do mundo sentiram os efeitos do novo capítulo do conflito no Oriente Médio, enquanto o barril do Brent voltou a ser cotado aos US$ 100
A rede teve um salto de quase 20% no lucro líquido recorrente do 4º trimestre de 2025 e planeja abrir até 350 de academias neste ano
GPA afirma estar adimplente com o FII; acordos firmados entre fundos imobiliários e grandes empresas costumam incluir mecanismos de proteção para os proprietários dos imóveis
Relatório aponta desaceleração na geração de caixa da dona da Vivo e avalia que dividendos e valuation já não compensam o menor crescimento esperado
O montante considera o período de janeiro até a primeira semana de março e é quase o dobro do observado em 2025, quando os gringos injetaram R$ 25,5 bilhões na B3
A alta do petróleo animou o mercado, mas um alerta de analistas está chamando atenção; confira o que diz a Genial Investimentos
Na carta de fevereiro, o fundo de Stuhlberger avalia o conflito no Oriente Médio e diz quais as peças do tabuleiro foram mexidas — o lendário investidor deu tchau para o euro
Segundo analistas, os preços da commodity só vão se acomodar se ficar claro para o mercado quanto tempo o conflito no Oriente Médio vai durar
Enquanto o Oriente Médio ferve, o UBS vê o Brasil como um dos emergentes menos expostos ao conflito
Embora o risco político da Petrobras afete a inclinação dos investidores brasileiros em investir na ação, os estrangeiros são mais otimistas com a ação
Resultado do quarto trimestre mostra avanço nas operações de incorporação, mas perdas da Resia continuam pressionando o balanço e preocupando analistas
Alta da commodity chegou a superar 25% durante a madrugada, empurrou investidores para ativos de proteção e reacendeu temores de inflação e juros altos — inclusive no Brasil
A possibilidade de reabertura da janela de IPOs atrai empresas dispostas a abrir o capital, mas movimento nessa direção ainda é tímido
Com o início do horário de verão nos Estados Unidos e na Europa, a bolsa brasileira encurta o tempo de negociação para manter a sincronia com os mercados globais
Escalada da guerra no Oriente Médio e disparada do petróleo marcaram a semana na bolsa brasileira; veja as ações com maiores altas e quedas
A fabricante de aeronaves registrou resultados abaixo do esperado pelo mercado e ações reagem em queda: o que aconteceu com a Embraer?