🔴 ONDE INVESTIR EM MARÇO: ESPECIALISTAS TRAZEM INSIGHTS SOBRE MACRO, AÇÕES, RENDA FIXA, FIIS E CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Renan Sousa

Renan Sousa

É repórter do Seu Dinheiro. Formado em jornalismo na Universidade de São Paulo (ECA-USP) e já passou pela Editora Globo e SpaceMoney.

Segredos da Bolsa

Esquenta dos mercados: Bolsas encaram proximidade da recessão e caem hoje; Ibovespa acompanha possível CPI da Petrobras (PETR4)

Sem Nova York hoje, os investidores devem sentir a falta de liquidez na sessão desta segunda-feira

Renan Sousa
Renan Sousa
20 de junho de 2022
7:57 - atualizado às 15:52
Bolsas começam dia com freio de mão puxado com cautela nas alturas
Acompanhe o que movimenta bolsa, dólar e Ibovespa esta semana.Imagem: Shutterstock

As atenções do mundo se voltam para a recessão global que assola as economias após a pior fase da pandemia de covid-19. As bolsas acompanham a reação dos Bancos Centrais e as falas de ministros de Economia e Finanças por todos os países, motivo suficiente para manter a aversão ao risco desta semana que se inicia. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

E isso se refletiu no sentimento dos investidores ao longo da última semana — e que deve perdurar nos próximos dias. As bolsas de Nova York fecharam com quedas de 5% na média após o Federal Reserve acelerar o ritmo do aperto monetário na sua última reunião.

O Banco Central Europeu (BCE) também convocou uma reunião extraordinária na semana passada para decidir sobre os rumos da política de compra de ativos e juros por lá. E as conclusões convergiram para uma mesma direção: o aperto monetário precisa vir. 

Por aqui, o nosso Banco Central saiu na frente e a perspectiva é de que a Selic seja elevada na próxima reunião, mas dentro das estimativas do mercado. Mas o foco dos investidores é outro: uma possível CPI para investigar os “abusos na cobrança sobre os combustíveis” da Petrobras (PETR3;PETR4) deve agitar os negócios nesta segunda-feira (20).

Por falar na estatal brasileira, a Petrobras foi a estrela do pregão da última sexta-feira (17). Devido a crise envolvendo a empresa, o Ibovespa fechou a semana abaixo dos 100 mil pontos e a queda do principal índice da bolsa foi de 5,36%. Já o dólar à vista avançou 2,35%, a R$ 5,1443. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Confira o que movimenta a bolsa, o dólar e o Ibovespa esta semana: 

Leia Também

CPI da Petrobras é o foco da bolsa local

Enquanto alguns aproveitavam a ponte do feriado de quinta-feira (16) e sexta-feira, o noticiário político não deu trégua. 

O presidente da República, Jair Bolsonaro (PL), afirmou no último sábado (18), que havia conversado com líderes do governo na Câmara para abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar a política de preços da Petrobras. 

Segundo Bolsonaro, o governo iria “resolver o problema” da empresa. Entre os deputados, estão o presidente da Casa, Arthur Lira(Progressistas-AL), e Ricardo Barros (Progressistas-PR). 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Um novo aumento da gasolina

As falas contra a política de preços com paridade internacional voltam a aparecer após a Petrobras anunciar um novo reajuste de preços dos combustíveis

Desde o último dia 18 de junho, o preço médio de venda de gasolina para as distribuidoras passou a ser de R$ 4,06 por litro, um aumento de 5,2%. Já o diesel terá um preço médio de R$ 5,61 – alta de 14,2%. 

O reajuste foi motivo de manifestações contrárias do presidente da República e de Arthur Lira, que usou sua conta no Twitter para questionar a queda das ações da empresa mesmo após a atualização de preços.

O que movimenta o Ibovespa nos próximos dias

Os investidores agora seguem de olho em uma possível CPI sobre os preços da Petrobras. As ações da empresa, que tem grande peso no índice do Ibovespa, devem sentir a cautela do mercado e cair mais um dia. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na agenda da semana, o Banco Central divulga a ata da mais recente reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) na terça-feira (21), o que deve fazer com que analistas e mercado calibrem as perspectivas para o próximo encontro.

Na quinta-feira (23), é a vez de Roberto Campos Neto participar de evento sobre a decisão de política monetária. Por último, sexta-feira (24) é dia da prévia da inflação, medida pelo IPCA-15 de junho. 

Ainda hoje, o ministro da Economia, Paulo Guedes, participa de evento do BNDES — e a expectativa é de que o chefe da pasta comente sobre a questão recente da Petrobras.

Bolsas reagem aos juros estáveis na China

Na contramão do que grandes Bancos Centrais têm feito, o Banco do Povo da China (PBoC, em inglês) manteve as taxas de empréstimos de 1 a 5 anos estáveis no último encontro sobre política monetária. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Assim, a autoridade chinesa visa estimular a economia, que vem sofrendo devido aos sucessivos lockdowns em virtude da política de “covid zero” no país

Entretanto, o comunicado não ajudou os investidores da Ásia e do Pacífico, que penalizaram os índices por lá durante a madrugada no Brasil. Já a abertura na Europa tenta recuperar as perdas da semana passada e as bolsas por lá abriram em alta. 

Em Nova York, os investidores ganharam um dia de folga e as bolsas por lá não abrem em virtude do feriado local. 

Recessão virando a esquina

Os analistas internacionais consultados pelo portal Yahoo Finance entendem que o risco de uma recessão global é altamente provável — mas ainda não é 100% certo. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na última reunião, o Fed elevou os juros estadunidenses para a faixa entre 1,50% a 1,75% ao ano — a maior alta desde 1994. A autoridade monetária busca conter a maior inflação em mais de 40 anos por lá, mas corre o risco de colocar o mundo todo em momentos difíceis. 

Correndo contra o tempo — e isso acaba com as bolsas

Os analistas entendem que o Fed demorou demais para iniciar o ciclo de alta nos juros — no caso do Brasil, o nosso BC começou a subir a Selic muito antes —, o que gera um efeito mais demorado no combate à inflação.

E juros elevados por um longo período acendem o sinal amarelo para o avanço da economia. Em outras palavras, a recessão começa a ganhar contornos mais bem definidos. 

De acordo com o Bank of America, o risco de recessão nos EUA é de 40%, destacando que o Fed “ficou atrás da curva” e demorou para agir no combate à escalada da inflação. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Nesse cenário, a instituição prevê que o pico de juros por lá deve chegar a 4% e a inflação se estabilizar em 3% — acima da meta de 2% do Fed.

E como isso afeta bolsas e ativos de risco?

Vale relembrar que os ativos de risco se beneficiaram com o caminhão de dinheiro despejado pelo próprio Fed na economia nacional entre 2020 e 2021.

Agora o período de dinheiro fácil e barato terminou e os ajustes — sem perspectiva de melhora — seguem pressionando essas classes de ativos. 

No caso das criptomoedas, o bitcoin (BTC) passou os últimos dias abaixo da faixa de US$ 20 mil, mas tenta se sustentar nesse patamar nesta segunda-feira. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Bolsas no exterior: o que esperar

A ausência de Nova York deve afetar a liquidez dos mercados nesta segunda-feira. O exterior acompanha as falas de representantes do BCE e do Federal Reserve ao longo da semana.

Assim como no Brasil, analistas e investidores devem recalibrar suas expectativas para os juros dos EUA e na Zona do Euro.

Agenda da semana

Segunda-feira (20)

  • FGV: IPC, IPC-S, IGP-M de junho (8h)
  • Bélgica: Presidente do BCE, Christine Lagarde, participa de audiência do Comitê de Questões Econômicas e Monetárias do Parlamento Europeu (10h)
  • Bélgica: Christine Lagarde discursa no Parlamento Europeu como presidente do Conselho Europeu de Risco Sistêmico (12h)
  • Ministério da Economia: Ministro da pasta, Paulo Guedes, participa de evento do BNDES (15h)
  • Reino Unido: Economista-chefe do BCE, Philip Pane, discursa em jantar anual da Sociedade de Economistas Profissionais (16h30)
  • Estados Unidos: Feriado mantém os mercados fechados hoje. 

Terça-feira (21)

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
  • Banco Central: Ata do Copom (8h)
  • FGV: IPC-S Capitais (8h)
  • Estados Unidos: Federal Reserve de Chicago divulga índice de atividade nacional de maio (9h30)
  • FGV: Monitor do PIB de abril (10h15)

Quarta-feira (22)

  • Estados Unidos: Presidente do Fed, Jerome Powell, testemunha perante o Comitê Bancário do Senado dos EUA (10h30)
  • Estados Unidos: Estoques de petróleo (17h30)

Quinta-feira (23)

  • Alemanha: PMI industrial, composto (preliminar) e de serviços em junho (4h30)
  • Zona do Euro: PMI industrial, composto (preliminar) e de serviços em junho (5h)
  • Reino Unido: PMI industrial, composto (preliminar) e de serviços em junho (5h30)
  • Estados Unidos: Pedidos de auxílio-desemprego (9h30)
  • Bélgica: Presidente do BCE, Christine Lagarde, participa de cúpula do Conselho Europeu (10h15)
  • Estados Unidos: : PMI industrial, composto (preliminar) e de serviços em junho (10h15)
  • Banco Central: Presidente do BC, Roberto Campos Neto, e Diogo Guillén, participam de entrevista sobre condução de política monetária (11h)
  • Estados Unidos: Jerome Powell testemunha perante Comitê sobre Serviços Financeiros da Câmara dos Representantes dos EUA (11h)
  • Estados Unidos: Estoques de petróleo (12h)
  • Estados Unidos: Fed divulga teste de estresse anual de bancos (17h30)

Sexta-feira (24)

  • IBGE: IPCA-15 de junho (9h)
  • Estados Unidos: Poços de petróleo em operação (14h)
  • Bélgica: Cúpula de líderes da união Europeia (sem horário definido)

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
NO RADAR DO INVESTIDOR

Petróleo em alta no mundo e diesel mais caro no Brasil: a semana que pressionou bolsa, dólar e juros

14 de março de 2026 - 12:48

Temores sobre o Estreito de Ormuz, aumento do petróleo e incertezas geopolíticas pressionam ativos; mercado agora aguarda decisão do Copom

GLOBAL MONEY WEEK

B3 oferece aulas gratuitas sobre investimentos e educação financeira; veja como participar

14 de março de 2026 - 9:21

Programação faz parte da Global Money Week e inclui cinco aulas on-line sobre organização financeira, Tesouro Direto, proteção de investimentos e diversificação de carteira

RENDA COM IMÓVEIS

Fundos imobiliários batem recorde de investidores e Ifix está nas máximas históricas: há espaço para mais?

13 de março de 2026 - 19:45

Fundos imobiliários estão descontados e podem gerar retornos atrativos em 2026, mas Itaú BBA indica que é preciso se atentar a indicadores para evitar ciladas; XP também tem visão positiva para a indústria no ano

KIT GEOPOLÍTICO

Petróleo nas alturas: CMDB11, ETF de commodities, ganha força como estratégia de proteção das carteiras

13 de março de 2026 - 16:17

Fundo do BTG listado na B3 reúne empresas brasileiras ligadas a setores como petróleo, mineração e agronegócio, oferecendo exposição diversificada ao ciclo de commodities

REAÇÃO AO BALANÇO

Magalu (MGLU3) passou no ‘teste de fogo da Selic’ enquanto outras sucumbiram, diz Fred Trajano

13 de março de 2026 - 13:39

CEO destaca que Magalu teve lucro em ambiente de juros altos, enquanto analistas veem desempenho misto e pressão no e-commerce

FATIA MAIOR

Vale (VALE3) cancela quase 100 milhões de ações mantidas em tesouraria; entenda a vantagem para o acionista

13 de março de 2026 - 11:15

Quando a companhia decide cancelar as ações em tesouraria, o acionista acaba, proporcionalmente, com uma fatia maior da empresa, uma vez que parte dos papéis não existe mais

O MOTIVO DA QUEDA

Ouro naufraga na tempestade do Oriente Médio. É o fim da linha para o porto seguro dos investidores?

12 de março de 2026 - 16:14

O metal precioso fechou em baixa de 1% e levou com ele a prata, que recuou menos, mas acompanhou o movimento de perdas

MERCADOS

Sem colete à prova de balas, Ibovespa cai mais de 2% e dólar vai às máximas do dia; bolsa sangra com Irã-EUA e fogo amigo do IPCA 

12 de março de 2026 - 12:47

Bolsas ao redor do mundo sentiram os efeitos do novo capítulo do conflito no Oriente Médio, enquanto o barril do Brent voltou a ser cotado aos US$ 100

PEGOU UM SHAPE

Smart Fit (SMFT3) dá salto de 6% na bolsa. Para o BTG, a era fitness pode gerar lucro de 56% aos investidores

11 de março de 2026 - 16:41

A rede teve um salto de quase 20% no lucro líquido recorrente do 4º trimestre de 2025 e planeja abrir até 350 de academias neste ano

INVESTIMENTOS

Recuperação extrajudicial do GPA (PCAR3) acende alerta em fundo imobiliário; varejista responde por 22% da receita do FII

11 de março de 2026 - 14:15

GPA afirma estar adimplente com o FII; acordos firmados entre fundos imobiliários e grandes empresas costumam incluir mecanismos de proteção para os proprietários dos imóveis

CRESCIMENTO FRACO

Dividendos da Telefônica (VIVT3) vão minguar? UBS alerta que sim. Entenda por que o banco agora recomenda venda das ações

11 de março de 2026 - 11:30

Relatório aponta desaceleração na geração de caixa da dona da Vivo e avalia que dividendos e valuation já não compensam o menor crescimento esperado

O FLUXO NÃO PAROU

R$ 42,5 bilhões em dinheiro gringo na B3: guerra não afasta o estrangeiro da bolsa brasileira

10 de março de 2026 - 19:35

O montante considera o período de janeiro até a primeira semana de março e é quase o dobro do observado em 2025, quando os gringos injetaram R$ 25,5 bilhões na B3

MOMENTO DE DECISÃO

Depois do rali do petróleo, vem a dúvida: manter posição ou realizar lucros? Aqui está a resposta

10 de março de 2026 - 19:00

A alta do petróleo animou o mercado, mas um alerta de analistas está chamando atenção; confira o que diz a Genial Investimentos

CONFLITO COM OS DIAS CONTADOS?

A guerra vai acabar? Verde diz o que pode parar Trump no Irã — e não é a disparada do petróleo

10 de março de 2026 - 12:35

Na carta de fevereiro, o fundo de Stuhlberger avalia o conflito no Oriente Médio e diz quais as peças do tabuleiro foram mexidas — o lendário investidor deu tchau para o euro

O CÉU É O LIMITE

Até onde o petróleo pode chegar após atingir o maior nível desde 2022?

9 de março de 2026 - 18:29

Segundo analistas, os preços da commodity só vão se acomodar se ficar claro para o mercado quanto tempo o conflito no Oriente Médio vai durar

EM BUSCA DE ABRIGO

Brasil vira porto seguro do UBS: por que o banco suíço está comprado em câmbio, juros e ações brasileiras?

9 de março de 2026 - 18:00

Enquanto o Oriente Médio ferve, o UBS vê o Brasil como um dos emergentes menos expostos ao conflito

AO LADO DA PRIO

O que o gringo vê na Petrobras (PETR4)? Saiba por que a estatal é uma das preferidas entre os investidores estrangeiros

9 de março de 2026 - 15:04

Embora o risco político da Petrobras afete a inclinação dos investidores brasileiros em investir na ação, os estrangeiros são mais otimistas com a ação

REAÇÃO AOS RESULTADOS

O calcanhar de Aquiles da MRV (MRVE3) ainda é o mesmo: o que está por trás da queda forte nas ações após balanço do quarto trimestre?

9 de março de 2026 - 14:19

Resultado do quarto trimestre mostra avanço nas operações de incorporação, mas perdas da Resia continuam pressionando o balanço e preocupando analistas

MERCADOS HOJE

Petróleo dispara com guerra no Oriente Médio, volta aos US$ 100 e coloca mercados em alerta; Focus prevê Selic mais alta no Brasil

9 de março de 2026 - 9:37

Alta da commodity chegou a superar 25% durante a madrugada, empurrou investidores para ativos de proteção e reacendeu temores de inflação e juros altos — inclusive no Brasil

VALE ENTRAR?

Compass, Aegea, BRK: quais são as empresas na fila do IPO e como elas podem não repetir os erros de 2021

9 de março de 2026 - 6:03

A possibilidade de reabertura da janela de IPOs atrai empresas dispostas a abrir o capital, mas movimento nessa direção ainda é tímido

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar