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Investidores monitoram repercussão de discurso de Bolsonaro e declaração de ‘força maior’ pela Gazprom
A temporada de balanços corporativos começa hoje no Brasil com os investidores mais propensos à cautela na bolsa. Ontem, o Ibovespa fechou em alta de 0,38%, segurando-se no azul apesar do susto provocado pela Apple nos mercados financeiros.
Também na tarde de ontem, a insistência do presidente Jair Bolsonaro na contestação às urnas eletrônicas, desta vez a uma plateia de embaixadores estrangeiros, emergiu como mais uma amostra de que os investidores não terão sossego durante o período eleitoral.
O balanço da Indústrias Romi, programado para depois do fechamento da sessão de hoje, marca o início oficial da temporada de resultados trimestrais das empresas listadas na B3.
Gestores entrevistados pela repórter Ana Carolina Neira consideram que a nova safra de balanços será marcada pela pressão sobre os custos.
Entretanto, eventuais impactos serão percebidos com mais nitidez somente a partir da semana que vem, quando a temporada de balanços vai realmente engrenar.
Diante de uma temporada de balanços prestes a começar e da ausência de indicadores econômicos relevantes para esta semana no Brasil, a expectativa é de que o mercado financeiro local fique a reboque do noticiário político e de acontecimentos externos.
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Se fortes emoções estão garantidas pela aproximação do início da campanha eleitoral por aqui, os ventos de fora não são muito alentadores.
Às voltas com a expectativa da primeira alta de juros pelo Banco Central Europeu (BCE) em 11 anos, os principais índices de ações do continente operam na linha da água.
Não bastasse a perspectiva do aperto monetário (a reunião de política monetária do BCE está marcada para quinta-feira), a Europa teme pela continuidade do fluxo do gás natural russo.
O fornecimento da Gazprom à Alemanha está interrompido por causa de uma manutenção programada do gasoduto Nord Stream 1. O fim da manutenção está previsto para a quinta-feira.
Hoje, porém, a empresa russa alegou que, devido a circunstâncias imprevisíveis, não está em condições de cumprir os contratos de gás com a Europa.
A Uniper, cliente alemã da Gazprom, confirmou a declaração de “força maior” pela fornecedora russa. Entretanto, a Uniper também informou que rejeita a alegação.
“Força maior” é um termo jurídico usado para designar circunstâncias imprevisíveis que impedem uma das partes de cumprir seus deveres contratuais, isentando-a de penalidades de eventuais penalidades.
Analistas veem a declaração da Gazprom como uma retaliação do governo russo às sanções impostas a Moscou por causa da invasão da Ucrânia.
Cerca de 40% das importações de gás natural da Europa são atendidas pela Rússia.
Apesar dos riscos iminentes, o euro tem mais uma sessão de valorização, distanciando-se mais um pouco da paridade com o dólar.
O movimento é atribuído a uma informação com base em fontes veiculada pela agência de notícias Reuters segundo a qual o BCE avalia a possibilidade de elevar o juro em 50 pontos-base. Acredita-se que um aumento de pelo menos 25 pontos-base já esteja contratado.
“Seria consistente com o que os mercados esperam em termos de rumos para a política monetária nas próximas semanas pelos principais bancos centrais”, disse Neil Birrell, diretor de investimentos e gestor de fundos da Premier Miton Investors.
Também na manhã de hoje, a agência de estatísticas da zona do euro informou que a inflação dentro da união monetária acelerou de 8,05% em maio para 8,6% em junho no acumulado em 12 meses.
Enquanto isso, os índices futuros das bolsas de Wall Street sinalizam abertura em alta em Nova York diante da expectativa com o andamento da temporada de balanços.
Hoje, a Johnson & Johnson pretende divulgar seus resultados referentes ao segundo trimestre antes da abertura da sessão.
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Quando a companhia decide cancelar as ações em tesouraria, o acionista acaba, proporcionalmente, com uma fatia maior da empresa, uma vez que parte dos papéis não existe mais
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