O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Atenção especial merecem as ações ligadas ao setor aéreo e viagens em geral: um acidente em Congonhas manteve o aeroporto fechado por quase 9 horas
A semana começa turbulenta nos mercados financeiros de todo o mundo. A expectativa diante do andamento da alta dos preços nos Estados Unidos e o recrudescimento do conflito entre Rússia e Ucrânia estabelecem o vermelho como tom predominante nas telas das bolsas.
Por aqui, o avanço da campanha eleitoral é quase uma garantia de volatilidade no mercado local e o Ibovespa nesta segunda-feira (10).
Tanto no Brasil quanto nos EUA, analistas estão de olho nos dados da inflação ao consumidor em setembro. No cenário brasileiro, a expectativa é de que os preços voltem a registrar deflação na comparação mensal. O dado será divulgado na terça-feira (11).
O mercado local também está de olho no IBC-Br — considerado uma prévia do PIB oficial — de agosto em busca de pistas para melhor entender o movimento da atividade econômica brasileira no terceiro trimestre.
Nos EUA, o mercado espera que a alta dos preços desacelere pelo quarto mês seguido na leitura anual. O número será conhecido apenas na quinta-feira (13) nos EUA. Mas, a não ser que o dado registre uma variação muito fora da curva, os analistas tendem a manter o pé atrás com o Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano).
Isso porque a situação de pleno emprego da economia dos EUA tem o potencial de encorajar o Fed a manter o ritmo do agressivo aperto monetário em andamento no país. Os investidores temem que o banco central erre na dose e acabe por lançar a economia norte-americano em uma recessão.
Leia Também
Na última sexta-feira (03), o Ibovespa encerrou a semana com ganhos de 5,76%, aos 116.375 pontos. O dólar à vista, por sua vez, subiu 0,05%, aos R$ 5,2125.
Confira o que movimenta as bolsas, o dólar e o Ibovespa nesta semana:
Enquanto as planilhas que analisam o mercado pegam fogo, os investidores preparam-se para o início da temporada de balanços do terceiro trimestre nos EUA. A safra terá início na nesta semana, com os resultados dos maiores bancos norte-americanos: JP Morgan, Wells Fargo, Citi e Morgan Stanley.
Ao longo dos próximos dias, PepsiCo, Procter & Gamble e BlackRock também publicam seus resultados (veja mais abaixo).
Permanece no radar a ata da mais recente reunião de política monetária do Fed, que deve dar novas pistas sobre o futuro dos juros por lá. O documento é publicado na terça-feira.
Os participantes do mercado financeiro também acompanham com apreensão o aumento das tensões do conflito entre Rússia e Ucrânia.
Depois de uma explosão ter destruído uma ponte que serve como a única conexão terrestre entre o território russo e a Península da Crimeia no fim de semana, Moscou intensificou hoje os bombardeios.
Kiev, a capital da Ucrânia, voltou a ser bombardeada depois de um hiato de meses. Pelo menos oito pessoas morreram e dezenas ficaram feridas depois de pelo menos 75 mísseis russos terem atingido alvos em diferentes partes do território ucraniano.
Atenção especial merecem as ações ligadas ao setor aéreo e viagens em geral. Um acidente com uma aeronave de pequeno porte em Congonhas manteve o aeroporto paulistano fechado por quase 9 horas no domingo.
Diante disso, dezenas de pousos e decolagens tiveram de ser cancelados. O número de voos afetados passa de 140.
No cenário eleitoral, os candidatos Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Jair Bolsonaro (PL) disputam palmo a palmo o eleitorado na campanha para o segundo turno das eleições presidenciais.
Enquanto Lula pretende ir ao Rio de Janeiro, Bolsonaro deve circular por Minas Gerais, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
Também é possível que os dois se dirijam a Aparecida (SP) na quarta-feira (12), dia da santa padroeira do Brasil. Vale lembrar que nesse mesmo dia a bolsa permanecerá fechada.
Além das atividades de campanha, os candidatos devem aproveitar a semana para se prepararem para o primeiro debate do segundo turno, marcado para o próximo domingo (16).
No momento, pesquisas de intenção de voto apontam uma estreita vantagem em favor de Lula. Nesse sentido, hoje será a vez do Ipec divulgar um novo retrato da disputa entre Lula e Bolsonaro.
A pausa na quarta-feita pode fazer os investidores optarem por uma posição mais defensiva nos próximos dias. Apesar da expectativa de que a inflação possa cair mais uma vez, o Banco Central pode precisar fazer um ajuste residual nos juros, o que deve balançar o índice local.
Sem maiores indicadores pela frente, as pesquisas eleitorais e a expectativa com o debate de domingo são destaque nos próximos dias.
Segunda-feira (10)
Terça-feira (11)
Quarta-feira (12)
Quinta-feira (13)
Sexta-feira (14)
Segunda-feira (10)
Terça-feira (11)
Antes da abertura:
Quarta-feira (12)
Antes da abertura:
Quinta-feira (13)
Antes da abertura:
Sexta-feira (14)
Antes da abertura:
Banco vê estatal mais protegida em um possível cenário de petróleo mais barato e traz Embraer de volta à carteira do mês
JP Morgan calcula que a venda de subsidiárias poderia gerar renda extra para os acionistas da Cyrela, mas a operação não seria tão benéfica; entenda
As operações reforçam a estratégia do ALZR11 de ampliar a exposição a contratos com inquilinos de grande porte
Banco vê alívio com alta dos spreads petroquímicos em meio à guerra no Oriente Médio e eleva preço-alvo para R$ 10, mas incertezas sobre dívida e possível proteção contra credores seguem no radar. Segundo a Bloomberg, falência não está descartada
A empresa é controlada pelo fundador e presidente-executivo Musk, que já é o mais rico do planeta com US$ 817 bilhões no bolso, e a captação de ainda mais valor no mercado pode fazer esse valor explodir.
Para o BTG Pactual, revisão das tarifas pode reacender a pressão competitiva de plataformas estrangeiras, colocando varejistas brasileiros sob novo teste em meio a juros altos e consumo enfraquecido
Na leitura do mercado, o movimento de queda dos papéis nos últimos 30 dias tem menos a ver com as tensões geopolíticas e mais com fatores específicos
Com os principais segmentos dos FIIs já em ciclo de recuperação, há agora uma fase de expansão potencial, e o BRCO11 é o preferido para brilhar
Apesar das incertezas sobre a demanda no longo prazo, gestor avalia que o risco de preços muito baixos da commodity diminuiu e que setor do petróleo tem potencial de alta
Ações da Natura (NATU3) lideram os ganhos do Ibovespa após anúncio de nova estrutura de governança e sinalização de investimento relevante da Advent, que pode redefinir o valuation e sustentar o interesse pelo papel.
Segundo o banco de investimentos, o cenário macro mais favorável coloca o Brasil em evidência
Levantamento com assessores indica que apetite por risco permanece inalterado, com o sentimento pelo Ibovespa deteriorando na margem
Companhia inicia campanha de perfuração e aproveita cenário externo turbulento para ganhar tração no Ibovespa
Os mercados começaram a semana sob tensão geopolítica, com guerra no Oriente Médio elevando o preço do petróleo e dividindo investidores, enquanto falas de Galípolo reforçam cautela do BC
De acordo com o FII, a operação, que ainda depende do cumprimento de condições precedentes, com expectativa de fechamento até o fim de abril
Itaú BBA fez uma lista de ações que ganham e que perdem com a popularização do medicamento; confira o ranking
Do Caged ao Payroll, a semana será de temperaturas elevadas para a economia global; saiba como os indicadores e as tensões no Oriente Médio mexem com o seu bolso
Com o petróleo em alta e um carry trade atrativo, o BofA Securities aposta na moeda brasileira; confira os alvos da operação e como o cenário eleitoral pode ditar o ritmo do câmbio
Analistas se debruçaram sobre as diferenças das ações de shoppings e afirmam que a qualidade dos portfólios justifica o patamar de preços de cada papel
O setor caminha para uma redução no número de fundos imobiliários e um foco em veículos maiores, mais robustos e líquidos